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Colheita de Morango no Rio Grande do Sul Registra Alta Demanda

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A colheita de morangos no Rio Grande do Sul avança com forte demanda, impulsionada pela oscilação de preços durante as festas de fim de ano, conforme o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (2). A produção do fruto apresenta diferentes cenários nas principais regiões produtoras do estado.

Região de Santa Rosa: Desafios Climáticos e Pragas

Na região administrativa de Santa Rosa, a produção de morango é concentrada no sistema de semi-hidroponia, com as colheitas em pleno andamento. Os preços variam entre R$ 15,00/kg para os frutos menores e R$ 30,00/kg para os maiores e padronizados. No entanto, as altas temperaturas exigem cuidados redobrados no manejo da fertirrigação e no controle da temperatura da água. A emissão de estolões tem afetado o rendimento das lavouras, enquanto ataques de pragas como percevejo e mosca-preta têm comprometido parte da qualidade comercial do produto.

Região de Pelotas: Boa Qualidade e Valorização do Produto

Na região de Pelotas, as lavouras seguem em período de colheita e venda, com as cultivares de dias neutros ainda em frutificação e floração, mantendo bom estado fitossanitário. Para preservar a qualidade do produto, os produtores têm realizado podas e limpezas nas estufas, favorecendo a ventilação e o controle de pragas. Os preços na região variam de R$ 18,00 a R$ 40,00/kg, dependendo da qualidade do produto e do ponto de venda. A valorização do morango se deve à oferta limitada e ao aumento na demanda durante as festas de fim de ano.

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Santa Maria: Preço Estável e Boas Perspectivas de Comercialização

Em Santa Maria, o preço médio do morango se mantém em R$ 25,00/kg, com a região mantendo um bom ritmo de comercialização e produção dentro das expectativas para a safra.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de carne suína do Brasil crescem 8,3% em abril e faturamento supera US$ 328 milhões

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As exportações brasileiras de carne suína seguiram em forte ritmo de crescimento em abril de 2026, impulsionadas principalmente pela demanda dos mercados asiáticos. Dados divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal mostram que o Brasil embarcou 140 mil toneladas de carne suína no período, considerando produtos in natura e processados.

O volume representa alta de 8,3% em relação ao mesmo mês do ano anterior, quando foram exportadas 129,2 mil toneladas.

A receita obtida com os embarques também apresentou crescimento expressivo. Em abril, o setor faturou US$ 328,2 milhões, avanço de 8,8% frente aos US$ 301,5 milhões registrados no mesmo período de 2025.

Exportações acumuladas mantêm crescimento acima de 14%

No acumulado do primeiro quadrimestre de 2026, as exportações brasileiras de carne suína alcançaram 532,2 mil toneladas, volume 14,2% superior ao registrado entre janeiro e abril do ano passado, quando os embarques totalizaram 466 mil toneladas.

Em receita, o avanço acumulado também foi significativo. O setor somou US$ 1,244 bilhão nos quatro primeiros meses do ano, crescimento de 14,1% na comparação com igual intervalo de 2025, que havia registrado US$ 1,090 bilhão.

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O desempenho reforça o momento positivo das proteínas animais brasileiras no mercado internacional, especialmente diante da ampliação da demanda em países asiáticos.

Filipinas lideram compras de carne suína brasileira

As Filipinas mantiveram a liderança entre os principais destinos da carne suína brasileira em abril. O país importou 35,9 mil toneladas, crescimento de 20,6% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Na sequência aparecem:

  • Japão: 16,6 mil toneladas (+131,9%)
  • China: 11,8 mil toneladas (-21,6%)
  • Chile: 11,1 mil toneladas (+22,8%)
  • Hong Kong: 8 mil toneladas (-34,3%)
  • Vietnã: 5,5 mil toneladas (+44,6%)
  • Argentina: 5,3 mil toneladas (-8,7%)
  • Singapura: 5,1 mil toneladas (-24,3%)
  • Uruguai: 4,6 mil toneladas (+12,7%)
  • México: 4,4 mil toneladas (-40,3%)

O forte crescimento das exportações para mercados de maior valor agregado, como o Japão, vem sendo observado com atenção pelo setor.

Ásia segue como principal motor das exportações

Segundo o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal, Ricardo Santin, o fluxo internacional da carne suína brasileira continua bastante positivo em 2026, especialmente nos países asiáticos.

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De acordo com o dirigente, além da consolidação das Filipinas como principal destino das exportações brasileiras, mercados estratégicos vêm ampliando a demanda pela proteína animal produzida no Brasil.

O avanço consistente dos embarques reforça as perspectivas otimistas do setor para o restante do ano, sustentadas pela competitividade da produção brasileira e pela forte procura internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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