Mato Grosso

Celulares devolvidos pela Polícia Civil a 80 vítimas de roubos foram rastreados durante Operação Mobile

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Oitenta celulares foram devolvidos pela Polícia Civil, nesta quinta-feira (19.12), a vítimas que tiveram os aparelhos furtados ou roubados em Cuiabá e Várzea Grande. A ação integra a segunda etapa da Operação Mobile, conduzida pelas Delegacias Especializadas de Roubos e Furtos das duas maiores cidades do Estado.

A operação começou no mês de novembro e consistiu em um trabalho investigativo que incluiu o rastreio, recuperação e devolução de celulares furtados ou roubados na região metropolitana da Capital, além da responsabilização criminal de quem cometeu os delitos.

A operação foi idealizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública e executada pela Polícia Civil de Mato Grosso. Na primeira fase, foram ouvidas nas duas delegacias especializadas 150 pessoas identificadas como possíveis receptadoras dos aparelhos e intimadas a prestar informações sobre os celulares.

Em todo o País, as Polícias Civis estão realizando operações semelhantes, com apoio do Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil (CONCPC) e Ministério da Justiça e Segurança Pública. O projeto de Mato Grosso é baseado na iniciativa pioneira desenvolvida pela Polícia Civil do Piauí que recuperou, no ano passado, centenas de aparelhos celulares.

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Ação pedagógica

A Operação Mobile tem o objetivo de recuperar os celulares subtraídos e identificar os autores dos crimes, bem como possíveis receptadores, desestimulando o comércio ilegal de aparelhos, como enfatizou o delegado regional de Cuiabá, Daniel Valente.

“Esse projeto já vem sendo realizado em diversos Estados brasileiros e tivemos o apoio da Secretaria de Segurança Pública para desenvolvermos na região metropolitana de Cuiabá. E, a partir da identidade do aparelho foi feita a apuração sobre os receptadores e a posterior devolução às vítimas, que estamos fazendo nesta segunda etapa”,

O delegado Daniel Machado, da Derf de Cuiabá, pontua ainda que a operação funciona como uma medida pedagógica para demonstrar à população a importância de adquirir um celular com procedência.

“Quem vai adquirir um aparelho precisa saber de quem está comprando e a Operação Mobile tem a intenção de também mudar esse comportamento, a cultura de obter vantagem sem saber a origem do produto, pois além do prejuízo quando se constata que é um produto de origem criminosa, quem compra também responde criminalmente”, observou o delegado.

A titular da Derf de Várzea Grande, delegada Elaine Fernandes, destaca ainda o mercado ilegal de receptação, de quem compra o aparelho sem verificar a procedência.

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“Recuperamos em diversas investigações mais de meio milhão de reais em aparelhos de vítimas que, na maioria dos casos, são pessoas de menor poder aquisitivo que compram os aparelhos de forma parcelada. Para alguns, é apenas um smartphone, mas, para as vítimas era o único aparelho pelo qual tinha condições de pagar ou que ainda estava pagando”, assegurou a delegada.

Operação nacional

Milhares de intimações foram enviadas eletronicamente pelas Polícias Civis em todo o Brasil, nos meses de novembro e dezembro, e recuperados mais de 2.583 aparelhos no país. Nesta quinta-feira, ocorreu a devolução dos aparelhos, em diversos Estados, aos verdadeiros proprietários.

“Essa operação tem o intuito de incentivar as pessoas que tiveram os celulares roubados a procurarem uma delegacia para registrar a ocorrência. Só assim vamos poder investigar e conseguir devolver os aparelhos”, explicou a delegada-geral da Polícia Civil da Bahia, Heloísa Brito, que preside o CONCPC.

Fonte: Governo MT – MT

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Polícia Civil deflagra 2ª fase da Operação ‘Incarceratus’ e cumpre mandados em presídio de Sinop

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Capturas e Polinter, deflagrou entre os dias 6 e 7 de julho a segunda fase da Operação “Incarceratus”, em Sinop. A ação resultou no cumprimento de oito mandados de prisão preventiva e de condenação contra investigados por crimes graves no Estado.

A operação foca na repressão qualificada e no combate ao crime organizado. O trabalho baseia-se em um levantamento prévio de inteligência. Policiais civis cruzam dados do sistema para localizar ordens de prisão pendentes contra alvos que já se encontram detidos por outros delitos.

Desta vez, as ordens judiciais foram cumpridas na Penitenciária Dr. Osvaldo Florentino Leite Ferreira. A ação contou com o apoio fundamental da Polícia Penal. Os alvos respondem por crimes como homicídio, roubo, tráfico de drogas e organização criminosa.

Estratégia de contenção

A estratégia impede que detentos com pendências judiciais graves obtenham liberdade condicional ou progressão de regime de forma indevida. De acordo com a delegada titular da Polinter, Dra. Silvia Maria Pauluzi de Siqueira, a análise minuciosa das equipes permitiu identificar com precisão as ordens judiciais em aberto.

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“Os cumprimentos contaram com o suporte do Núcleo de Inteligência da Polinter. O setor atua no levantamento de alvos e dá apoio logístico às equipes de rua. Além de atender às demandas do Estado de Mato Grosso, a delegacia também atua no cumprimento de mandados de outras federações do país”, explicou o delegado Fernado Vasco Spinelli Pigozzi.

Fonte: Governo MT – MT

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