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Exportações de Carne Suína Apresentam Alta de 18% no Faturamento em Dezembro

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As exportações brasileiras de carne suína fresca, refrigerada ou congelada aceleraram na segunda semana de dezembro, registrando um crescimento significativo no faturamento. Segundo dados divulgados nesta segunda-feira (16) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Governo Federal, o montante arrecadado até o momento no mês já corresponde a 58,98% do faturamento total de dezembro de 2022.

Até a primeira quinzena deste mês (com 10 dias úteis), a receita alcançou US$ 126,28 milhões, enquanto em todo o mês de dezembro do ano passado o total foi de US$ 214,11 milhões. O volume exportado também se destacou: foram embarcadas 50.110 toneladas, representando 52,13% do total registrado em dezembro de 2022, que foi de 96.119 toneladas.

Média diária impulsiona crescimento, apesar de variações semanais

O faturamento médio diário com as exportações de carne suína foi de US$ 12,63 milhões, o que representa um aumento de 18% em relação à média do mesmo período em 2022. No entanto, comparado à semana anterior, houve um recuo de 12,28%, quando a média diária chegou a US$ 14,39 milhões.

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Em termos de volume, a média diária embarcada foi de 5.011 toneladas, um crescimento de 4,3% em relação ao mesmo mês do ano passado. Ainda assim, comparando com a semana anterior, que registrou uma média de 5.668 toneladas, houve uma redução de 11,58%.

Preço por tonelada segue em alta

Outro destaque foi o preço médio pago por tonelada, que alcançou US$ 2.520, um aumento de 13,1% em relação a dezembro de 2022. Em comparação à semana anterior, o preço médio apresentou uma leve elevação de 0,78%, reforçando a valorização da proteína no mercado internacional.

Os números demonstram a força das exportações de carne suína no Brasil, refletindo a crescente demanda externa e o posicionamento competitivo do país no setor. Apesar das oscilações semanais, o desempenho acumulado reafirma a relevância da proteína como uma das principais commodities do agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Consumo de arroz cai no Brasil e acende alerta no setor

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O consumo de arroz no Brasil vem passando por transformações relevantes nas últimas décadas, refletindo mudanças no comportamento alimentar da população e nas exigências do consumidor moderno. Embora o grão continue presente na rotina dos brasileiros, ele perdeu espaço e protagonismo na dieta diária, o que preocupa o setor.

A avaliação é de Sergio Cardoso, diretor de operações da Itaobi Representações, ao analisar a queda no consumo per capita do alimento ao longo do tempo.

Consumo per capita de arroz registra queda significativa

De acordo com dados apresentados na análise, o consumo anual de arroz no país caiu de cerca de 45 quilos por pessoa para menos de 30 quilos ao longo de aproximadamente 40 anos.

Mais do que uma simples redução numérica, essa mudança indica uma transformação na percepção do consumidor em relação ao produto, que deixou de ocupar uma posição central na alimentação cotidiana.

Mudança no perfil do consumidor impacta demanda

O avanço de novos hábitos alimentares tem influenciado diretamente o consumo de arroz. Produtos que oferecem praticidade, apelo à saudabilidade e diferenciação ganharam espaço no mercado, atendendo a um consumidor mais exigente e informado.

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Nesse contexto, o arroz manteve, em grande parte, uma imagem tradicional, com menor adaptação às novas demandas. Essa falta de reposicionamento contribuiu para a perda de relevância frente a alimentos que dialogam melhor com as tendências atuais.

Arroz segue presente, mas perde protagonismo

Apesar da redução no consumo, o arroz continua sendo um item importante na mesa dos brasileiros. No entanto, sua participação já não é tão dominante quanto no passado.

Outros produtos passaram a ocupar espaço ao oferecer conveniência e inovação, atributos cada vez mais valorizados pelo consumidor contemporâneo.

Setor enfrenta desafio de reconquistar o consumidor

Diante desse cenário, a cadeia produtiva do arroz enfrenta o desafio de se aproximar mais do consumidor final. A discussão vai além do aumento da oferta e envolve a necessidade de revisar estratégias de comunicação, posicionamento e inovação.

A análise indica que reconquistar a preferência do consumidor será essencial para recuperar relevância no mercado.

Competitividade exige adaptação contínua

Em um ambiente cada vez mais competitivo e dinâmico, o protagonismo de um produto não é garantido. Ele precisa ser construído continuamente, acompanhando as mudanças no comportamento alimentar e as novas exigências do mercado.

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Para o setor de arroz, o momento exige adaptação e reposicionamento estratégico, com foco em atender às expectativas de um consumidor mais atento à praticidade, à qualidade e à informação sobre o que consome.

A tendência observada reforça a necessidade de evolução do setor, que precisará investir em inovação e comunicação para manter o arroz competitivo e relevante no cenário alimentar brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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