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Índia Deve Registrar Produção Recorde de Açúcar em 2025, Impulsionando Exportações

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A Índia está prestes a atingir uma produção recorde de açúcar no próximo ano comercial, que se inicia em outubro, após milhões de agricultores expandirem o cultivo de cana-de-açúcar, incentivados por boas colheitas e pela queda nos preços de outras safras. A recuperação na produção pode possibilitar que o segundo maior produtor mundial de açúcar retome suas exportações em 2025/26, após dois anos de restrições causadas pela falta de chuva e pela redução da produtividade da cana.

A perspectiva de aumento na produção indiana deve afetar os preços globais, oferecendo maior oferta de açúcar no mercado internacional, em um momento em que o Brasil, o maior produtor mundial, enfrenta dificuldades devido à seca.

De acordo com Amar Chavan, agricultor da região de Solapur, no estado de Maharashtra, as boas chuvas deste ano proporcionaram melhores condições para o cultivo. “No ano passado, não conseguimos plantar cana devido à falta de água para irrigação. Este ano, temos bastante água, graças à boa precipitação”, disse. Os reservatórios da região, que dependem da barragem de Ujjani, estão com 100% da capacidade, uma grande melhoria em comparação aos 25% registrados em dezembro de 2023.

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Dados governamentais indicam que os reservatórios de Maharashtra e Karnataka, que juntos abastecem quase metade da produção de açúcar da Índia, contêm volumes de água bem superiores aos níveis de 2023. As chuvas de monção, essenciais para a cana-de-açúcar, também foram favoráveis, com as regiões de cultivo recebendo até 39% mais chuva do que a média histórica.

Prakash Naiknavare, diretor da National Federation of Cooperative Sugar Factories, afirmou que o plantio está acelerado. “Os fazendeiros estão plantando cana-de-açúcar a todo vapor, o que prepara o terreno para uma colheita recorde de açúcar na próxima temporada”, destacou.

Embora a produção de açúcar da Índia deva cair para 28 milhões de toneladas na atual temporada (abaixo dos 31,9 milhões de toneladas do ano anterior), a previsão é de que a produção se recupere em 2025. Este volume será inferior ao consumo local, estimado em 29,6 milhões de toneladas, segundo a federação.

A oferta de água não é o único fator que impulsiona os agricultores a ampliar o cultivo de cana. Muitos migraram para a cana após terem prejuízos com culturas como soja e algodão. BB Thombare, diretor da usina Natural Sugar & Allied Industries, relatou que os agricultores, que enfrentaram perdas com outras safras, buscam agora um cultivo que ofereça retornos mais estáveis.

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O aumento na produção de cana permitirá que a Índia exporte entre 3 a 5 milhões de toneladas de açúcar na próxima temporada, caso as condições climáticas permaneçam favoráveis e não ocorram grandes infestações de pragas. A Índia, que foi o segundo maior exportador de açúcar nos cinco anos até 2022/23, possui mercados de exportação em países como Indonésia, Bangladesh e Emirados Árabes Unidos. Durante esse período, o país exportou, em média, 6,8 milhões de toneladas anuais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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UPA Leblon mantém tempo de espera dentro dos protocolos e reforça atendimento com médicos extras

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), esclarece que as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da capital contam com médicos extras para atender à demanda diária da população e garantir assistência dentro dos protocolos estabelecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Na terça-feira (2), a UPA Leblon, também conhecida como UPA Leste, operou com seis médicos clínicos gerais durante o expediente, além de médico do box de emergência, pediatras, dentistas e médicos visitadores. Durante o período diurno, a unidade registrou apenas cinco pacientes internados na sala de medicação. No período noturno, esse número caiu para três.

A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, destacou que a presença de equipes reforçadas tem garantido a manutenção da qualidade dos serviços prestados à população.

“Nossa determinação é assegurar que nenhum paciente fique sem assistência. Por isso, monitoramos diariamente a demanda das unidades e, quando necessário, reforçamos as equipes médicas para garantir um atendimento ágil, seguro e dentro dos protocolos estabelecidos pelo SUS. Os dados da UPA Leblon demonstram que a unidade está funcionando de forma organizada e atendendo a população dentro dos tempos preconizados pela classificação de risco”, afirmou.

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Os dados demonstram que o fluxo de atendimento na unidade seguiu dentro da normalidade. No consultório adulto, havia 27 pacientes aguardando atendimento durante o expediente diurno. Desses, 12 foram classificados com pulseira verde, que identifica casos pouco urgentes e cujo tempo de espera pode chegar a 120 minutos, conforme o Protocolo de Manchester, utilizado nacionalmente para classificação de risco. O tempo médio de espera registrado para esse grupo foi de 1 hora e 8 minutos.

Outros nove pacientes receberam pulseira roxa, destinada ao atendimento prioritário, conforme previsto na Lei Federal nº 10.048/2000. Nessa categoria estão pessoas com deficiência, idosos com 65 anos ou mais, gestantes, lactantes e pessoas acompanhadas por crianças de colo. Também integram esse grupo os pacientes identificados com pulseira preta, utilizada para sinalizar alergias.

A unidade ainda registrou seis pacientes classificados com pulseira amarela, que indica gravidade moderada. O tempo médio de espera para esses casos foi de aproximadamente uma hora. Não havia pacientes classificados com pulseiras laranja ou vermelha, destinadas a situações muito urgentes ou emergências com risco iminente de morte.

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No consultório pediátrico, o tempo médio de espera foi de 40 minutos.

A classificação de risco adotada nas UPAs segue o Protocolo de Manchester, metodologia reconhecida internacionalmente e utilizada pelo Ministério da Saúde para organizar os atendimentos conforme a gravidade de cada caso, priorizando os pacientes que necessitam de assistência mais rápida.

O secretário adjunto de Atenção Secundária, Odair Mendonça, ressaltou que os indicadores registrados na UPA Leblon demonstram a eficiência do fluxo de atendimento.

“Os números mostram que a unidade está operando dentro dos parâmetros estabelecidos para uma UPA. O tempo de espera observado está compatível com a classificação de risco dos pacientes, e a presença de médicos extras contribui para dar mais agilidade ao atendimento e maior segurança aos usuários”, explicou.

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que as UPAs atendem casos de urgência e emergência e que a classificação de risco é fundamental para garantir que os pacientes mais graves sejam atendidos primeiro, independentemente da ordem de chegada.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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