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Prefeitura de Cuiabá implanta serviço de tomografia em UPA e agiliza atendimento emergencial em Cuiabá

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Uma iniciativa inovadora da Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), vem agilizando o atendimento emergencial na capital mato-grossense. Desde o final do mês de agosto, a UPA Leblon passou a oferecer exames de tomografia computadorizada, tornando-se a primeira Unidade de Pronto Atendimento de Cuiabá a contar com esse serviço. Desde então, já foram realizados no local 2.486 exames, promovendo mais celeridade e precisão nos diagnósticos de pacientes.

O serviço foi implementado inicialmente em uma carreta equipada da empresa fornecedora, que realizou os exames até que a sala definitiva ficasse pronta. Nesse período, entre agosto e outubro, foram realizados 976 exames na carreta. Após a finalização das adequações estruturais, os exames passaram a ser realizados na sala própria da UPA Leblon a partir de 7 de outubro, contabilizando 1.510 procedimentos até o final de novembro.

Os exames de tomografia são exclusivos para pacientes internados nas quatro UPAs da capital e na Policlínica do Pedra 90. Com isso, não há mais a necessidade de que sejam levados para hospitais para realizarem o procedimento, diminuindo a espera pelo exame. Essa iniciativa é um marco no atendimento emergencial, permitindo diagnósticos mais rápidos e eficientes, especialmente em casos que exigem uma avaliação detalhada e imediata, como traumas, AVCs e outras condições graves.

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O secretário municipal de Saúde, Deiver Teixeira, destacou a relevância da implantação do serviço. “A tomografia computadorizada na UPA Leblon é um divisor de águas para a saúde pública em Cuiabá. É a primeira vez que conseguimos disponibilizar esse recurso tão importante em uma unidade de pronto atendimento, beneficiando diretamente a população que busca atendimento emergencial. Essa inovação mostra nosso compromisso em modernizar a saúde pública e salvar vidas”, concluiu.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Preços do trigo sobem no Brasil com oferta restrita e ajuste no mercado em abril

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O mercado brasileiro de trigo encerrou abril com valorização nas principais regiões produtoras, sustentado pela oferta restrita, firmeza dos vendedores e necessidade de recomposição de estoques por parte dos moinhos. O movimento reflete um ajuste no mercado interno, especialmente diante da menor disponibilidade no Sul e da crescente exigência por qualidade do grão.

Mercado interno: escassez e qualidade sustentam preços

A baixa oferta disponível nas regiões produtoras foi determinante para a sustentação das cotações ao longo do mês. A comercialização mais seletiva, com foco em lotes de melhor qualidade, também contribuiu para o cenário de valorização.

No Paraná, a média FOB interior avançou 3% em abril, alcançando R$ 1.407 por tonelada. Já no Rio Grande do Sul, o movimento foi mais expressivo, com alta de 8%, elevando a referência para R$ 1.295 por tonelada.

O comportamento reforça um mercado mais ajustado, com menor volume disponível e maior rigor na negociação, principalmente em relação ao padrão do produto.

Acumulado de 2026 mostra recuperação relevante

No primeiro quadrimestre de 2026, a alta acumulada dos preços é significativa, indicando uma mudança importante na dinâmica do mercado desde o início do ano:

  • Paraná: +20%
  • Rio Grande do Sul: +25%
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Apesar da recuperação no curto prazo, na comparação anual as cotações ainda permanecem abaixo dos níveis registrados no mesmo período do ano anterior, com recuos de 9% no Paraná e 10% no Rio Grande do Sul.

Esse cenário evidencia que o mercado doméstico reage aos fundamentos internos, mas ainda enfrenta limitações impostas pelo ambiente externo.

Mercado externo: referência argentina e incertezas de qualidade

A Argentina segue como principal referência para a formação de preços do trigo no Brasil. Em abril, as indicações nominais para o produto com teor de proteína acima de 11,5% permaneceram estáveis, ao redor de US$ 240 por tonelada.

No entanto, o cenário internacional aponta para possíveis ajustes. O trigo hard norte-americano registrou valorização de 7,8% no mês e acumula alta de 27% em 2026, sinalizando pressão altista global.

Além disso, persistem incertezas quanto ao padrão de qualidade do trigo argentino disponível para exportação, o que pode influenciar diretamente a competitividade e os preços no mercado regional.

Câmbio limita repasse da alta internacional

Apesar do viés altista nos fundamentos domésticos e da pressão externa, o câmbio tem atuado como principal fator de contenção para os preços no Brasil.

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A valorização do real frente ao dólar reduz a paridade de importação, limitando o repasse das altas internacionais para o mercado interno. Com isso, mesmo diante de um cenário global mais firme, os avanços nas cotações domésticas ocorrem de forma mais moderada.

Tendência: mercado segue sensível à oferta e ao câmbio

A perspectiva para o curto prazo é de manutenção de um mercado ajustado, com preços sustentados pela oferta restrita e pela demanda pontual dos moinhos.

No entanto, a evolução do câmbio e o comportamento das cotações internacionais seguirão sendo determinantes para a intensidade dos movimentos no Brasil, especialmente em um cenário de integração crescente com o mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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