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Aumento no Preço do Milho Impulsiona Comercialização no Mato Grosso, Aponta Imea

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O Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou um relatório atualizado sobre a safra de milho no estado, destacando o aumento nas vendas da safra 2023/24. O levantamento revela que as negociações do cereal avançaram 3,96 pontos percentuais em novembro, alcançando 89,75% da produção, o que representa um aumento de 7,08 pontos percentuais em relação à temporada passada.

“O crescimento na comercialização é reflexo da valorização do preço do milho no estado, que teve um preço médio de R$ 58,28 por saca, um incremento de 15,02% em comparação com outubro de 2024”, explicam os analistas do Imea.

Comercialização da Safra 2024/25 Atinge 23,84%

Em relação à safra 2024/25, a comercialização alcançou 23,84% da produção estimada até o final de novembro, com um aumento de 3,11 pontos percentuais no mês. Esse número está 8,14 pontos percentuais à frente do mesmo período da safra passada, mas ainda 14,37 pontos percentuais abaixo da média das últimas cinco safras.

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“O crescimento mensal nas vendas em Mato Grosso foi impulsionado pela valorização do preço do milho e pela necessidade dos produtores de garantir seus custos com insumos para a próxima temporada”, destaca o relatório.

Com o preço em alta e a antecipação das negociações, o estado segue como um dos principais protagonistas na comercialização do cereal no Brasil.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Agro movimentou mais de R$ 31 bilhões no primeiro trimestre de 2026

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As exportações do agronegócio paulista movimentaram mais de R$ 31 bilhões no primeiro trimestre de 2026, segundo dados do Instituto de Economia Agrícola (IEA-APTA), consolidando o Estado como principal fornecedor nacional de produtos agropecuários ao mercado internacional.

O desempenho é puxado pelo complexo sucroenergético, que concentra a maior parte das vendas externas. O açúcar respondeu por 95,3% das exportações do setor no período, com forte demanda de países da Ásia e do Oriente Médio. São Paulo detém 65,3% da produção nacional voltada à exportação nesse segmento.

A citricultura mantém protagonismo. O Estado é responsável por cerca de 80% dos sucos exportados pelo Brasil, com o suco de laranja representando 97,2% da categoria e movimentando aproximadamente R$ 2,8 bilhões no trimestre, com foco na União Europeia e nos Estados Unidos.

Na diversificação da pauta, as carnes somaram cerca de R$ 5 bilhões, o equivalente a 16,1% das exportações do agro paulista, com liderança da bovinocultura. Já os produtos florestais, como celulose e papel, movimentaram aproximadamente R$ 4,3 bilhões, com a China como principal destino.

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A força do agro paulista está distribuída regionalmente. O complexo sucroenergético se concentra nas regiões de Araçatuba, Barretos e Sorocaba, enquanto a citricultura tem base nas regiões de Bauru e Central, sustentando a competitividade do Estado no mercado global.

Para dar suporte ao crescimento, o governo estadual mantém políticas de fomento como o Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (Feap), voltado ao financiamento e ao seguro rural, além de programas de incentivo à inovação e à tecnologia no campo.

Fonte: Pensar Agro

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