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Lavouras de Soja em Unaí (MG) Apresentam Boas Condições para Desenvolvimento

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As lavouras de soja no município de Unaí, localizado no noroeste de Minas Gerais, estão apresentando boas condições para o desenvolvimento das culturas, de acordo com o departamento técnico da Cooperativa Agrícola de Unaí (Coagril).

Na Grande Unaí, as lavouras de sequeiro, que ocupam 200 mil hectares, estão divididas entre as fases de floração (80%) e crescimento vegetativo (20%). Já as lavouras irrigadas por pivô estão entre as fases de floração e enchimento de grãos, em uma área cultivada de 100 mil hectares.

O departamento técnico da Coagril também informou que, apesar do tempo firme nos últimos dias, as chuvas continuam regulares na região, com previsões de precipitações significativas para os próximos dias.

Expectativa de boa produtividade

Com as condições climáticas favoráveis, os produtores estão otimistas quanto à produtividade da safra 2024/25, estimando um rendimento de 3.900 quilos por hectare. Embora haja preocupações com o controle de pragas, como a mosca branca, o percevejo marrom e lagartas, até o momento, essas questões têm sido bem gerenciadas.

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Expansão do cultivo de soja em Minas Gerais

De acordo com dados de Safras & Mercado, a área cultivada com soja no estado de Minas Gerais deve alcançar 2,35 milhões de hectares na safra 2024/25, representando um aumento de 4,4% em relação aos 2,25 milhões de hectares cultivados na safra passada. Até o dia 6 de dezembro, 100% da área havia sido semeada, superando a marca de 99% da semana anterior e os 85% registrados no mesmo período de 2023. A média dos últimos cinco anos de plantio é de 95,2%.

A produção estimada para o estado é de 8,979 milhões de toneladas, um crescimento de 7,8% em comparação com as 8,328 milhões de toneladas da safra anterior. O rendimento médio esperado é de 3.840 quilos por hectare, superando os 3.720 quilos por hectare da temporada passada.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Sementes de alta tecnologia podem elevar produtividade da soja em até 15% e reforçar margem do produtor rural

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A produtividade da agricultura brasileira está cada vez mais associada à qualidade das sementes utilizadas no campo. Estudos técnicos indicam que o uso de sementes de alta qualidade pode elevar a produtividade da soja entre 10% e 15%, tornando o insumo um dos principais fatores de impacto direto na rentabilidade da lavoura.

Em um cenário de custos elevados e margens mais estreitas, a escolha de sementes com alto vigor, germinação e uniformidade passa a ser determinante para reduzir riscos e garantir estabilidade produtiva.

Qualidade das sementes se torna ferramenta estratégica de gestão de risco

O avanço tecnológico no setor de sementes tem reposicionado o insumo como uma ferramenta de gestão de risco agrícola. Nesse contexto, empresas têm investido em processos mais rigorosos de controle de qualidade, rastreabilidade e tratamento industrial.

A Boa Safra atua com foco em qualidade industrial, armazenamento refrigerado, rastreabilidade e Tratamento Industrial de Sementes (TSI), estruturando um modelo de operação voltado à padronização e ao desempenho no campo.

A empresa mantém uma equipe técnica dedicada e três laboratórios próprios de controle de qualidade, localizados no Cerrado e na região Sul, onde são realizados testes como tetrazólio, germinação, envelhecimento acelerado, emergência em canteiro e análises visuais com apoio de inteligência artificial.

Controle rigoroso garante desempenho fisiológico das sementes

Segundo a gerente de Qualidade de Sementes da Boa Safra, Maikely Feliceti, o monitoramento contínuo ao longo de todas as etapas do processo é fundamental para assegurar o desempenho das sementes no campo.

“A semente deixou de ser apenas um insumo agrícola e passou a ser uma ferramenta de gestão de risco. Todas as nossas sementes passam por controle rigoroso desde o recebimento até a expedição, garantindo padrões elevados de emergência e vigor”, afirma.

O processo envolve análises fisiológicas, genéticas, físicas e sanitárias, assegurando maior confiabilidade e segurança ao produtor rural.

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Soja lidera, mas portfólio inclui milho, sorgo e forrageiras

Embora a soja seja o principal produto comercializado, a empresa também atua com sementes de milho, sorgo e forrageiras, ampliando sua presença em diferentes cadeias produtivas do agronegócio.

O modelo de controle de qualidade é aplicado a todas as culturas, com foco na padronização dos processos e na entrega de sementes com alto potencial produtivo.

Qualidade das sementes pode gerar ganho de até 400 kg por hectare

De acordo com estudos da Embrapa, citados por França-Neto (2025), sementes de alto vigor podem proporcionar ganhos de até 400 kg por hectare em determinadas condições de cultivo.

Para o diretor de Operação da Boa Safra, Glaube Caldas, esse impacto é relevante dentro da realidade econômica atual do produtor rural.

“Com os custos elevados por hectare e os preços da soja, variações dessa magnitude têm impacto direto na margem operacional e na rentabilidade da safra”, destaca.

Mercado de sementes valoriza logística, tecnologia e rastreabilidade

O setor de sementes passou por uma transformação nos últimos anos, com maior valorização de aspectos além do potencial genético.

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Hoje, fatores como logística eficiente, armazenamento adequado, tratamento industrial, suporte técnico e rastreabilidade são decisivos na escolha do fornecedor pelo produtor rural.

Confiança técnica e escala definem competitividade no setor

No atual ambiente de alta competitividade do agronegócio, a construção de confiança técnica tornou-se essencial para as empresas de sementes.

Segundo Glaube Caldas, o produtor rural avalia cada vez mais a consistência operacional das empresas fornecedoras.

“No agronegócio moderno, a confiança técnica é decisiva. O produtor avalia não apenas a genética, mas a consistência da entrega e da qualidade. Nosso market share de cerca de 10% reflete essa confiança do setor”, afirma.

Perspectiva reforça papel estratégico das sementes no agro brasileiro

Com o avanço da tecnologia e a intensificação dos sistemas produtivos, a tendência é que a qualidade das sementes tenha participação ainda mais relevante nos ganhos de produtividade da agricultura brasileira.

Nesse cenário, o investimento em controle de qualidade, inovação e rastreabilidade deve continuar sendo um dos principais diferenciais competitivos no setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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