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Simpósio sobre Abelhas em Risco será Realizado pela Embrapa Uva e Vinho no dia 10 de dezembro

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A Embrapa Uva e Vinho realizará no dia 10 de dezembro, das 13h30 às 17h30, em Bento Gonçalves (RS), o Simpósio “Abelhas em Risco”, com o objetivo de capacitar apicultores, meliponicultores e agentes multiplicadores para lidar com os impactos causados pela catástrofe climática de 2024 no setor apícola do Rio Grande do Sul. O evento será realizado no auditório da Embrapa e contará com vagas limitadas. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas previamente no link.

Adeliano Cargnin, chefe-geral da Embrapa Uva e Vinho, ressalta a importância do simpósio como uma plataforma de debate técnico e prático para enfrentar os desafios impostos pela crise climática na apicultura. “O evento visa proporcionar conhecimento especializado e soluções práticas para proteger e recuperar as colmeias, tanto das abelhas Apis mellifera quanto das espécies nativas”, afirma Cargnin.

Cristiano Menezes, coordenador geral do Observatório de Abelhas do Brasil e apoiador do evento, destaca que o simpósio será uma oportunidade para transformar o problema da mortalidade das colmeias em um avanço positivo para a agricultura brasileira. Ele explica que o monitoramento da saúde das abelhas ajudará a valorizar os agricultores que utilizam defensivos agrícolas de maneira responsável, uma vez que as abelhas são excelentes bioindicadores da qualidade ambiental. “Com o tempo, conseguiremos reduzir drasticamente as mortes de colmeias, o que terá um impacto positivo na agricultura brasileira no cenário internacional”, afirma Menezes.

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Palestras e Temas do Simpósio

O evento contará com uma série de palestras ministradas por especialistas da área. A pesquisadora Betina Blochtein, do Observatório de Abelhas do Brasil, abrirá o simpósio com uma análise detalhada das perdas de colmeias provocadas pelos eventos climáticos extremos, quantificando os danos e discutindo as vulnerabilidades das colmeias. Na sequência, Jenifer Dias Ramos, também do Observatório, apresentará boas práticas para proteger as abelhas diante das mudanças climáticas.

Jefferson Nunes Radaeski, da Universidade Luterana do Brasil (ULBRA), abordará técnicas específicas para o manejo de abelhas nativas, enquanto Régis Sivori Silva dos Santos, pesquisador da Embrapa, compartilhará cuidados para a manutenção das colmeias de Apis mellifera, com foco nos serviços de polinização após desastres climáticos. David Emenegildo Vicenco, representante da Federação Apícola do Rio Grande do Sul (FARGS), apresentará as iniciativas da federação para mitigar os impactos no setor. O simpósio será encerrado com uma palestra de Aline Poder Rodrigues Barbosa, representante parlamentar, que discutirá o papel do poder legislativo no apoio à apicultura e meliponicultura do Estado.

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O Simpósio “Abelhas em Risco” faz parte das ações do Programa Recupera Rural RS e conta com o apoio da Plataforma Colaborativa Sul.

Inscrições Gratuitas

Fonte: Portal do Agronegócio

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Preço do feijão carioca segue firme em julho com oferta restrita e demanda aquecida da indústria

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O mercado brasileiro de feijão carioca começou o mês de julho mantendo os preços firmes para os grãos de melhor qualidade. A sustentação das cotações é resultado da oferta ainda restrita, mesmo com o início da colheita das áreas irrigadas do Cerrado, e da demanda contínua da indústria, que segue ativa diante dos baixos estoques.

De acordo com levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), os volumes iniciais provenientes das lavouras irrigadas ainda são insuficientes para alterar o equilíbrio entre oferta e demanda. Com isso, os melhores lotes continuam sendo negociados com boa valorização.

Oferta limitada mantém preços do feijão carioca sustentados

Apesar do avanço da colheita nas áreas irrigadas de Goiás e de outras regiões do Cerrado, a disponibilidade do feijão carioca permanece reduzida.

Os primeiros lotes colhidos apresentaram boa qualidade e encontraram forte receptividade da indústria empacotadora, que mantém o ritmo das compras para recompor estoques. Ainda assim, o setor acompanha de perto o aumento gradual da oferta esperado ao longo de julho, fator que poderá influenciar o comportamento dos preços nas próximas semanas.

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Enquanto isso, a colheita da segunda safra de feijão carioca no Paraná entra em sua fase final, marcando a transição entre importantes regiões produtoras do país.

Mercado apresenta comportamentos diferentes entre as variedades

O cenário não é uniforme para todas as categorias de feijão.

Segundo o Cepea, o feijão carioca de qualidade intermediária e o feijão preto seguem registrando oscilações distintas entre as regiões produtoras. As diferenças na disponibilidade, na qualidade dos lotes e no ritmo das negociações explicam os ajustes heterogêneos observados no mercado físico.

Essa dinâmica demonstra que a formação dos preços continua altamente dependente das condições regionais de oferta e demanda.

Feijão preto pode ganhar força nas próximas semanas

No segmento do feijão preto tipo 1, o encerramento da colheita no Paraná — principal produtor nacional — altera gradualmente a postura dos agentes de mercado.

A menor área cultivada nesta temporada, somada às perdas provocadas pelas adversidades climáticas, reduziu a disponibilidade dos lotes de melhor qualidade. Diante desse cenário, produtores e detentores de estoques mantêm posições firmes nas negociações, apostando em novas valorizações caso a oferta permaneça limitada.

Perspectivas para o mercado de feijão

A expectativa do setor é de aumento gradual da oferta ao longo de julho com o avanço da colheita irrigada no Cerrado. No entanto, enquanto esse crescimento ocorrer de forma moderada e os estoques da indústria permanecerem baixos, o mercado deverá continuar favorecendo os lotes de maior qualidade.

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Especialistas avaliam que a evolução da colheita, as condições climáticas nas principais regiões produtoras e o comportamento da demanda serão determinantes para o rumo dos preços nas próximas semanas.

Destaques do mercado
  • Oferta de feijão carioca de melhor qualidade continua restrita.
  • Indústria mantém compras para recompor estoques.
  • Colheita irrigada do Cerrado avança, mas ainda com baixo volume.
  • Paraná conclui a segunda safra de feijão carioca.
  • Feijão preto segue com perspectiva de valorização devido à menor oferta.
  • Mercado permanece atento ao aumento da disponibilidade durante julho.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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