Mato Grosso

Governo de MT publica criação do Comitê Integrado e Estratégico de Combate ao Crime Organizado

Publicado em

O Governo de Mato Grosso publicou a criação do Comitê Integrado e Estratégico de Combate ao Crime Organizado (Ciecco), nesta segunda-feira (09.12), no Diário Oficial do Estado. A medida consta no Decreto nº 1.172. A primeira reunião do Ciecco já foi realizada na última segunda-feira (02).

“Precisamos estar cada vez mais integrados para combater o avanço das organizações criminosas, e o Comitê foi criado com essa finalidade. É essa união de esforços entre os Poderes que vai nos ajudar nessa missão de tolerância zero para aqueles que insistem em cometer crimes”, afirmou o governador Mauro Mendes.

O Comitê faz parte do programa Tolerância Zero ao Crime Organizado, lançado no dia 25 de novembro pelo governador Mauro Mendes, e tem como objetivo a promoção de estratégias integradas e políticas públicas com vistas à prevenção e repressão à criminalidade e o combate às organizações criminosas.

O Ciecco é presidido pelo governador Mauro Mendes e composto por representantes da Casa Civil, das Secretarias de Estado de Segurança Pública e Justiça, Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

Leia Também:  Primeira-dama do Estado abraça missão em combate ao câncer de mama em campanha do Corpo de Bombeiros Militar

Também participam do Comitê como convidados representantes dos Poderes Legislativo e Judiciário, Ministério Público Estadual e Tribunal de Contas.

Tolerância Zero

O programa Tolerância Zero ao Crime Organizado é composto por um pacote de medidas integradas para reforçar as ações de combate ao crime organizado em Mato Grosso.

Além da criação do Comitê, o Governo de Mato Grosso também anunciou o reforço nas forças de segurança, com chamamento de 394 aprovados em concursos públicos e a criação de quatro delegacias especializadas no combate ao crime organizado.

Também faz parte do programa a criação das Coordenadorias de Combate ao Crime Organizado e de Recuperação de Ativos da Polícia Civil, que irão atuar no enfrentamento à lavagem de dinheiro e na recuperação de ativos para o Estado.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Mato Grosso

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

Published

on

Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

Leia Também:  MPMT participa de audiência pública sobre "Pessoas Desaparecidas"

Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

Leia Também:  PM apreende integrante de facção com arma de fogo e munições em Cáceres

Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA