Mato Grosso

Sinfra-MT lança licitação de R$ 5,4 milhões para melhorias no aeroporto de Juína

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística de Mato Grosso (Sinfra-MT) lançou uma licitação para a execução de obras de melhoria no aeroporto de Juína.

Com valor estimado em R$ 5,4 milhões, a licitação será realizada pelo critério de menor preço, em lote único. O certame está agendado para o dia 19 de dezembro, às 9h, por meio do Sistema de Aquisições Governamentais (Siag).

A iniciativa faz parte de um conjunto de ações estratégicas do governo estadual para aprimorar a infraestrutura aeroportuária no Estado, com foco na segurança e eficiência das operações aéreas.

As obras contemplam a aplicação de Concreto Asfáltico Usinado a Quente (CAUQ) para o recapeamento das áreas operacionais do aeroporto. Isso inclui a pista de pouso e decolagem, a área de giro, a pista de táxi e o pátio destinado às aeronaves. Além disso, será realizada a sinalização horizontal de todas essas áreas, garantindo maior visibilidade e segurança para as operações.

O objetivo principal do recapeamento é a reabilitação funcional da superfície do pavimento. Essa intervenção é indicada quando o pavimento existente ainda mantém integridade estrutural considerável, mas precisa de melhorias na camada superficial para restaurar as condições adequadas de uso e segurança.

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Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

MP recomenda suspensão de novos pacientes em clínica de reabilitação

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Chapada dos Guimarães (a 65 quilômetros de Cuiabá) recomendou a suspensão imediata da admissão de novos pacientes no Centro de Tratamento Vida Serena Premier após identificar indícios de irregularidades no funcionamento da unidade. A medida foi adotada no âmbito de um inquérito civil instaurado para apurar supostas irregularidades na clínica, que atende pessoas com transtornos mentais e dependência química. As investigações começaram após denúncia encaminhada à Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso. A apuração integra ações do projeto Escuta Pró-Ativa, coordenado pela ouvidora-geral do MPMT, procuradora de Justiça Eliana Cícero de Sá Maranhão Ayres Campos, que realiza visitas técnicas para verificar as condições de atendimento em unidades de acolhimento e tratamento. Neste ano, o projeto já promoveu fiscalizações em penitenciárias de Cuiabá e Várzea Grande, além de comunidades terapêuticas e clínicas localizadas em Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. Durante as inspeções, relatórios técnicos apontaram possíveis inconsistências entre o licenciamento da unidade e as atividades efetivamente desenvolvidas no local. Em inspeção realizada na instituição, foram identificados cerca de 43 pacientes acolhidos. Também foram constatadas possíveis inadequações estruturais e indícios da realização de procedimentos típicos de unidades médico-hospitalares. De acordo com a promotoria, a fiscalização realizada pelo Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) constatou que a unidade realiza internações voluntárias, involuntárias e compulsórias. O relatório também apontou incompatibilidades entre os serviços prestados e o licenciamento sanitário então vigente, além de outras inconformidades administrativas e técnicas. O Ministério Público também constatou, durante a inspeção, a ausência de licença sanitária válida para o funcionamento da clínica. Conforme o procedimento, o alvará anteriormente apresentado perdeu a vigência e, até o momento, não houve comprovação da obtenção de uma nova autorização. Para o promotor de Justiça Leandro Volochko, a medida tem caráter preventivo e busca garantir a proteção dos pacientes. “Nosso objetivo é resguardar a saúde e a segurança das pessoas acolhidas enquanto os órgãos competentes analisam a regularidade do funcionamento da unidade e das atividades desenvolvidas no local”, destacou. Além da recomendação para suspender novas internações, a Promotoria requisitou informações sobre os pacientes atualmente acolhidos e determinou o envio de ofícios à Vigilância Sanitária e ao CRM-MT para a realização de novas fiscalizações.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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