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Recorde na Suinocultura Goiana: Preço do Suíno Vivo Ultrapassa R$10

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O preço do suíno vivo em Goiás atingiu um recorde histórico na segunda quinzena de novembro, conforme levantamento realizado pela Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS). O valor por quilo do animal chegou a R$ 10,10, marcando um impressionante aumento de 50,74% em relação a janeiro deste ano, quando o preço era de R$ 6,70. Esse crescimento vem proporcionando aos suinocultores goianos uma recuperação significativa das perdas acumuladas durante as crises enfrentadas pelo setor nos últimos quatro anos.

A valorização do mercado é impulsionada pela alta demanda tanto interna quanto externa. De acordo com dados da Associação Goiana de Suinocultores (AGS), as exportações de carne suína de Goiás cresceram 8% desde maio de 2024. Com o aumento das cotações do produto, o setor da suinocultura brasileira está projetado para fechar o ano com uma produção estável, um recorde de exportações e uma demanda aquecida no mercado interno.

A pesquisa Agro em Dados, elaborada pela Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), aponta que o mês de agosto registrou o terceiro maior volume de exportações de carne suína de Goiás. O mês se destacou tanto em termos de volume quanto de valor, com um crescimento de 4,4% e 15,9%, respectivamente, em comparação a 2023.

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A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projeta uma maior demanda pela carne suína no mercado doméstico em 2024, com uma expectativa de aumento de 3% nas exportações em relação ao ano anterior.

Pedro Leonardo Rezende, titular da Seapa, acredita que o setor continuará a se recuperar após a crise dos últimos anos. “Com a recuperação em 2024, o setor tem grande potencial para continuar crescendo e alcançar novos recordes no Estado. A expectativa é que esse cenário se consolide em 2025”, afirmou o secretário.

Rezende também ressaltou a importância das pesquisas realizadas, que fornecem uma visão abrangente do panorama da suinocultura e auxiliam na formulação de estratégias para fortalecer o setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de carne suína batem recorde histórico em maio e reforçam força do agronegócio brasileiro

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As exportações brasileiras de carne suína atingiram um novo marco em maio de 2026. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil embarcou 127,9 mil toneladas de carne suína in natura e processada, estabelecendo o maior volume já registrado para o mês desde o início da série histórica, em 1997.

O resultado confirma a forte presença do produto brasileiro no mercado internacional e reforça a competitividade da cadeia suinícola nacional, que vem ampliando sua participação em diversos destinos ao redor do mundo.

Recorde para o mês de maio

Embora o volume exportado tenha ficado 7,5% abaixo do registrado em abril, o desempenho superou em 8,8% os embarques realizados em maio de 2025, consolidando um novo recorde histórico para o período.

Segundo análises do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o resultado demonstra a capacidade do setor de manter um fluxo consistente de vendas externas, mesmo diante das oscilações naturais da demanda global.

Exportações seguem sustentando o mercado

O Cepea destaca que os embarques brasileiros de carne suína têm apresentado desempenho sólido ao longo de 2026. Apesar de recuos pontuais em alguns meses, o volume exportado continua registrando crescimento na comparação com o ano anterior.

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Esse cenário reflete os esforços da cadeia produtiva para ampliar mercados e fortalecer a presença da proteína brasileira no comércio internacional, estratégia que tem sido fundamental especialmente durante o primeiro semestre, período em que a demanda externa costuma ser mais moderada.

Competitividade brasileira impulsiona vendas

A expansão das exportações também evidencia a competitividade da suinocultura nacional, apoiada por ganhos de produtividade, avanços sanitários e diversificação dos mercados compradores.

O desempenho das vendas externas contribui para o equilíbrio do mercado interno, oferecendo maior escoamento da produção e ajudando a sustentar a rentabilidade dos produtores em um cenário de desafios relacionados aos custos de produção e às oscilações dos preços das proteínas.

Perspectivas para 2026

Com os resultados acumulados até agora, o setor mantém expectativas positivas para o restante do ano. A continuidade da abertura de mercados, o fortalecimento das relações comerciais e a crescente demanda por proteína animal em diversos países podem favorecer novos avanços nas exportações brasileiras.

Caso o ritmo de embarques seja mantido nos próximos meses, 2026 poderá consolidar-se como mais um ano de destaque para a carne suína brasileira no mercado global, ampliando a participação do país entre os principais exportadores mundiais da proteína.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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