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ANPII Bio Oferece Curso Online sobre Fixação Biológica de Nitrogênio para Agricultura Sustentável

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Em resposta à crescente demanda por práticas agrícolas sustentáveis, a ANPII Bio (Associação Nacional de Promoção e Inovação da Indústria de Biológicos) disponibiliza gratuitamente, e de forma online, um curso sobre Fixação Biológica de Nitrogênio (FBN). Lançado em 2020, o curso já foi assistido por mais de 4.500 alunos e tem como objetivo disseminar técnicas que possibilitam às plantas capturar o nitrogênio atmosférico, convertendo-o em uma forma utilizável e reduzindo a dependência de fertilizantes químicos.

A FBN é uma prática essencial que aumenta a produtividade das lavouras, ao mesmo tempo em que contribui para a sustentabilidade do solo e para a redução das emissões de gases de efeito estufa. “É fundamental combinar sustentabilidade com rentabilidade. A ANPII Bio atua para garantir um mercado com produtos de qualidade, promovendo o conhecimento técnico-científico para que os insumos biológicos sejam utilizados corretamente no campo”, afirma Solon Cordeiro de Araújo, Conselheiro Fundador da ANPII Bio.

O curso abrange diversos aspectos da FBN, desde a introdução ao papel do nitrogênio no solo até o processo de fixação nas leguminosas, e o uso de inoculantes. Módulos específicos exploram inovações como a coinoculação com Azospirillum, que tem mostrado resultados positivos na soja e outras gramíneas. “Estamos observando novas tendências para aumentar a eficiência da FBN, como o uso de cepas mais eficazes e consórcios com outros microrganismos benéficos. A soja, por exemplo, tem mostrado altos níveis de produtividade por meio dessa técnica”, explica Araújo.

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Além de promover o uso correto dos inoculantes, o curso oferece uma base sólida para os agricultores aprenderem como armazená-los adequadamente, garantindo melhores resultados. “O curso é uma excelente oportunidade para os agricultores entenderem como a correta aplicação dos inoculantes pode melhorar os resultados no campo”, afirma Araújo.

A versão atualizada do curso, lançada em 2023, já foi acessada por mais de 600 alunos e inclui dados atualizados de pesquisas, além de uma reorganização do conteúdo para melhor compreensão dos participantes. As aulas, que estão disponíveis em formato de vídeo, também contam com materiais em PDF, proporcionando uma experiência de aprendizado mais dinâmica. A ANPII Bio direciona a qualificação principalmente para estudantes de agronomia, biologia e cursos técnicos voltados para o agronegócio, mas o conteúdo é acessível a agricultores e consultores de todas as regiões do Brasil, além de estudantes do Paraguai.

Carlos Alcides Villalba Algarin, mestrando em Solos e Nutrição de Plantas na USP-ESALQ, compartilha sua experiência com o curso: “O curso é bem estruturado e fornece um conteúdo claro e relevante. Aprendi sobre o papel dos microrganismos na agricultura e como eles são essenciais para aumentar a produtividade e reduzir o uso de adubos químicos. Estou ansioso para aplicar essas técnicas nas minhas lavouras”.

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Com a crescente demanda por bioinsumos, a ANPII Bio se compromete a expandir sua oferta de cursos para abordar outros temas relevantes no setor, ajudando a impulsionar uma agricultura mais eficiente e sustentável. “Esperamos ver uma adoção maior dessas tecnologias nos próximos anos e continuaremos a oferecer cursos atualizados que reflitam as inovações do setor”, conclui Solon Cordeiro de Araújo.

Para mais informações e inscrições, acesse o site oficial da ANPII Bio: www.anpii.org.br

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado de arroz enfrenta pressão de oferta e demanda enfraquecida, aponta Itaú BBA

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O mercado brasileiro de arroz segue enfrentando um cenário de forte pressão sobre os preços, reflexo da ampla disponibilidade do cereal e da demanda doméstica enfraquecida. A avaliação consta no relatório Agro Mensal, divulgado pela Consultoria Agro do Itaú BBA, que apresenta uma análise detalhada dos principais fatores que influenciam a cadeia produtiva do arroz no Brasil e no mercado internacional.

De acordo com o levantamento, a conclusão da colheita da safra 2024/25 consolidou um quadro de oferta elevada, especialmente nos principais estados produtores. O aumento da produção, combinado com um ritmo mais lento de comercialização, tem contribuído para a manutenção dos preços em patamares inferiores aos registrados nos últimos ciclos.

Oferta elevada amplia pressão sobre as cotações

A produção robusta registrada nesta temporada elevou a disponibilidade de arroz no mercado interno. Com estoques mais confortáveis e maior volume de produto à disposição dos compradores, os preços vêm apresentando dificuldades para reagir.

Segundo a análise do Itaú BBA, a combinação entre aumento da oferta e consumo doméstico moderado tem reduzido o poder de negociação dos produtores, que enfrentam margens mais apertadas diante dos custos de produção ainda elevados.

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Além disso, a concorrência com arroz importado e o comportamento cauteloso da indústria beneficiadora contribuem para um ambiente de comercialização mais lento.

Exportações ganham importância para o setor

Diante da pressão no mercado interno, as exportações assumem papel estratégico para equilibrar a oferta disponível no país. O desempenho das vendas externas será um dos principais fatores a serem monitorados ao longo dos próximos meses.

O relatório destaca que a competitividade do arroz brasileiro no mercado internacional dependerá de aspectos como taxa de câmbio, logística e comportamento dos preços globais. Um avanço consistente das exportações poderia ajudar a reduzir a pressão sobre os estoques e oferecer sustentação às cotações domésticas.

Mercado internacional também influencia preços

No cenário externo, a dinâmica de oferta dos principais países exportadores continua sendo um fator relevante para a formação dos preços. Alterações na produção de grandes fornecedores globais podem impactar o fluxo de comércio internacional e criar oportunidades para o arroz brasileiro.

Ao mesmo tempo, a recuperação gradual da oferta mundial após períodos de restrições em importantes países produtores tende a limitar movimentos mais expressivos de valorização no mercado global.

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Perspectivas para os próximos meses

Para o restante do ano, a expectativa é de continuidade de um mercado amplamente abastecido, com os preços dependendo da evolução da demanda doméstica e do desempenho das exportações.

Os analistas do Itaú BBA ressaltam que o setor deverá acompanhar de perto o comportamento dos estoques, o ritmo de comercialização e as condições do mercado internacional. Esses fatores serão determinantes para definir o equilíbrio entre oferta e demanda e o direcionamento das cotações nos próximos meses.

Embora o cenário atual seja desafiador para os produtores, oportunidades podem surgir caso haja recuperação do consumo ou avanço mais significativo das exportações brasileiras, contribuindo para uma melhor sustentação dos preços ao longo da temporada.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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