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Idealizado pela primeira-dama Márcia Pinheiro, o Siminina Sorridente inicia tratamento ortodôntico para 180 assistidas pelo programa social

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Os cuidados com a saúde bucal vão além de prevenir problemas odontológicos, eles também impactam diretamente na autoestima, especialmente entre as crianças. Pensando nisso, a Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência, deu início nesta quarta-feira (4) ao tratamento ortodôntico de 180 meninas atendidas pelo Programa Siminina. A ação faz parte do projeto Siminina Sorridente, idealizado pela primeira-dama Márcia Pinheiro.

A iniciativa inclui desde exames de imagem para garantir a instalação correta dos aparelhos dentários até manutenções e outros tratamentos necessários, respeitando as particularidades de cada paciente. “A saúde bucal é fundamental, não só para evitar problemas futuros, mas também para fortalecer a autoestima das crianças. Por isso, lutamos para implantar o Siminina Sorridente. Queremos que as nossas meninas se sintam livres para sorrir, gargalhar e serem felizes”, destacou Márcia Pinheiro.

Durante a triagem, foram avaliadas as condições ortodônticas de cada participante, considerando a anatomia e o estágio de desenvolvimento da dentição permanente. Nesta primeira etapa, 23 meninas foram selecionadas para iniciar o tratamento. “Estamos priorizando aquelas que atendem todos os critérios para um tratamento ortodôntico eficaz e confortável. O objetivo é garantir todo o suporte necessário para que o processo seja seguro e para que cada uma delas saia daqui com um sorriso ainda mais bonito”, explicou a coordenadora do Programa Siminina, Dalma Beatriz.

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A dentista Denise Caffe, especialista em ortodontia, será a responsável pelo acompanhamento técnico das assistidas. Para ela, o projeto tem um impacto transformador. “Essa iniciativa da primeira-dama é fantástica. Além de melhorar a saúde bucal, promove benefícios como uma respiração adequada, fala mais clara, melhor mastigação e até um sono de qualidade. É emocionante contribuir para o desenvolvimento dessas meninas em um programa tão especial”, afirmou a profissional.

O entusiasmo também ficou evidente entre as participantes. Durante os exames iniciais, muitas já discutiam as cores dos elásticos que escolheriam para os aparelhos. “Eu vou começar com roxo, depois coloco rosa para combinar com o uniforme, que é todo rosa. Mas primeiro vai ser roxo, porque é minha cor preferida. Eu já queria colocar aparelho porque meus dentes me incomodavam, agora vou poder fazer todo o tratamento”, celebrou Sara Mendes, de 10 anos.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Antimicrobianos na produção animal: Phibro esclarece debates regulatórios e reforça que não há proibição de moléculas no Brasil

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A recente discussão sobre possíveis restrições ao uso de antimicrobianos na produção animal tem gerado dúvidas entre produtores rurais, nutricionistas, médicos-veterinários e demais agentes da cadeia de proteína animal. O debate ganhou força após a divulgação de informações sobre solicitações encaminhadas ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) por entidades representativas do setor, envolvendo moléculas amplamente utilizadas nos sistemas produtivos brasileiros.

Diante do cenário, a Phibro Saúde Animal divulgou esclarecimentos técnicos para reforçar que, até o momento, não existe qualquer proibição generalizada de moléculas como monensina, lasalocida, narasina, salinomicina e virginiamicina no Brasil.

Debate está ligado a exigências de mercados internacionais

Segundo a empresa, as discussões regulatórias estão relacionadas principalmente aos protocolos sanitários exigidos por determinados mercados importadores, com destaque para a União Europeia e o Reino Unido.

A Phibro destaca que a legislação europeia não proíbe automaticamente essas moléculas. O foco das restrições está na finalidade de uso dos antimicrobianos, especialmente quando empregados como promotores de crescimento, melhoradores de desempenho ou ferramentas para aumento da produtividade em animais sadios.

Na prática, o debate regulatório não está centrado nos princípios ativos em si, mas sim na indicação zootécnica associada ao seu uso.

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Produtos seguem autorizados conforme registros vigentes

A empresa reforça que não houve, até o momento, publicação de nova regulamentação por parte do MAPA que altere as condições de uso de moléculas como monensina, lasalocida, narasina ou salinomicina.

Dessa forma:

  • Os produtos continuam podendo ser utilizados conforme os registros e indicações aprovados;
  • Não existe proibição automática dessas tecnologias;
  • Eventuais mudanças dependerão de manifestação oficial e publicação dos órgãos reguladores competentes.

A Phibro alerta que não é correto afirmar que a simples utilização dessas moléculas inviabilize a comercialização de animais ou produtos destinados ao mercado.

Finalidade de uso é o principal critério regulatório

Um dos pontos centrais destacados pela empresa é que uma mesma molécula pode possuir diferentes indicações aprovadas pelos órgãos reguladores.

Dependendo do produto e do registro concedido, o princípio ativo pode ser utilizado para:

  • Controle, prevenção ou tratamento de enfermidades específicas;
  • Controle da coccidiose, condição que impacta diretamente a saúde e o bem-estar animal;
  • Melhoria do desempenho produtivo de animais sadios.

Por esse motivo, a avaliação regulatória considera a finalidade do uso e as indicações aprovadas para cada produto, e não apenas a presença da molécula na formulação.

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Virginiamicina passa por processo de transição regulatória

No caso da virginiamicina, a situação possui características específicas.

O MAPA publicou a Portaria SDA nº 1.617, de 24 de abril de 2026, estabelecendo a descontinuação do uso da molécula como melhorador de desempenho e definindo um período de transição para adequação do mercado.

Paralelamente, a Phibro informou que aguarda a conclusão do processo regulatório para ampliação do registro da virginiamicina para uso terapêutico.

Caso a autorização seja concedida, a molécula poderá continuar sendo utilizada sob prescrição e acompanhamento de médico-veterinário para ações de prevenção e controle de enfermidades, preservando uma ferramenta considerada importante para a saúde animal, o bem-estar dos rebanhos e a eficiência produtiva.

Empresa defende informação baseada em ciência

A Phibro informou que acompanha de forma permanente a evolução das discussões junto aos órgãos reguladores e às entidades representativas da cadeia pecuária.

Segundo a companhia, o compromisso é manter produtores, técnicos e parceiros atualizados com informações fundamentadas em evidências científicas e alinhadas às regulamentações vigentes, contribuindo para decisões mais seguras e para a adequação dos sistemas produtivos às exigências dos mercados nacionais e internacionais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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