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Tribunal de Justiça de Mato Grosso conquista Selo Ouro do Prêmio CNJ de Qualidade

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É ouro! Pelo quinto ano consecutivo o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) conquistou o Selo Ouro do Prêmio CNJ de Qualidade e se mantém entre os melhores tribunais do país. O resultado foi divulgado nesta terça-feira (03 de dezembro) pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), durante o 18º Encontro Nacional do Poder Judiciário, que está sendo realizado em Campo Grande (MS). Concorreram ao prêmio os 91 tribunais do país.
 
A presidente do TJMT, desembargadora Clarice Claudino da Silva, afirmou que o momento é de comemoração e agradecimento a todos os servidores e magistrados que, com comprometimento de prestar um excelente serviço judicial à população, obtiveram o resultado.
 
“Mais uma vez o nosso Tribunal está entre os maiores desempenhos do país. Quero parabenizar e agradecer a cada pessoa que faz parte do Poder Judiciário de Mato Grosso, que se comprometeu para que nossos números superassem os do ano passado. Para 2025, a meta é conquistar o Selo Diamante. Estamos quase lá e mantemos o otimismo e a confiança na continuidade do empenho de todas as áreas”, disse a desembargadora.
 
O corregedor-geral de Justiça do TJMT, desembargador Juvenal Pereira da Silva, também agradeceu o empenho de todos que compõem o Poder Judiciário mato-grossense.
 
“Aproveito a oportunidade de termos recebido o Selo Ouro para agradecer a todos os magistrados, servidores e demais colaboradores do Primeiro e Segundo Grau, pelo empenho, desprendimento e eficiência que nos possibilitaram esta efusiva conquista. O mérito é de vocês. Tenham minha gratidão.”
 
A gestora dos Projetos Estratégicos, juíza auxiliar da Presidência Viviane Rebelo Britto, disse que o Selo Ouro é o reconhecimento pelo esforço de todos que fazem o trabalho do Poder Judiciário de Mato Grosso.
 
“Pelo quinto ano consecutivo conseguir a pontuação suficiente para manter o Ouro é extraordinário. Estamos todos de parabéns por todo o esforço que foi feito e só tenho a agradecer a todos os servidores, magistrados, colaboradores, todos que contribuíram para esse prêmio”, enfatizou a magistrada.
 
Prêmio CNJ de Qualidade
 
O prêmio foi criado em 2019 em substituição ao Selo Justiça em Números, implementado desde 2013. Muitos critérios foram aperfeiçoados ao longo dos anos e incluídos no regulamento. A premiação é dividida em quatro eixos principais: Governança; Produtividade; Transparência; e Dados e Tecnologia.
 
Todos os tribunais participam do Prêmio CNJ de Qualidade – exceto o Supremo Tribunal Federal (STF). Ao todo, são quatro Tribunais Superiores, 27 Tribunais de Justiça (TJs), seis Tribunais Regionais Federais (TRFs), 24 Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs), 27 Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) e três Tribunais de Justiça Militar (TJMs) dos Estados.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Foto 1: Mostra o certificado do Selo Ouro, com arte em amarelo e dourado onde se lê: Prêmio CNJ de Qualidade 2024 – Selo Ouro. O Conselho Nacional de Justiça concede o Prêmio CNJ de Qualidade 2024, Categoria Justiça Estadual Médio Porte, nos termos da Portaria CNJ nº 353/2023 ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso. Campo Grande/MS, 03 de dezembro de 2024. Assina o ministro Luís Roberto Barroso – presidente do STF e CNJ. Foto 2: Na foto colorida panorâmica estão seis pessoas, três homens e três mulheres. Eles representam o TJMT no evento nacional dos Tribunais de Justiça, onde receberam o prêmio CNJ. Da esquerda para a direita estão o coordenador da Coordenadoria de Planejamento do TJMT, Afonso Maciel; assessora especial da presidência, Vanessa Pereira de Oliveira; a gestora dos Projetos Estratégicos, juíza auxiliar da Presidência Viviane Rebelo Britto; a presidente do TJMT, desembargadora Clarice Claudino da Silva; o corregedor-geral de Justiça, desembargador Juvenal Pereira da Silva; e juiz auxiliar da Corregedoria Geral da Justiça de Mato Grosso, Emerson Luis Pereira Cajango. Todos estão em pé, olhando para a câmera e sorrindo. Eles estão numa área externa onde, no gramada há um letreiro branco e grande “18º ENPJ”.
 
Marcia Marafon
Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Brincadeira no trabalho tem limite: quando vira constrangimento

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Arte gráfica roxa aborda assédio e não violência, com ilustração de pessoas e informações institucionais.Brincar com os colegas e agir com bom humor no ambiente de trabalho é uma forma saudável de torná-lo mais leve, agradável e de integrar a equipe. No entanto, brincadeiras encontram limite na dignidade do destinatário, ou seja, são permitidas desde que não ofendam ninguém.

Para fins de acesso ou manutenção da relação de trabalho, a Lei n. 9.029/1995 proíbe qualquer prática discriminatória por motivo de sexo, origem, raça, cor, estado civil, situação familiar, reabilitação profissional, idade, entre outros. Então, assuntos que atinjam a intimidade e a individualidade, como os citados acima, não devem servir de pano de fundo para ferir a honra de outra pessoa.

Alguns exemplos de “brincadeiras” abusivas são: dar apelidos pejorativos, fazer piadas direcionadas a determinada pessoa, presentear com objetos constrangedores, divulgar “memes” com a imagem da pessoa, impor punições vexatórias, como dancinhas, prendas, além de promover dinâmicas em grupo com interação forçada com contato físico.

Vale lembrar que essas atitudes, quando realizadas com frequência, configuram assédio moral ou até mesmo assédio sexual, pois atentam contra a dignidade da pessoa e têm consequências graves para a vítima, como dores generalizadas, palpitações, distúrbios digestivos, pressão alta, alteração do sono, irritabilidade, crises de choro, abandono das relações pessoais, estresse e ansiedade, entre outros.

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Existem formas simples de evitar o assédio e a discriminação. Praticar a empatia é a primeira delas, ouvindo e percebendo como cada pessoa reage às chamadas “brincadeiras”. Falar com respeito, sem gritos e palavras ofensivas também é o esperado em qualquer ambiente. Pequenas conversas sobre como você se sente e quais são suas expectativas profissionais podem gerar a empatia mútua e evitar conflitos.

Apoio institucional – O Poder Judiciário de Mato Grosso conta com a Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação para atuar na prevenção e combate dos casos de assédio no âmbito institucional. Na linha da prevenção, são realizadas capacitações em grupos e divulgado o Guia de Combate ao Assédio, que pode ser acessado na página da Comissão no portal do TJMT.

Também é disponibilizado um canal de manifestação, aberto a magistrados(as), servidores(as), estagiários(as), colaboradores(as) credenciados(as) e quaisquer outros prestadores(as) de serviços, independentemente do vínculo jurídico mantido. Para acessar o formulário para registro da notícia do fato, basta clicar no banner da Comissão, localizada na página inicial do portal do TJMT. Depois, clicar em “Canal de Manifestação”.

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Seguindo a Resolução n. 351, de 28 de outubro de 2020, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), é garantido o sigilo e o compromisso de confidencialidade no encaminhamento da notícia de assédio ou discriminação, sendo vedado o anonimato, visando proteger o direito à intimidade e a integridade psíquica da pessoa noticiante, sendo exigido o seu consentimento expresso para qualquer registro ou encaminhamento formal do relato.

Além disso, a mesma resolução proíbe qualquer forma de retaliação contra a pessoa noticiante, seja a vítima, a testemunha ou qualquer indivíduo que, de boa-fé, relate, testemunhe ou colabore na apuração de condutas de assédio ou discriminação. A pessoa que pratica retaliação pode ser responsabilizada disciplinar ou funcionalmente, conforme a legislação aplicável.

Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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