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Ionóforos Mostram Eficácia no Controle da Coccidiose em Frangos de Corte

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Durante a Conferência Científica Latino-Americana da Poultry Science Association (PSA Latam), realizada em Foz do Iguaçu (PR), a Phibro Saúde Animal apresentou os resultados de um estudo sobre o controle da coccidiose em frangos de corte. O trabalho, intitulado “Eficácia e desempenho anticoccidiano em frangos de corte alimentados com diferentes ionóforos na presença de um desafio com Eimerias de campo do Brasil”, avaliou os ionóforos semduramicina, monensina e salinomicina em aves de 1 a 42 dias de idade.

Patricia Rocha, gerente sênior de Serviços Técnicos da Phibro, destacou que os resultados demonstraram que a semduramicina e a salinomicina são mais eficazes no controle da coccidiose sem comprometer o desempenho das aves. Esses ionóforos apresentaram escores de lesão mais baixos em comparação aos grupos controle e aos tratados com monensina, comprovando maior eficiência no combate à doença.

A especialista enfatizou ainda a importância da rotação de ionóforos de classes distintas, como a semduramicina (glicosídico) e a salinomicina (monovalente), para prevenir o desenvolvimento de resistência ao tratamento. O estudo foi conduzido com cepas brasileiras de Eimeria acervulina, Eimeria maxima e Eimeria tenella, parasitas responsáveis pela coccidiose em frangos. Patricia alertou que a eficácia dos ionóforos pode variar conforme a região e o histórico de programas anticoccidianos aplicados em cada localidade.

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Além do controle da coccidiose, os ionóforos semduramicina e salinomicina também promoveram melhor desempenho na conversão alimentar, aumentando a eficiência do aproveitamento da ração. Esses resultados reforçam a relevância de práticas de manejo adequadas para otimizar a produção e garantir a saúde dos animais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de pescado caem 54% e setor se preocupa com novo tarifaço

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A possibilidade de os Estados Unidos ampliarem em 25% as tarifas sobre produtos brasileiros exportados para o mercado norte-americano surge em um momento de retração das vendas externas da piscicultura. Dados do Departamento de Economia Rural (Deral) mostram que as exportações de pescados do Paraná caíram 54% no primeiro quadrimestre de 2026, totalizando cerca de 1,2 mil toneladas embarcadas.

O Paraná lidera a produção nacional de tilápia e concentra parte relevante das exportações brasileiras da espécie. Em 2025, o Brasil produziu cerca de 968 mil toneladas de peixes de cultivo, das quais aproximadamente 660 mil toneladas foram de tilápia, segundo dados da Peixe BR.

A tilápia respondeu por mais de 86% dos embarques paranaenses no período. Os Estados Unidos permanecem como principal destino do produto brasileiro, fator que aumenta a atenção do setor às discussões comerciais em andamento no mercado norte-americano.

O novo tarifaço dos EUA ainda está em fase de consulta pública e os produtos que poderão ser atingidos não foram oficialmente definidos. Mesmo assim, o tema já mobiliza exportadores de diferentes segmentos do agronegócio devido ao peso do mercado norte-americano nas vendas externas brasileiras.

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A queda registrada no Paraná interrompe uma trajetória de expansão observada nos últimos anos, período em que o Estado consolidou sua posição como principal produtor nacional de tilápia e ampliou sua participação nas exportações de pescado.

Representantes da cadeia produtiva avaliam que a definição sobre as tarifas poderá influenciar o ritmo dos embarques nos próximos meses, especialmente em segmentos com forte concentração de vendas para os Estados Unidos.

Fonte: Pensar Agro

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