AGRONEGÓCIO

Comercialização de Milho Acelera no Mato Grosso com Alta de Preços, Informa Imea

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O Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou um novo relatório sobre a safra de milho no estado, apontando que a comercialização da safra 2023/24 avançou 6,60 pontos percentuais em outubro, atingindo 85,79% do total estimado. Esse percentual representa um crescimento de 9,01 pontos em relação ao mesmo período da safra anterior (2022/23), mas ainda está 3,12 pontos percentuais abaixo da média dos últimos cinco anos.

Conforme o Imea, esse avanço nas vendas foi motivado por uma alta de 15,51% no preço médio do milho no estado, que fechou outubro de 2024 em R$ 50,67 por saca.

Safra 2024/25

Para a safra 2024/25, a comercialização também teve um crescimento considerável, chegando a 20,87% da produção estimada ao final de outubro, com um aumento de 5,33 pontos percentuais no último mês. Esse avanço foi atribuído tanto ao aumento dos preços quanto à necessidade dos produtores de garantir custos para o próximo ciclo.

O preço médio negociado para a safra futura foi de R$ 42,62 por saca, apresentando uma valorização de 4,03% em relação a setembro de 2024.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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