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Secretaria Municipal de Saúde divulga portaria para revisão completa na fila de regulação do SUS

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A Secretaria Municipal de Saúde implementou uma portaria que estabelece a atualização cadastral e a revisão da fila de espera na regulação do Sistema Único de Saúde no município. A medida tem o objetivo de otimizar o acesso aos serviços de saúde e aumentar a eficiência na prestação de atendimento aos usuários, buscando garantir a integralidade do atendimento, promovendo melhores condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde dos cidadãos. A Portaria, de nº 201/2024/SMS, foi publicada na Gazeta Municipal nº 959, de 26 de setembro.

Ela prevê a implementação de um processo de atualização cadastral dos usuários do SUS para assegurar que os dados estejam corretos no sistema de regulação (SISREG). Além disso, será realizada uma revisão completa da fila de espera para exames, consultas com especialistas e cirurgias eletivas, com a exclusão imediata de pacientes falecidos, duplicidades e solicitações incorretas. Entre as medidas emergenciais para assegurar a eficiência do processo estão o cruzamento de dados entre sistemas de saúde e a realização de uma busca ativa por meio de visitas domiciliares e contatos telefônicos com os usuários. “A busca ativa já está sendo realizada pelos agentes comunitários de saúde. Pessoas que têm algum procedimento na fila de espera podem procurar o agente comunitário da sua área ou comparecer à unidade básica de sua região para realizar a atualização cadastral. Essa atualização é imprescindível para que o paciente seja encontrado quando for contatado”, comentou Deiver Teixeira, secretário municipal de saúde.

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Caso os usuários não sejam localizados, seus nomes serão divulgados em edital na Gazeta Municipal, e terão um prazo de 30 dias para manifestar interesse em continuar na fila de espera. Os prazos estabelecidos pela portaria são rigorosos, garantindo que as atualizações sejam feitas dentro do período determinado e que os usuários que não responderem à convocação sejam excluídos da fila de regulação.

A Secretaria Municipal de Saúde disponibiliza canais de atendimento para esclarecer dúvidas e fornecer mais informações sobre o processo de atualização cadastral e revisão da fila de espera. Os interessados podem entrar em contato pelos telefones (065) 3318-6227, (065) 3318-6211, (065) 3614-6221, (065) 3614-6220, (065) 3614-6222, (065) 3318-6200, (065) 3318-6224 e (065) 3318-6225.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Guerra Irã-EUA eleva preços de fertilizantes e já pressiona custos da safra 2026/2027

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A escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã já provoca impacto direto sobre os custos do agro. Os preços da ureia subiram entre 33% e 48% nas últimas semanas, enquanto a amônia anidra avançou cerca de 39%, em um movimento puxado pela alta do gás natural e pelas restrições logísticas no Estreito de Ormuz, rota estratégica para exportação de insumos.

O Brasil, que importa cerca de 85% dos fertilizantes que consome, segundo a Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA), sente o reflexo imediato. Parte relevante da ureia utilizada no País vem do Oriente Médio, o que amplia a exposição ao conflito e eleva o risco de novos aumentos no curto prazo.

O impacto ocorre justamente no momento de planejamento da safra 2026/27. Com custos mais altos, produtores começam a rever estratégias, postergar compras e buscar alternativas para reduzir o peso dos insumos no orçamento, especialmente em culturas como soja e milho, mais intensivas em fertilização.

Além da matéria-prima, o frete também entrou na equação. A tensão na região elevou o preço do petróleo e aumentou o custo do transporte marítimo, pressionando ainda mais o preço final dos fertilizantes no Brasil.

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Diante desse cenário, o governo federal discute medidas para amortecer o impacto. Entre as alternativas está a criação de um mecanismo de subvenção para fertilizantes dentro do Plano Safra 2026/27, com uso de crédito subsidiado para reduzir o custo ao produtor.

Outra frente envolve ações estruturais. O governo pretende ampliar a produção nacional por meio do Plano Nacional de Fertilizantes e de linhas de financiamento via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), na tentativa de reduzir a dependência externa, considerada um dos principais gargalos do setor.

Do lado produtivo, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) tem pressionado por medidas emergenciais, como a redução de custos logísticos e tributários, incluindo pedidos de isenção do Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM), taxa cobrada sobre o transporte marítimo, que encarece a importação de fertilizantes.

Na prática, a combinação de alta dos insumos, frete mais caro e incerteza geopolítica cria um ambiente de maior risco para o produtor. A definição dos custos da próxima safra deve ocorrer sob volatilidade elevada, com impacto direto sobre margem e decisão de plantio.

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Fonte: Pensar Agro

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