AGRONEGÓCIO

Prefeitura de Cuiabá entrega kits de uniforme para mais de mil Simininas; Márcia Pinheiro destaca compromisso educacional e psicológico com as participantes

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência, iniciou a entrega de kits de uniformes para cerca de 1,2 mil meninas, de 6 a 14 anos, atendidas pelo programa Siminina. As primeiras unidades beneficiadas foram as dos bairros Novo Paraíso, Três Barras, 1º de Março, Chácara dos Pinheiros, Jardim Leblon, Renascer e Bela Vista. Até o final do mês, todas as beneficiárias serão atendidas.

Durante a administração de Emanuel Pinheiro, o Siminina se consolidou como uma ferramenta essencial para o crescimento educacional, psicológico e social das participantes. “Com o apoio da primeira-dama Márcia Pinheiro, o programa alcançou um patamar de excelência. Márcia se dedica diariamente a estudar e formatar ações que impactem positivamente a vida de cada menina e de suas famílias”, destacou o prefeito Emanuel Pinheiro. Ele também lembrou que, além do programa Siminina, a gestão já distribuiu 59 mil kits de uniformes e mais 59 mil kits de materiais escolares aos alunos da rede municipal em 2024.

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A primeira-dama, Márcia Pinheiro, visitou recentemente a unidade da Chácara dos Pinheiros para acompanhar a entrega dos materiais e ressaltou a importância da continuidade do programa. “O Siminina hoje é parte integral da vida dessas crianças. Reformulamos a oferta de serviços, que agora inclui aulas de fanfarra, programas de saúde bucal, encaminhamentos para atendimento psicológico (para as meninas e seus familiares), além de atividades de alfabetização digital. O Siminina tornou-se muito mais abrangente, funcionando como uma ferramenta de educação e prevenção por meio de ações de saúde e orientação”, explicou.

Atualmente, o programa oferece atividades em 15 unidades e conta com cerca de 80 profissionais dedicados ao atendimento. A gestão Emanuel Pinheiro está em processo de reforma de mais quatro unidades para ampliar o acesso. “O Siminina promove melhorias na autoestima, confiança e disciplina das meninas, ajudando a moldar um futuro próspero. Oferece proteção social, afastando as participantes de situações de violência, trabalho infantil e evasão escolar”, concluiu a primeira-dama.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Valor da Produção Agropecuária de Santa Catarina atinge R$ 74,9 bilhões e reforça força do agronegócio em 2025

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O agronegócio de Santa Catarina consolidou sua relevância econômica em 2025 ao alcançar um Valor da Produção Agropecuária (VPA) de R$ 74,9 bilhões, resultado que representa um crescimento de 15,1% em relação ao ano anterior. O avanço reflete a combinação de preços mais elevados e aumento do volume produzido, confirmando o papel estratégico do setor no desenvolvimento estadual.

Desempenho geral do agronegócio

De acordo com levantamento do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola, o crescimento do VPA foi sustentado por uma alta de 6,3% nos preços e um avanço de 9,5% na produção. O resultado evidencia não apenas a expansão quantitativa, mas também a valorização dos produtos agropecuários.

O desempenho reforça a importância do setor como um dos principais motores da economia catarinense, com impacto direto na geração de renda, emprego e desenvolvimento regional.

Produção e cadeias produtivas em destaque

Entre os principais produtos responsáveis pelo crescimento em 2025 estão milho, maçã, tabaco, soja, bovinos e suínos. A combinação de condições climáticas favoráveis e preços sustentados contribuiu para um ciclo produtivo positivo.

A diversificação da produção segue sendo um dos pilares do agronegócio catarinense, permitindo maior resiliência frente às oscilações de mercado e aos desafios climáticos.

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Mercado externo e exportações

O setor também manteve forte presença no comércio internacional. Em 2025, o agronegócio respondeu por mais de 65% das exportações do estado, com receitas de US$ 7,9 bilhões, registrando crescimento de 5,8% em comparação a 2024.

O desempenho reforça a competitividade dos produtos catarinenses nos mercados globais, especialmente em segmentos que exigem alto padrão de qualidade.

Preços, custos e viabilidade econômica

Apesar dos resultados positivos, a renda do produtor rural segue impactada pela volatilidade de preços. No período pós-pandemia (2021 a 2025), as oscilações de mercado passaram a ter maior influência sobre a rentabilidade do que as variações climáticas.

Culturas como arroz, cebola e alho apresentaram maior sensibilidade às mudanças de preços, com impacto direto nas margens. Em contrapartida, produtos como soja e alho operam com maior margem de segurança, ainda que este último exija elevado investimento.

As culturas de verão tendem a oferecer maior estabilidade e retorno mais previsível, enquanto as de inverno, embora possam gerar margens elevadas por hectare, apresentam maior risco e necessidade de capital.

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Indicadores e gestão de risco

Um dos pontos centrais para a análise econômica do setor é o chamado ponto de nivelamento, indicador que define o mínimo necessário de produtividade e preço para garantir a viabilidade da atividade.

Nesse contexto, culturas com margens mais estreitas, como arroz e cebola, apresentam maior exposição a perdas em cenários adversos. Já aquelas com maior margem de segurança permitem melhor gestão de risco, especialmente em ambientes de alta volatilidade.

Análise e perspectivas

O desempenho de 2025 confirma a força estrutural do agronegócio catarinense, sustentado por produtividade, diversificação e inserção internacional. No entanto, o cenário exige atenção redobrada à gestão de custos e à volatilidade de preços, que têm se consolidado como fatores determinantes para a rentabilidade.

A tendência é de manutenção da relevância do setor na economia estadual, com oportunidades ligadas à agregação de valor, inovação tecnológica e ampliação de mercados, ao mesmo tempo em que a gestão de risco seguirá como elemento central para a sustentabilidade financeira do produtor rural.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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