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Produção de Farinha de Trigo Integral Cresce 1,5% nos EUA no Terceiro Trimestre

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A produção de farinha de trigo integral nos Estados Unidos alcançou 4,681 milhões de cwts entre julho e setembro de 2024, um crescimento de 69.000 cwts, ou 1,5%, em comparação aos 4,612 milhões de cwts registrados no mesmo período de 2023, conforme relatório do National Agricultural Statistics Service (NASS) divulgado em 1º de novembro. Esse foi o terceiro trimestre consecutivo em que a produção superou os níveis do ano anterior. O volume registrado também foi superior aos 4,63 milhões de cwts de 2022, mas ainda abaixo dos números mais elevados alcançados em anos anteriores, como o pico de 6,326 milhões de cwts em 2015.

A farinha de trigo integral representou 4,4% do total da produção de farinha nos EUA entre julho e setembro, uma leve alta em relação aos 4,3% registrados no mesmo período de 2023 e aos 4,1% do segundo trimestre deste ano. No acumulado de 2024 até setembro, a produção totalizou 13,682 milhões de cwts, um aumento de 278.000 cwts (2,1%) sobre os 13,404 milhões de cwts registrados nos primeiros nove meses de 2023. Historicamente, esse volume acumulado costumava ultrapassar 14 milhões de cwts, com 14,416 milhões de cwts em 2022 e um recorde de 17,961 milhões de cwts em 2015.

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A produção de sêmola de trigo integral no terceiro trimestre foi de 86.000 cwts, uma redução de 25.000 cwts (23%) em relação aos 111.000 cwts registrados no mesmo período de 2023. No acumulado do ano, a produção de sêmola integral somou 219.000 cwts, uma queda de 27% frente aos 299.000 cwts do ano anterior. Excluindo a sêmola, a produção de farinha de trigo integral no terceiro trimestre foi de 4,595 milhões de cwts, representando um aumento de 94.000 cwts (2,1%) em relação aos 4,501 milhões de cwts de 2022. No total anual até setembro, a produção somou 13,463 milhões de cwts, um crescimento de 2,7% em relação aos 13,105 milhões de cwts registrados no ano anterior.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de proteínas animais disparam em maio e carne de frango lidera avanço brasileiro

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As exportações brasileiras de proteínas animais seguem aquecidas em maio de 2026, reforçando o protagonismo do agronegócio nacional no comércio global de alimentos. Dados divulgados pela Secex apontam avanço consistente nos embarques de carne de frango e carne suína, com destaque para o desempenho do setor avícola, que lidera em volume e faturamento.

O cenário positivo reflete a forte demanda internacional pelas proteínas brasileiras, favorecida pela competitividade dos produtos nacionais e pela ampliação das compras em mercados estratégicos.

Carne de frango lidera exportações brasileiras de proteínas

A carne de frango manteve a liderança entre as proteínas animais exportadas pelo Brasil neste mês. Segundo os dados da Secex, os embarques de carnes de aves e miudezas comestíveis frescas, refrigeradas ou congeladas somaram 238,3 mil toneladas até a segunda semana de maio.

A receita acumulada alcançou US$ 450,4 milhões no período, com média diária de US$ 45 milhões. O volume médio exportado ficou em 23,8 mil toneladas por dia útil.

Além do elevado ritmo de embarques, o setor avícola brasileiro manteve forte competitividade internacional. O preço médio da proteína exportada foi de US$ 1.889,9 por tonelada, consolidando o Brasil entre os principais fornecedores globais de carne de frango.

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O desempenho positivo ocorre em meio ao aumento da demanda internacional por proteínas de menor custo e ao fortalecimento das exportações brasileiras para mercados da Ásia, Oriente Médio e América Latina.

Carne suína mantém crescimento nas vendas externas

A carne suína também apresentou resultado expressivo nas exportações brasileiras ao longo da primeira metade de maio. De acordo com a Secex, os embarques de carne suína fresca, refrigerada ou congelada totalizaram 55,5 mil toneladas no período.

A receita gerada pelas vendas externas chegou a US$ 138,4 milhões, com média diária de faturamento de US$ 13,8 milhões.

O volume médio exportado ficou em 5,5 mil toneladas por dia útil, enquanto o preço médio negociado atingiu US$ 2.491,6 por tonelada.

Mesmo com volume inferior ao registrado pela carne de frango, o setor suinícola brasileiro segue sustentado pela ampliação da demanda internacional e pela consolidação da proteína nacional em importantes mercados importadores.

A valorização dos preços médios também reforça a competitividade da carne suína brasileira no mercado externo.

Exportações de pescado têm menor participação em maio

Entre os segmentos analisados pela Secex, o pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado apresentou participação mais modesta nas exportações brasileiras em maio.

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Até a segunda semana do mês, o setor embarcou 419,7 toneladas, gerando receita de US$ 2,15 milhões.

A média diária de faturamento ficou em US$ 215 mil, enquanto o volume médio exportado atingiu 42 toneladas por dia útil.

Apesar da menor representatividade em relação às carnes de aves e suína, o pescado registrou o maior valor médio por tonelada entre as proteínas analisadas. O preço médio negociado alcançou US$ 5.122,9 por tonelada exportada.

Agronegócio brasileiro mantém força no mercado global

O avanço das exportações de proteínas animais reforça a posição estratégica do Brasil como um dos maiores fornecedores mundiais de alimentos.

O desempenho positivo de frango, carne suína e pescado em maio mostra a força do setor exportador brasileiro, que segue beneficiado pela demanda internacional aquecida, pelo câmbio favorável e pela competitividade da produção nacional.

A expectativa do mercado é de continuidade no ritmo elevado de embarques ao longo do segundo trimestre, especialmente para os segmentos de aves e suínos, que seguem ampliando presença nos principais destinos globais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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