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Exportação de Carne Bovina Bate Recorde de Volume em Outubro

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As exportações brasileiras de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada registraram recordes tanto em volume quanto em faturamento em outubro de 2024. Segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o volume embarcado chegou a 270,3 mil toneladas ao longo dos 22 dias úteis do mês, marcando o maior volume já registrado para o período.

Em comparação ao mês anterior, o volume total exportado em outubro apresentou um crescimento de 7,39% sobre as 251,7 mil toneladas exportadas em setembro. No comparativo anual, o avanço foi de impressionantes 45,27%, já que em outubro de 2023 o volume exportado totalizou 186,1 mil toneladas em 21 dias úteis.

Além disso, a Secex informou que a média diária de exportação em outubro ficou em 12,2 mil toneladas, representando um aumento anual de 38,62% em relação aos 8,8 mil toneladas diárias registradas no mesmo mês do ano passado.

Dados da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) mostram que os principais importadores de carne bovina brasileira em 2024 foram a China, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos, Hong Kong e Chile.

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O preço médio da carne bovina exportada se manteve próximo de US$ 4.660 por tonelada, com um leve aumento de 1,4% em relação a outubro de 2023, quando o valor foi de US$ 4.596 por tonelada.

O faturamento total da carne bovina exportada em outubro de 2024 somou US$ 1,259 bilhão, um crescimento de 10,87% em comparação a setembro deste ano, quando o valor registrado foi de US$ 1,136 bilhão. Em comparação anual, o faturamento saltou 47,25%, superando o montante de US$ 855,6 milhões registrado em outubro de 2023.

A média diária de faturamento também aumentou significativamente, ficando em US$ 57,2 milhões, um avanço de 47,2% frente aos US$ 40,7 milhões por dia observados no mesmo mês do ano anterior.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Dólar hoje: câmbio oscila com tensões no Oriente Médio e expectativa por juros no Brasil e nos EUA

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O dólar iniciou esta quarta-feira (29) em leve oscilação frente ao real, refletindo um ambiente de cautela nos mercados globais. A moeda americana opera próxima da estabilidade, após ter encerrado a sessão anterior praticamente inalterada, cotada a R$ 4,9817.

O movimento do câmbio ocorre em meio a um cenário marcado por incertezas geopolíticas e decisões importantes de política monetária. As tensões envolvendo Estados Unidos e Irã mantêm o Oriente Médio no radar dos investidores, elevando a aversão ao risco e sustentando a demanda por ativos considerados mais seguros, como o dólar.

Ao mesmo tempo, o mercado financeiro acompanha com atenção as próximas definições de juros tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil, fatores que têm impacto direto sobre o fluxo de capitais e o comportamento do câmbio.

Cenário externo pressiona o dólar

No ambiente internacional, o dólar ganha suporte em momentos de instabilidade, especialmente diante de conflitos geopolíticos. A escalada de tensões no Oriente Médio reforça esse movimento, levando investidores a reduzirem exposição a mercados emergentes.

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Além disso, há expectativa em torno das decisões do Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos. Sinais sobre manutenção ou cortes de juros podem alterar significativamente o valor da moeda americana frente a outras divisas, incluindo o real.

Fatores internos também influenciam

No Brasil, o mercado acompanha os próximos passos do Banco Central em relação à taxa Selic. A trajetória dos juros domésticos segue como um dos principais determinantes do apetite estrangeiro por ativos brasileiros.

Com juros ainda elevados em comparação a economias desenvolvidas, o país continua atraente para o capital externo — o que ajuda a conter uma valorização mais forte do dólar.

Ibovespa acompanha cautela global

O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, iniciou o pregão desta quarta-feira em linha com o cenário externo, após ter fechado a última sessão em queda de 0,51%, aos 188.619 pontos.

O desempenho da bolsa reflete a postura mais defensiva dos investidores, que aguardam maior clareza sobre o rumo da política monetária global e os desdobramentos geopolíticos.

Desempenho acumulado
  • Dólar:
    • Semana: -0,32%
    • Mês: -3,80%
    • Ano: -9,24%
  • Ibovespa:
    • Semana: -1,11%
    • Mês: +0,62%
    • Ano: +17,06%
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Perspectivas para o mercado

A tendência para o dólar no curto prazo segue atrelada ao noticiário internacional e às decisões de juros. Movimentos mais intensos podem ocorrer conforme novas sinalizações do Fed e do Banco Central do Brasil.

Para o agronegócio, o comportamento do câmbio continua sendo um fator estratégico, influenciando diretamente a competitividade das exportações brasileiras e a formação de preços das commodities no mercado interno.

O cenário segue volátil, exigindo atenção redobrada dos agentes econômicos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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