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Carne Bovina Brasileira Ganha Destaque na Sial Paris 2024

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A carne bovina brasileira foi um dos principais destaques da Sial Paris 2024, realizada até 23 de outubro, na França. Em sua 60ª edição, a feira reuniu mais de 285 mil profissionais do setor alimentício, incluindo 8 mil compradores e 7.500 expositores de 130 países, posicionando-se como uma das maiores feiras de alimentos da Europa. Com um estande de 1.000 metros quadrados, o projeto Brazilian Beef, promovido pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) em parceria com a ApexBrasil, exibiu a qualidade da carne bovina nacional em 17 estandes, consolidando o Brasil como protagonista no mercado global de proteínas.

Para o presidente executivo da Abiec, Antônio Jorge Camardelli, a feira foi uma oportunidade valiosa para mostrar a competitividade da carne bovina brasileira. “A Sial Paris é reconhecida globalmente por conectar os principais players da indústria alimentícia, e ver nosso produto se destacando é uma prova do quanto o Brazilian Beef é valorizado. Com o apoio da ApexBrasil, apresentamos ao mundo o compromisso do Brasil com sustentabilidade, segurança alimentar e qualidade”, afirmou.

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Entre janeiro e setembro de 2024, as exportações de carne bovina do Brasil somaram 2,1 milhões de toneladas, gerando receita de US$ 9,16 bilhões. Embora a Europa ainda não esteja entre os maiores mercados importadores, a participação na Sial Paris teve como um dos principais objetivos estreitar o diálogo com importadores europeus sobre a legislação antidesmatamento da União Europeia, o EUDR. A Abiec desenvolve uma proposta conjunta com os importadores, baseada em sistemas brasileiros de rastreabilidade e monitoramento socioambiental, para atender plenamente às exigências europeias, que ainda aguardam votação no Parlamento em novembro.

Projeto Brazilian Beef: Vitrine do Brasil no Exterior

Com mais de 20 anos de atuação e mais de dez participações na Sial Paris, o Brazilian Beef destacou a carne brasileira como uma das principais atrações do evento. Segundo Lhais Sparvoli, diretora de Relações Internacionais da Abiec, a feira deste ano foi um sucesso. “Servimos cerca de uma tonelada de carne para os visitantes, que puderam provar um autêntico churrasco brasileiro. Nosso estande estava sempre cheio, especialmente na hora do almoço. Além disso, lançamos a nova identidade visual do projeto, fortalecendo ainda mais a nossa presença no mercado global”, comemorou Lhais.

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No estande, diversas empresas brasileiras marcaram presença, incluindo Agra, Astra, Boibras, Frigon, Frisa, Naturafrig, Plena, BoiBrasil, Zanchetta, Frigol, Estrela, Iguatemi, Masterboi, Cooperfrigu, Mercúrio, Prima, JBS, Better Beef, Minerva, Barra Mansa e Rio Maria.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mapa reforça fiscalização de micotoxinas em São Paulo com tecnologia portátil de análise rápida

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O Ministério da Agricultura e Pecuária ampliou a capacidade de fiscalização de micotoxinas em produtos vegetais no estado de São Paulo com a adoção de um novo equipamento portátil de análise rápida. A tecnologia permitirá maior agilidade nas ações de inspeção conduzidas pelas equipes da defesa agropecuária, reduzindo o tempo de triagem de amostras durante operações em campo.

O equipamento será utilizado nas fiscalizações de produtos como amendoim, café, feijão, arroz e uva-passa, culturas frequentemente monitoradas devido ao risco de contaminação por micotoxinas, substâncias tóxicas produzidas por fungos que podem comprometer a segurança alimentar e gerar prejuízos à cadeia produtiva.

A nova ferramenta possibilita a realização de análises preliminares em poucos minutos, permitindo identificar rapidamente a presença ou ausência de contaminantes como aflatoxina, no amendoim, e ocratoxina, no café.

Tecnologia amplia rapidez das ações de fiscalização

O equipamento, fabricado no Reino Unido e importado da Áustria, será utilizado pelas equipes do Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal em São Paulo (Sipov-SP) diretamente nos locais de coleta das amostras.

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Segundo o Ministério da Agricultura, a tecnologia representa um avanço importante na modernização das ações de fiscalização vegetal, já que permite respostas mais rápidas durante operações de monitoramento e inspeção.

Na última semana, representantes da empresa responsável pela cessão do equipamento em regime de comodato realizaram uma demonstração técnica para servidores do Mapa que atuam na fiscalização vegetal em São Paulo.

A atividade contou com a participação do superintendente do Mapa no estado, Estanislau Steck, além de equipes envolvidas nas ações de defesa agropecuária.

Análises laboratoriais oficiais continuam sendo obrigatórias

Apesar da rapidez no diagnóstico inicial, o Ministério reforça que os resultados obtidos pelo equipamento portátil possuem caráter preliminar.

Após a triagem em campo, as amostras coletadas continuam sendo encaminhadas ao Laboratório Federal de Defesa Agropecuária em São Paulo (LFDA/SP), responsável pelas análises laboratoriais oficiais e pela emissão dos laudos conclusivos que podem subsidiar eventuais processos administrativos.

A utilização da tecnologia deve ampliar a eficiência operacional das equipes de fiscalização, fortalecendo o monitoramento da qualidade e da segurança dos produtos vegetais destinados ao consumo interno e ao mercado exportador.

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Controle de micotoxinas é estratégico para segurança alimentar e exportações

O controle rigoroso de micotoxinas é considerado estratégico para o agronegócio brasileiro, especialmente em cadeias voltadas à exportação, como café e amendoim.

A presença dessas substâncias pode gerar barreiras sanitárias internacionais, restrições comerciais e riscos à saúde humana e animal, tornando o monitoramento preventivo essencial para garantir competitividade e conformidade dos produtos brasileiros.

Com a adoção do novo equipamento portátil, o Mapa busca aumentar a capacidade de resposta da fiscalização agropecuária e tornar mais eficiente o controle sanitário nas cadeias vegetais monitoradas no estado de São Paulo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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