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Impacto dos Índices de Produção na Margem Líquida da Cadeia Leiteira Brasileira

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A cadeia produtiva do leite no Brasil constitui um dos pilares do setor agropecuário, desempenhando um papel crucial na movimentação da economia em diversas regiões do país. Conforme dados do IBGE, em 2023, a produção nacional atingiu 35,37 bilhões de litros de leite, abrangendo todos os estados brasileiros. Essa abrangência geográfica reflete a capacidade dos sistemas de produção em se adaptar às diferentes realidades climáticas e econômicas observadas no país.

A eficiência produtiva nas propriedades leiteiras é um fator determinante para a sustentabilidade econômica do setor. A habilidade de incrementar a produção utilizando os mesmos recursos está diretamente relacionada à interação sinérgica de múltiplos fatores. A adoção de inovações deve ser realizada de maneira coerente e planejada, a fim de efetivamente contribuir para o aumento da eficiência, evitando que apenas onere os custos de produção sem proporcionar resultados concretos.

A análise dos índices zootécnicos nas propriedades leiteiras é essencial para compreender a rentabilidade da atividade, uma vez que esses índices exercem influência direta sobre a margem líquida do produtor. Para verificar a correlação entre os diferentes índices zootécnicos, como a produção diária por vaca, o número de vacas em lactação por hectare e a quantidade de leite produzida por unidade de área, foram analisados os dados coletados no âmbito do Projeto Campo Futuro, uma parceria entre o sistema CNA/Senar e o Cepea. Os dados abrangem propriedades amostradas no último ciclo de levantamentos, entre 2021 e 2023, e seus resultados financeiros em agosto de 2024.

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A captação de litros de leite por vaca possui uma relação direta com a margem líquida por hectare. Quanto maior a produção individual das fêmeas, mais eficiente será a utilização dos recursos alimentares e genéticos, resultando em maior rentabilidade por hectare. Os dados revelam que o aumento de um litro de leite corresponde a um incremento de R$ 705,38 por hectare na margem líquida, considerando-se os resultados dos painéis avaliados em conjunto.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado do frango vivo avança no Brasil com oferta ajustada e exportações em forte alta

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O mercado brasileiro do frango vivo encerrou mais uma semana em recuperação, sustentado pelo melhor equilíbrio entre oferta e demanda, pela competitividade frente às proteínas concorrentes e pelo forte desempenho das exportações. O cenário mais ajustado no abastecimento interno abriu espaço para novas altas nas cotações em importantes praças produtoras do país.

De acordo com análise da Safras Consultoria, o ambiente de mercado se mostra mais favorável para o setor avícola, principalmente diante do ritmo acelerado dos embarques internacionais, que contribuem para reduzir a disponibilidade de produto no mercado doméstico.

Além disso, a carne de frango segue competitiva em relação à bovina e à suína, fator que reforça o consumo interno e favorece a sustentação dos preços.

Preços do frango vivo sobem em importantes estados produtores

O levantamento semanal da Safras & Mercado apontou estabilidade em parte das regiões integradas do Sul do Brasil, mas também registrou elevação nas cotações em estados do Centro-Oeste e Sudeste.

Em São Paulo, o quilo do frango vivo permaneceu em R$ 5,20. Já no sistema de integração:

  • Rio Grande do Sul: R$ 4,75
  • Santa Catarina: R$ 4,75
  • Oeste do Paraná: R$ 4,60
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Nas demais regiões, o mercado apresentou recuperação:

  • Mato Grosso do Sul: alta de R$ 5,10 para R$ 5,20
  • Goiás: avanço de R$ 5,20 para R$ 5,30
  • Minas Gerais: elevação de R$ 5,20 para R$ 5,30
  • Distrito Federal: aumento de R$ 5,10 para R$ 5,20

Enquanto isso, os preços seguiram estáveis em outras praças relevantes:

  • Ceará: R$ 6,20
  • Pernambuco: R$ 5,50
  • Pará: R$ 6,40
Atacado mantém estabilidade nos cortes congelados e resfriados

Apesar da recuperação no mercado do frango vivo, os preços dos cortes no atacado paulista permaneceram estáveis ao longo da semana, refletindo um mercado ainda cauteloso no consumo final.

Nos cortes congelados comercializados no atacado de São Paulo:

  • Peito: R$ 8,50/kg
  • Coxa: R$ 6,80/kg
  • Asa: R$ 11,00/kg

Na distribuição:

  • Peito: R$ 8,70/kg
  • Coxa: R$ 7,00/kg
  • Asa: R$ 11,30/kg

Já nos cortes resfriados:

  • Atacado
    • Peito: R$ 8,60/kg
    • Coxa: R$ 6,90/kg
    • Asa: R$ 11,10/kg
  • Distribuição
    • Peito: R$ 8,80/kg
    • Coxa: R$ 7,10/kg
    • Asa: R$ 11,40/kg
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Exportações brasileiras de carne de frango disparam em maio

As exportações brasileiras de carne de aves seguem como um dos principais motores de sustentação do mercado interno. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) mostram forte crescimento dos embarques nos primeiros 10 dias úteis de maio.

O Brasil exportou 238,372 mil toneladas de carne de aves e miudezas comestíveis frescas, refrigeradas ou congeladas no período, com média diária de 23,837 mil toneladas.

A receita acumulada chegou a US$ 450,495 milhões, com média diária de US$ 45,049 milhões. O preço médio da tonelada ficou em US$ 1.889,90.

Na comparação com maio de 2025, os números mostram forte avanço:

  • Alta de 45,7% no valor médio diário exportado
  • Crescimento de 38,7% no volume médio diário embarcado
  • Valorização de 5% no preço médio da tonelada

O desempenho reforça a força da avicultura brasileira no mercado internacional e amplia as perspectivas positivas para o setor ao longo do segundo trimestre de 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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