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Polícia Civil prende em Várzea Grande traficante que despachou 11 quilos de skunk para Goiás

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Um traficante, investigado por despachar entorpecentes para outros Estados e considerado foragido da Justiça de Goiás, teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil de Mato Grosso, nesta quarta-feira (23.10), em ação realizada pelos policiais da Delegacia Especializada de Repressão Entorpecentes (DRE).

O foragido teve mandado de prisão decretado pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Jataí pelo crime de tráfico de drogas, após ser identificado como o responsável por 11 tabletes da droga skunk, conhecida como supermaconha, despachados como mercadoria em em um ônibus interestadual.

Durante as investigações da Polícia Civil de Goiás, foi apontado que a pessoa que teria enviado a droga seria morador de Várzea Grande, sendo solicitado o apoio da Polícia Civil de Mato Grosso para auxiliar nas investigações.

Os policiais da DRE realizaram diligências e por meio de imagens de câmeras de segurança da rodoviária e de outros pontos da cidade conseguiram chegar à identidade do suspeito, que teve a ordem judicial decretada pela Justiça de Goiás.

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Com a ordem de prisão expedida pela Justiça, nesta quarta-feira (23), a equipe de investigadores da especializada efetuou a prisão do traficante, no bairro Jardim dos Estados, em Várzea Grande, que foi conduzido à delegacia para as providências cabíveis, sendo posteriormente encaminhado para audiência de custódia, ficando à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Justiça condena integrantes de grupo criminoso alvo da Operação Escariotes deflagrada pela Polícia Civil em Sorriso

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A investigação da Polícia Civil levou a Justiça de Mato Grosso a condenar integrantes de um grupo criminoso alvo da Operação Escariotes, deflagrada em Sorriso, após investigação conduzida pela Delegacia de Homicídios do município com apoio da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO).

A sentença, proferida pela 5ª Vara Criminal da Comarca de Sinop no dia 30 de abril de 2026, reconheceu a atuação estruturada do grupo criminoso envolvido em delitos como tráfico de drogas, organização criminosa, corrupção ativa e passiva e introdução ilegal de aparelhos celulares em unidade prisional.

As investigações tiveram início a partir da apuração de um homicídio ocorrido em março de 2024, que levou à identificação de uma rede hierarquizada de atuação dentro e fora do sistema prisional. O grupo operava de forma estruturada, com divisão de funções e comunicação por aplicativos de mensagens, mantendo atividades ilícitas mesmo com integrantes presos.

Entre os crimes praticados pelos investigados estão tráfico de drogas, extorsões, fraudes eletrônicas e entrada ilegal de celulares em presídios. A sentença também evidenciou que os aparelhos celulares introduzidos nas unidades prisionais foram utilizados para ordenar crimes, incluindo homicídios.

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Apontado como líder do grupo, D.O.S. foi condenado pelos crimes de organização criminosa, tráfico de drogas e corrupção ativa. As penas somadas chegam a 31 anos, 7 meses e 24 dias de reclusão, além de pagamento de multa.

A decisão destacou que o condenado exercia papel central na coordenação das atividades ilícitas, inclusive de dentro do sistema prisional, demonstrando alta periculosidade, multirreincidência e liderança na organização criminosa.

O policial penal M.F. também foi condenado por sua participação no esquema criminoso. Ele foi responsabilizado por organização criminosa, tráfico de drogas e corrupção passiva. A pena total fixada foi de 19 anos e 4 meses de reclusão, além de multa. Ele ainda responde a processo administrativo no Estado.

As investigações da Polícia Civil identificaram que o servidor utilizava sua função para introduzir celulares e drogas no presídio, além de viabilizar acesso à internet aos detentos, favorecendo a continuidade das atividades criminosas. A Justiça ressaltou que o uso da função pública para favorecer o crime organizado agravou significativamente a conduta do condenado.

Outro integrante identificado como peça importante na engrenagem criminosa, V.N.S., foi condenado pelos crimes de organização criminosa e corrupção ativa. Durante a dosimetria, a Justiça considerou a atuação conjunta com membros da facção, inclusive com liderança presa, além da reincidência criminal do acusado, fatores que contribuíram para o aumento da pena.

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Segundo o delegado Bruno França, responsável pelas investigações, a condenação dos investigados representa mais um resultado do trabalho investigativo da Polícia Civil no enfrentamento às facções criminosas em Mato Grosso, especialmente no combate à atuação de lideranças que operam de dentro do sistema prisional.

“A condenação dos envolvidos representa um importante avanço no enfrentamento à criminalidade, evidenciando evidenciou a importância da integração entre unidades especializadas e o uso de técnicas investigativas para desarticular organizações criminosas”, concluiu o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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