AGRONEGÓCIO

Brasil alcança exportação de 148 mil toneladas de arroz em setembro

Publicado em

As exportações brasileiras de arroz (considerando a base casca) mostraram um crescimento expressivo em setembro, totalizando 148,5 mil toneladas e gerando uma receita de US$ 61 milhões, conforme informado pela Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz). Esse desempenho representa um aumento de 81,6% em volume e de 83,1% em receita, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

O arroz beneficiado também registrou um desempenho positivo em setembro, com embarques que somaram 123,6 mil toneladas, um incremento de 83,22%. A receita proveniente desse segmento alcançou US$ 49,4 milhões, refletindo um aumento de 81%.

Os principais destinos das exportações brasileiras incluíram Senegal, República Dominicana, Gâmbia, Estados Unidos, Bélgica, Peru, Cabo Verde, Polônia, Países Baixos (Holanda) e Trinidad e Tobago.

Beatriz Sartori, gerente de Exportação da Abiarroz, comentou sobre os resultados acumulados de janeiro a setembro, destacando uma recuperação significativa nas exportações de arroz beneficiado, que totalizaram 772,7 mil toneladas, representando um aumento de 19% em relação ao mesmo período do ano anterior. Sartori ressaltou que esse crescimento foi especialmente impulsionado pelas vendas a granel, que desempenharam um papel crucial na recuperação dos números.

Leia Também:  Setor privado precisa desburocratizar exportação halal

Entretanto, ela também apontou desafios persistentes, como a situação logística no Rio Grande do Sul, que foi agravada por enchentes. Essa condição tem gerado um expressivo aumento nos custos de frete, a escassez de contêineres, a omissão de escalas e a necessidade de reprogramação de embarques. Esses fatores resultaram no acúmulo de cargas e na perda de competitividade, impactando negativamente os negócios.

No mesmo mês, o Brasil importou 103,5 mil toneladas de arroz, com um desembolso de US$ 52,8 milhões. Em setembro de 2023, as importações haviam totalizado 112,6 mil toneladas, totalizando US$ 46,5 milhões.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Exportações de proteínas animais disparam em maio e carne de frango lidera avanço brasileiro

Published

on

As exportações brasileiras de proteínas animais seguem aquecidas em maio de 2026, reforçando o protagonismo do agronegócio nacional no comércio global de alimentos. Dados divulgados pela Secex apontam avanço consistente nos embarques de carne de frango e carne suína, com destaque para o desempenho do setor avícola, que lidera em volume e faturamento.

O cenário positivo reflete a forte demanda internacional pelas proteínas brasileiras, favorecida pela competitividade dos produtos nacionais e pela ampliação das compras em mercados estratégicos.

Carne de frango lidera exportações brasileiras de proteínas

A carne de frango manteve a liderança entre as proteínas animais exportadas pelo Brasil neste mês. Segundo os dados da Secex, os embarques de carnes de aves e miudezas comestíveis frescas, refrigeradas ou congeladas somaram 238,3 mil toneladas até a segunda semana de maio.

A receita acumulada alcançou US$ 450,4 milhões no período, com média diária de US$ 45 milhões. O volume médio exportado ficou em 23,8 mil toneladas por dia útil.

Além do elevado ritmo de embarques, o setor avícola brasileiro manteve forte competitividade internacional. O preço médio da proteína exportada foi de US$ 1.889,9 por tonelada, consolidando o Brasil entre os principais fornecedores globais de carne de frango.

Leia Também:  Atendendo à FPA, agronegócio fica fora da regulação do mercado de carbono e terá regulamentação própria

O desempenho positivo ocorre em meio ao aumento da demanda internacional por proteínas de menor custo e ao fortalecimento das exportações brasileiras para mercados da Ásia, Oriente Médio e América Latina.

Carne suína mantém crescimento nas vendas externas

A carne suína também apresentou resultado expressivo nas exportações brasileiras ao longo da primeira metade de maio. De acordo com a Secex, os embarques de carne suína fresca, refrigerada ou congelada totalizaram 55,5 mil toneladas no período.

A receita gerada pelas vendas externas chegou a US$ 138,4 milhões, com média diária de faturamento de US$ 13,8 milhões.

O volume médio exportado ficou em 5,5 mil toneladas por dia útil, enquanto o preço médio negociado atingiu US$ 2.491,6 por tonelada.

Mesmo com volume inferior ao registrado pela carne de frango, o setor suinícola brasileiro segue sustentado pela ampliação da demanda internacional e pela consolidação da proteína nacional em importantes mercados importadores.

A valorização dos preços médios também reforça a competitividade da carne suína brasileira no mercado externo.

Exportações de pescado têm menor participação em maio

Entre os segmentos analisados pela Secex, o pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado apresentou participação mais modesta nas exportações brasileiras em maio.

Leia Também:  Análise do mercado de arroz ao final de 2023: Recordes e perspectivas para 2024

Até a segunda semana do mês, o setor embarcou 419,7 toneladas, gerando receita de US$ 2,15 milhões.

A média diária de faturamento ficou em US$ 215 mil, enquanto o volume médio exportado atingiu 42 toneladas por dia útil.

Apesar da menor representatividade em relação às carnes de aves e suína, o pescado registrou o maior valor médio por tonelada entre as proteínas analisadas. O preço médio negociado alcançou US$ 5.122,9 por tonelada exportada.

Agronegócio brasileiro mantém força no mercado global

O avanço das exportações de proteínas animais reforça a posição estratégica do Brasil como um dos maiores fornecedores mundiais de alimentos.

O desempenho positivo de frango, carne suína e pescado em maio mostra a força do setor exportador brasileiro, que segue beneficiado pela demanda internacional aquecida, pelo câmbio favorável e pela competitividade da produção nacional.

A expectativa do mercado é de continuidade no ritmo elevado de embarques ao longo do segundo trimestre, especialmente para os segmentos de aves e suínos, que seguem ampliando presença nos principais destinos globais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA