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Produção de Carne Suína na China Alcança Nível Recorde no Terceiro Trimestre

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No terceiro trimestre de 2024, a produção de carne suína da China atingiu 12,69 milhões de toneladas, marcando um incremento de 4,8% em relação ao ano anterior e o maior volume registrado para o trimestre em pelo menos uma década, conforme cálculos realizados pela Reuters com base em dados oficiais. Este crescimento é atribuído ao aumento da criação de porcos em preparação para o consumo nas festividades de final de ano.

Historicamente, a produção de carne suína na China, que responde por metade do consumo global desse produto, gira em torno de 12 milhões de toneladas nesse período. O nível alcançado neste ano é comparável ao de 2014, quando a produção foi de 12,67 milhões de toneladas.

Nos últimos anos, os criadores chineses têm expandido sua produção, com o rebanho de fêmeas reprodutoras apresentando um aumento em relação ao ano anterior até julho, embora tenha começado a diminuir a partir desse mês, segundo dados do Ministério da Agricultura.

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Apesar das expectativas de uma recuperação econômica que poderia elevar a demanda por carne, o consumo tem se mostrado abaixo do esperado. Nos primeiros nove meses de 2024, a produção total de carne suína na China subiu 3,6% em relação ao ano anterior, alcançando 43,01 milhões de toneladas, de acordo com o Escritório Nacional de Estatísticas.

O rebanho nacional de suínos cresceu para 442,29 milhões de porcos no terceiro trimestre, um aumento em comparação aos 435,17 milhões do trimestre anterior. Os criadores também decidiram engordar os suínos durante esse período para maximizar os lucros, conforme observou Rosa Wang, analista da Shanghai JC Intelligence Co Ltd. “As margens de lucro dos suínos foram positivas em agosto e setembro, levando os criadores a engordar os porcos ou até adquirir animais de 90 kg a 100 kg para aumentá-los até um peso maior”, explicou.

Entretanto, as margens começaram a cair desde então, acompanhadas de uma queda nos preços. Os contratos futuros de suínos caíram 4,5% em outubro, resultando em um terceiro mês consecutivo de declínio, devido ao excesso de oferta.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão do Brasil devem bater recorde em 2025/26 e reforçam liderança global no mercado internacional

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As exportações brasileiras de algodão devem encerrar o ciclo comercial 2025/2026 em nível recorde, com estimativa de aproximadamente 3,3 milhões de toneladas embarcadas, segundo projeções apresentadas durante a abertura do XXIII Anea Cotton Dinner, em reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e Derivados.

O desempenho reforça o protagonismo do Brasil no comércio internacional da fibra, com o país consolidado como principal exportador mundial de algodão, superando concorrentes tradicionais como os Estados Unidos. O resultado é sustentado pela forte demanda de mercados da Ásia, Europa e Oriente Médio.

Produção brasileira mantém crescimento e produtividade elevada

A safra 2025/2026 de algodão no Brasil deve alcançar cerca de 3,9 milhões de toneladas de pluma, cultivadas em aproximadamente 1,9 milhão de hectares, com produtividade média próxima de 1.954 quilos por hectare, de acordo com dados da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

Para o ciclo 2026/2027, as primeiras estimativas indicam nova expansão, com produção projetada em 3,96 milhões de toneladas, reforçando a tendência de crescimento consistente da cultura no país.

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Brasil registra recordes de exportação e consolida liderança global

A Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) destacou que o Brasil registrou recordes mensais de embarques em sete meses dentro do ciclo atual, mantendo ritmo forte de exportações e encerrando a temporada na liderança global do setor.

“O algodão brasileiro alcançou um novo patamar no mercado internacional. Tivemos sete meses de recorde de exportação, e junho deve seguir o mesmo ritmo. Hoje, o desafio já não é apenas produzir mais, mas garantir infraestrutura, competitividade e previsibilidade para sustentar esse crescimento”, afirmou o presidente da Anea, Dawid Wajs.

O avanço das exportações reflete não apenas o aumento da produção, mas também a consolidação da confiança internacional na qualidade da fibra brasileira.

Cenário global pode sustentar preços do algodão

No mercado internacional, o cenário de oferta e demanda segue apertado. A projeção aponta consumo global de aproximadamente 26,510 milhões de toneladas, acima da oferta estimada em 25,265 milhões de toneladas, o que pode contribuir para sustentar as cotações da fibra no mercado mundial.

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Mercado interno mais cauteloso e busca por qualidade

No Brasil, o mercado doméstico apresenta comportamento mais conservador. As fiações têm adotado postura cautelosa nas compras, priorizando qualidade da matéria-prima e reduzindo o apetite por contratos de longo prazo, especialmente em um ambiente de juros elevados.

Uso do algodão avança para além do setor têxtil

Durante as discussões do setor, também ganhou destaque a valorização das fibras naturais e a ampliação do uso do algodão em novas aplicações industriais. Além do vestuário, o produto vem sendo incorporado em segmentos como saúde, construção civil, defesa e materiais funcionais, ampliando seu potencial de inovação e agregação de valor na cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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