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Mercado de milho no Brasil apresenta leve evolução com novo aumento nos preços

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O mercado brasileiro de milho registrou mais uma semana de alta nos preços, o que continua dificultando a fluidez dos negócios. De acordo com dados da Safras Consultoria, apesar do aumento na procura por parte dos consumidores, os produtores mantêm um ritmo cauteloso nas ofertas, liberando apenas volumes limitados de milho em várias regiões do país.

As atenções dos agentes do mercado interno estão voltadas para o câmbio, que, com a desvalorização do real frente ao dólar, favorece a competitividade da exportação nos portos. Além disso, o clima segue como um fator relevante, com as recentes chuvas ajudando no progresso do plantio da safra de verão no Brasil.

Cenário internacional pressionado, mas exportações brasileiras seguem firmes

No cenário internacional, a semana foi marcada por uma pressão baixista nos preços, impulsionada pelo bom avanço da colheita nos Estados Unidos, o aumento da oferta global de milho e a perspectiva de uma maior safra no país. Essas informações constam no relatório de oferta e demanda divulgado pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) na semana passada. Contudo, a boa demanda pelo cereal voltado para a exportação evitou quedas mais acentuadas nas cotações na Bolsa de Chicago.

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Cotações no mercado interno

No mercado interno brasileiro, o valor médio da saca de milho foi cotado a R$ 66,74 em 17 de outubro, um aumento de 1,25% em relação aos R$ 65,91 registrados na semana anterior.

Na região de Cascavel, Paraná, o milho foi negociado a R$ 67,00 a saca, alta de 3,08% em comparação aos R$ 65,00 do final da semana passada. Em Campinas (CIF), o preço subiu 1,39%, de R$ 72,00 para R$ 73,00. Já na Mogiana, em São Paulo, o valor permaneceu em R$ 70,00.

Em Rondonópolis, Mato Grosso, o preço da saca subiu 3,33%, de R$ 60,00 para R$ 62,00. Em Erechim, Rio Grande do Sul, o milho manteve-se em R$ 72,00 a saca, enquanto em Uberlândia, Minas Gerais, o preço continuou em R$ 64,00. Em Rio Verde, Goiás, a saca foi cotada a R$ 62,00, também um aumento de 3,33% em comparação aos R$ 60,00 da semana anterior.

Desempenho das exportações

Em outubro, as exportações brasileiras de milho somaram US$ 510,3 milhões nos primeiros nove dias úteis, com uma média diária de US$ 56,79 milhões. O volume total exportado foi de 2,521 milhões de toneladas, com uma média de 280,113 mil toneladas por dia. O preço médio da tonelada ficou em US$ 202,40.

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Em comparação com outubro de 2023, houve uma queda de 37,4% no valor médio diário exportado, uma redução de 30,4% na quantidade média diária embarcada e uma desvalorização de 10,1% no preço médio. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produção de grãos deve crescer 11,9% na safra 2024/25 e atingir novo recorde no Brasil

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Safra brasileira de grãos caminha para novo recorde histórico

A produção brasileira de grãos na safra 2024/25 deve alcançar um novo recorde, com crescimento estimado em 11,9% em relação ao ciclo anterior. De acordo com dados da Conab, o volume total deve atingir patamar histórico, impulsionado principalmente pela recuperação da produtividade e pela expansão da área cultivada.

O resultado reflete condições climáticas mais favoráveis em comparação à safra passada, além de investimentos em tecnologia e manejo por parte dos produtores.

Expansão da área plantada contribui para aumento da produção

A área total destinada ao cultivo de grãos também apresenta crescimento, reforçando o potencial produtivo do país.

Esse avanço é puxado principalmente por culturas estratégicas, como:

  • Soja
  • Milho
  • Algodão

A ampliação da área, aliada a ganhos de produtividade, sustenta a expectativa de uma safra robusta e com forte impacto no abastecimento interno e nas exportações.

Soja lidera produção nacional e mantém protagonismo

A soja segue como principal cultura do país, com participação significativa no volume total produzido.

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A expectativa é de recuperação na produtividade, após desafios climáticos enfrentados no ciclo anterior. Esse desempenho reforça o papel do Brasil como um dos maiores produtores e exportadores globais da commodity.

Milho apresenta recuperação e reforça oferta interna

A produção de milho também deve crescer na safra 2024/25, impulsionada pelo bom desenvolvimento da segunda safra (safrinha).

A combinação de clima mais favorável e maior área plantada contribui para elevar a oferta do cereal, que é fundamental tanto para o mercado interno quanto para exportação.

Algodão e outras culturas também registram avanço

Além de soja e milho, outras culturas importantes, como o algodão, também apresentam perspectiva de crescimento.

O avanço dessas cadeias produtivas amplia a diversificação da produção agrícola brasileira e fortalece a posição do país no comércio internacional.

Condições climáticas favorecem desenvolvimento das lavouras

O clima tem sido um fator decisivo para o bom desempenho da safra atual. Em comparação ao ciclo anterior, marcado por irregularidades climáticas, a safra 2024/25 apresenta maior regularidade nas chuvas e melhores condições para o desenvolvimento das culturas.

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Esse cenário contribui diretamente para o aumento da produtividade média das lavouras.

Impactos positivos para o mercado interno e exportações

O crescimento da produção deve gerar efeitos relevantes em toda a cadeia do agronegócio:

  • Maior disponibilidade de produtos no mercado interno
  • Potencial de redução de preços em alguns segmentos
  • Aumento das exportações
  • Fortalecimento da balança comercial

Com maior oferta, o Brasil tende a consolidar ainda mais sua posição como um dos principais fornecedores globais de alimentos.

Perspectivas: safra robusta reforça protagonismo do agronegócio

A expectativa de uma produção recorde reforça o papel estratégico do agronegócio na economia brasileira.

Com ganhos de produtividade, expansão de área e clima favorável, o setor segue como um dos principais motores de crescimento do país, com impactos positivos sobre renda, emprego e comércio exterior.

A consolidação desses resultados ao longo da safra dependerá da manutenção das condições climáticas e do cenário de mercado nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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