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Governo de Goiás Anuncia Resultado Final do Programa de Aquisição de Alimentos 2024

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O Governo de Goiás tornou pública a lista definitiva de propostas aprovadas para o Programa de Aquisição de Alimentos Estadual (PAA Goiás 2024). Neste ano, a Comissão Especial do programa recebeu 2.170 inscrições de agricultores familiares de 145 municípios, com 1.004 propostas sendo classificadas. Essa iniciativa marca o início de uma nova etapa do programa, que alocará R$ 15 milhões para o fortalecimento da agricultura familiar goiana.

Em comparação à edição de 2023, o PAA Goiás apresentou um aumento significativo no número de propostas submetidas. No ano anterior, foram registradas 1.246 inscrições, com 1.060 aprovadas e 186 reprovadas. Em 2024, o incremento no número de inscrições resultou em um crescimento de 72,56% na demanda pelo programa, além de uma redução na taxa de reprovação, que caiu de 14,93% para 10,26%, em razão da utilização da plataforma PAA Goiás para o processo de inscrição e avaliação.

Rafael Gouveia, presidente da Emater Goiás, expressou sua satisfação com o número de agricultores beneficiados. “Estamos muito felizes com a quantidade de produtores que foram contemplados pelo programa. Isso demonstra a importância do PAA Goiás no fortalecimento da agricultura familiar e, além de incrementar a renda dos produtores, impulsiona o crescimento do agronegócio goiano”, destacou Gouveia.

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O presidente da Emater também ressaltou o aumento na procura pelo programa, afirmando que as capacitações oferecidas pelo programa Agro é Social, juntamente com a entrega do cartão do Crédito Social, contribuíram para a maior inclusão de produtores. “Muitos agricultores que iniciaram seus próprios negócios agora terão a oportunidade de vender seus produtos para o Governo de Goiás, ajudando a combater a insegurança alimentar das famílias atendidas pela OVG”, completou.

As propostas classificadas beneficiaram 145 municípios goianos, com 59% das inscrições feitas por mulheres e 41% por homens. Entre as cidades com o maior número de projetos aprovados estão Formosa (156), Flores de Goiás (98), Planaltina (56), Morrinhos (28) e Jataí (26). Os produtos mais frequentemente mencionados nas propostas incluem mandioca, couve, cheiro verde, cebolinha e milho verde. Em termos de volume ofertado, a mandioca foi o produto mais citado, seguida pela melancia, milho verde, abóbora cabotiá e couve.

Conforme o edital, o Governo de Goiás realizará a aquisição dos produtos através da modalidade Compra com Doação Simultânea. Os alimentos adquiridos de agricultores familiares serão entregues diretamente a entidades sociais cadastradas pela OVG, que os distribuirão a famílias em situação de vulnerabilidade. Para a execução do PAA 2024, serão utilizados recursos do Fundo de Proteção Social do Estado de Goiás (Protege Goiás), totalizando um investimento de R$ 15 milhões.

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Os agricultores classificados devem entrar em contato com os escritórios locais da Emater Goiás para a elaboração do calendário de entregas e orientações sobre as próximas etapas do programa. Para acessar o resultado definitivo, clique aqui.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de carne bovina do Brasil disparam em 2026 e superam 1,3 milhão de toneladas até maio

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As exportações brasileiras de carne bovina seguem em forte expansão em 2026. Em maio, o Brasil embarcou 297 mil toneladas da proteína para o mercado internacional, volume 17,8% superior ao registrado no mesmo mês de 2025. O desempenho reforça o protagonismo do país no comércio global de carne bovina e consolida a trajetória de crescimento observada ao longo do ano.

Os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), mostram que o faturamento das exportações atingiu US$ 1,83 bilhão em maio, avanço de 6,5% em relação ao mês anterior.

Além do aumento nos embarques, o setor também foi beneficiado pela valorização do produto no mercado internacional. O preço médio da carne bovina exportada alcançou US$ 6.163 por tonelada, registrando alta de 3,5% na comparação com abril.

China responde por mais da metade das exportações brasileiras

A China permaneceu como principal destino da carne bovina brasileira, ampliando sua participação nas compras externas e sustentando o crescimento das exportações nacionais.

Em maio, os chineses adquiriram 157,6 mil toneladas da proteína, movimentando US$ 1,06 bilhão. O volume representa crescimento de 39,6% em relação ao mesmo período do ano passado e corresponde a 53,1% de toda a carne bovina exportada pelo Brasil no mês.

O avanço das compras chinesas ocorre em um momento de antecipação dos embarques por parte dos importadores, diante da implementação de medidas de salvaguarda anunciadas pelo governo do país asiático para o setor de carne bovina.

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Estados Unidos mantêm posição estratégica entre os compradores

Os Estados Unidos seguiram como o segundo principal mercado para a carne bovina brasileira em maio. As exportações para o país somaram 28,8 mil toneladas, gerando receita de US$ 195,6 milhões.

Na comparação anual, os embarques para o mercado norte-americano cresceram 5,1%, demonstrando a manutenção da demanda mesmo em um cenário de maior concorrência internacional.

Entre os principais compradores também se destacaram a Rússia, com importações de 13,7 mil toneladas, o Chile, com 8,5 mil toneladas, e a União Europeia, que adquiriu 8,3 mil toneladas da proteína brasileira durante o mês.

Carne in natura domina receita das exportações

A carne bovina in natura continua sendo o principal produto exportado pelo setor. Em maio, essa categoria respondeu por 88,2% do volume total embarcado e por 93,1% de toda a receita obtida com as exportações brasileiras.

O faturamento da carne in natura atingiu aproximadamente US$ 1,7 bilhão no período, reforçando sua relevância para a balança comercial do agronegócio brasileiro.

Brasil acumula mais de 1,38 milhão de toneladas exportadas em 2026

No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, as exportações brasileiras de carne bovina alcançaram 1,388 milhão de toneladas, crescimento de 15,3% em relação ao mesmo período de 2025.

A receita gerada pelo setor chegou a US$ 7,88 bilhões entre janeiro e maio, refletindo tanto o aumento do volume exportado quanto a valorização dos preços internacionais.

O preço médio das exportações brasileiras atingiu US$ 5.677 por tonelada no período, significativamente acima dos US$ 4.824 por tonelada registrados nos cinco primeiros meses do ano passado.

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Diversificação de mercados fortalece competitividade brasileira

A China segue liderando o ranking anual de compradores, com 631,9 mil toneladas importadas e faturamento de US$ 3,78 bilhões. O país asiático respondeu por 45,5% do volume exportado pelo Brasil e por 48% de toda a receita gerada pelo setor no acumulado de 2026.

Os Estados Unidos aparecem na segunda posição, com 178,6 mil toneladas embarcadas e receita superior a US$ 1,16 bilhão. Na sequência estão Chile, Rússia e União Europeia, todos registrando crescimento nas importações da proteína brasileira.

Segundo a ABIEC, o desempenho positivo reflete a ampla presença da carne bovina brasileira no mercado internacional.

Atualmente, o produto nacional está presente em mais de 177 destinos ao redor do mundo, estratégia que contribui para ampliar a competitividade do setor, reduzir riscos comerciais e fortalecer a posição do Brasil como um dos maiores exportadores globais de proteína animal.

Perspectivas seguem positivas para o restante do ano

Com demanda internacional aquecida, preços sustentados e diversificação crescente dos mercados compradores, o setor de carne bovina mantém perspectivas favoráveis para os próximos meses.

A continuidade do forte ritmo de exportações reforça a importância da pecuária de corte para o agronegócio brasileiro e para a geração de divisas, consolidando o país como um dos principais fornecedores mundiais de carne bovina.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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