Mato Grosso

Governador critica soltura de traficantes pegos com R$ 1 milhão em cocaína: “É inadmissível”

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O governador Mauro Mendes criticou a soltura de dois bandidos que haviam sido pegos com tabletes de cocaína, avaliados em mais de R$ 1 milhão, e foram liberados da prisão quatro dias depois, em Várzea Grande.

Em vídeo publicado nas redes sociais, o governador lembrou que os criminosos já haviam sido presos, em julho, por terem roubado e feito uma família de refém, quase matando a tiros uma criança.

“É inadmissível que criminosos com histórico de violência, inclusive com a posse de drogas em grande quantidade, sejam liberados tão facilmente pela Justiça. Essa situação é um absurdo, está destruindo valores e criando uma sensação de impunidade”, declarou.

Mauro Mendes chamou atenção para a impunidade que as leis frouxas têm trazido ao país, com o “prende e solta” sem fim de bandidos perigosos.

“Essa situação, que se repete com frequência, gera uma sensação de impunidade que coloca em risco a segurança da nossa sociedade. O Judiciário precisa agir com mais rigor e garantir que a lei seja aplicada de forma justa para proteger os cidadãos. E o Congresso precisa se mexer para mudar essas leis que só favorecem os bandidos”, afirmou o governador.

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Ainda no vídeo, o governador elogiou a eficiência das forças de Segurança de Mato Grosso, destacando as centenas de grandes operações e apreensões realizadas ano após ano.

“É importante reconhecer a dedicação e o trabalho incansável de nossos policiais civis e militares, que diariamente se colocam na linha de frente para garantir a segurança da nossa população. Eles enfrentam situações complexas e perigosas, buscando proteger a sociedade desses criminosos”, concluiu.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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