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Câmara dos Deputados Atualiza Legislação sobre Biotecnologia da Reprodução

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Na quarta-feira (16), a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei (PL 5010/2013), que visa fomentar o desenvolvimento tecnológico e modernizar a regulamentação da fiscalização de material de multiplicação animal no Brasil. Com essa aprovação, o novo marco legal proporcionará normas claras para o uso de biotecnologias de reprodução, assegurando maior segurança jurídica à atividade pecuária e científica, além de aumentar a transparência nos mercados nacional e internacional.

O projeto, que recebeu o relatório do deputado Pinheirinho (PP-MG), contou com o apoio da deputada Adriana Ventura (Novo-SP), ambos integrantes da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).

Segundo o deputado Pinheirinho, nas últimas duas décadas, houve um crescimento exponencial no uso de biotécnicas de terceira geração, como a produção in vitro de embriões (PIVE) e a transferência nuclear de células somáticas, popularmente conhecida como “clonagem”. Diante disso, o marco legal vigente não atendia mais às demandas do mercado.

“O projeto busca corrigir essa lacuna e regulamentar questões relacionadas ao uso comercial da PIVE e da clonagem, atualizando e modernizando a legislação existente. Este assunto foi amplamente discutido no Congresso e no Ministério da Agricultura, e nossa aprovação reflete a seriedade que o tema exige”, afirmou o parlamentar.

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A deputada Adriana Ventura destacou que o texto também estabelece responsabilidades em caso de danos à saúde pública, saúde animal ou meio ambiente. Para ela, com a clonagem sendo utilizada comercialmente no Brasil, é fundamental que haja obrigações e penalidades para os infratores.

“A clonagem de animais no Brasil ocorre em níveis acadêmico, experimental e comercial, sem critérios definidos para a identificação e rastreabilidade dos animais. Portanto, era essencial que essa regulamentação fosse feita após tanto tempo, e agora conseguimos essa importante conquista”, concluiu.

O projeto também atualiza as normas de fiscalização de produtos que não existiam quando a atual legislação foi criada, permitindo a continuidade do avanço tecnológico que tem impulsionado o melhoramento genético das principais espécies comerciais no Brasil, como bovinos de leite e de corte, equinos e ovinos.

Agora, a matéria segue para sanção presidencial.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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El Niño intensifica riscos climáticos e Coopercitrus reforça estratégia técnica para proteção do produtor rural

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Cenário climático exige maior planejamento no agro brasileiro

A intensificação do fenômeno climático El Niño acende um alerta no agronegócio brasileiro em 2026, com impactos diretos sobre a produção agrícola em diferentes regiões do País.

Entre os principais efeitos observados estão a ocorrência de secas nas regiões Norte e Nordeste, chuvas excessivas no Sul e distribuição irregular de chuvas no Centro-Oeste e Sudeste, o que eleva o nível de incerteza produtiva nas lavouras.

Diante desse contexto, a adoção de estratégias baseadas em antecipação, tecnologia e gestão de risco torna-se essencial para preservar produtividade e rentabilidade no campo.

Manejo e tecnologia são fundamentais para reduzir perdas

Segundo especialistas, o uso de práticas agronômicas preventivas tem papel decisivo para mitigar os impactos climáticos. Entre as principais recomendações estão o manejo pré-seca com micronutrientes, bioestimulantes, agentes biológicos e indutores de resistência, que ajudam a manter o potencial produtivo das culturas.

Na retomada das chuvas, o foco deve estar na reativação metabólica das plantas e na recuperação do desenvolvimento vegetativo, sem descuidar do controle fitossanitário.

“A implementação de estratégias bem estruturadas permite minimizar perdas, preservar a produtividade e sustentar a rentabilidade mesmo em condições climáticas adversas”, afirma Marcus Vinicius Pires Alves, gerente do Departamento Técnico da Coopercitrus.

Estratégias variam conforme cada cultura agrícola

As recomendações técnicas variam de acordo com o tipo de cultivo, especialmente em cenários de maior instabilidade climática.

  • Café e citros: Em culturas perenes, como café e citros, o manejo de floradas em áreas irrigadas é essencial para garantir pegamento e desenvolvimento adequado dos frutos. O monitoramento de pragas e doenças também exige atenção reforçada.
  • Cana-de-açúcar: Na cana-de-açúcar, o foco deve ser manter a atividade fisiológica da planta durante o período seco, preservando área foliar e sanidade. Com a chegada das chuvas, recomenda-se acelerar a reativação metabólica e reforçar o controle fitossanitário.
  • Cereais: Para grãos, a definição correta da janela de plantio é determinante. O uso de sementes de alto vigor e sanidade, aliado ao manejo nutricional e aplicação de bioestimulantes, favorece o estabelecimento uniforme da lavoura.

“Em anos com El Niño, o sucesso da produção depende diretamente da capacidade de adaptação e do uso de tecnologia aliada ao planejamento”, destaca Paulo Henrique Officiati da Silva, gerente comercial de sementes da Coopercitrus.

Gestão de risco e diversificação ganham importância

Entre as principais estratégias de mitigação recomendadas para cereais estão:

  • Planejamento climático com ajuste da janela de plantio
  • Escolha de cultivares mais rústicas e de ciclo adequado
  • Adoção de plantio direto e cobertura vegetal do solo
  • Monitoramento contínuo de pragas e doenças com manejo integrado
  • Diversificação de culturas para reduzir riscos produtivos
  • Uso de ferramentas de gestão de risco, como seguro rural e proteção de preços
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Nesse contexto, soluções financeiras e de proteção ganham protagonismo. A Fincoop oferece alternativas de seguro agrícola voltadas à proteção contra perdas climáticas, auxiliando o produtor na mitigação de riscos.

Coopercitrus reforça ecossistema completo de apoio ao produtor

A Coopercitrus reforça seu compromisso em apoiar o produtor rural com suporte técnico especializado e um portfólio integrado de soluções.

O ecossistema inclui insumos agrícolas, máquinas e implementos, combustíveis, saúde e nutrição animal, além do Shopping Rural e tecnologias digitais por meio do Campo Digital.

Em um cenário de maior volatilidade climática, a cooperativa destaca que antecipação e proteção são fatores estratégicos para garantir estabilidade produtiva e segurança financeira no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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