Cuiabá

Vereador Eduardo Magalhães quer revogar cobrança da taxa de lixo em Cuiabá

Publicado em

16/10/2024
Vereador Eduardo Magalhães quer revogar cobrança da taxa de lixo em Cuiabá
Se depender do empenho do vereador Eduardo Magalhães (Republicanos) dois projetos de autoria do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) que mexem diretamente no bolso do povo cuiabano, serão revogados: o empréstimo de R$ 139 milhões com o Banco do Brasil e a taxa do lixo.&nbsp Durante sessão ordinária na Câmara Municipal na manhã desta terça-feira (15), o parlamentar disse que a cobrança da taxa significa um ato de grande irresponsabilidade com a população.&nbsp
“E para acabar de piorar, o prefeito ainda determinou, por meio de um decreto, que a cobrança seja retroativa. Então, todos nós fomos surpreendidos com o valor da conta dágua deste mês, onde está inclusa a cobrança de três meses anteriores”, contestou.
O vereador disse que além de tudo, as pessoas estão revoltadas pois estão pagando por um serviço que não existe, que não funciona.&nbsp Alguns bairros mais distantes, sequer estão recebendo o serviço. Está ocorrendo uma demora muito grande para se fazer a coleta na cidade, isso porque o salário dos garis está atrasado. Há relatos de que faz três meses que não recebem pagamento”, denunciou Magalhães ao concluir que se os garis não estão recebendo e a coleta não está sendo feita, então já passou da hora de acabar com a cobrança da taxa.&nbsp
“Nós vamos continuar tentando derrubar esse decreto que o prefeito colocou da cobrança retroativa. Nossa equipe jurídica está estudando a legalidade para que a Câmara possa derrubar o decreto o mais rápido possível”, garantiu o vereador.
Da Assessoria

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Dra. Mara cobra transparência e pressiona revisão de tarifas no saneamento de Cuiabá

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Marcely Alves | Assessoria da vereadora Dra. Mara 
A vereadora Dra. Mara (Podemos) participou, na última sexta-feira (24), de uma reunião técnica na Câmara Municipal de Cuiabá e reforçou a cobrança por transparência e equilíbrio na revisão do contrato de saneamento da capital. 
O encontro contou com a presença da presidente da Casa, a vereadora Paula Calil (PL), além de representantes de órgãos e instituições ligadas ao setor.
Participaram da reunião a concessionária Águas Cuiabá, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, a agência reguladora e pesquisadores da Universidade Federal de Mato Grosso, por meio do Niesa UFMT.
O foco do encontro foi a revisão ordinária do contrato com a Águas Cuiabá, com ênfase nas tarifas de água e esgoto um tema sensível que, segundo a parlamentar, exige respostas claras e medidas concretas.
Durante a reunião, Dra. Mara questionou critérios de cobrança, custos operacionais e a qualidade dos serviços prestados. Para ela, o debate não pode ficar restrito ao campo técnico e precisa refletir a realidade de quem paga a conta todos os meses.
“Não dá para tratar um serviço essencial com superficialidade. As tarifas pesam no bolso da população e precisam ser justificadas com transparência e responsabilidade. Quem paga a conta merece respeito,” afirmou.
A vereadora reforçou o papel do Legislativo no processo. 
“Fiscalizar não é opção, é obrigação. Nosso dever é acompanhar de perto, cobrar e garantir que o interesse da população esteja acima de qualquer contrato,” disse.
Para Dra. Mara, o momento exige mais do que discussões. 
“Não basta reunião, não basta discurso. A população quer resultado: serviço de qualidade e tarifas justas. Quem está na ponta não pode continuar pagando por falhas do sistema, “pontuou.
A presidente da Câmara, Paula Calil, também destacou a importância do debate institucional.
“A Câmara está cumprindo seu papel ao promover esse diálogo. É fundamental garantir transparência e equilíbrio em um tema que impacta diretamente a vida das pessoas,” afirmou.
Ao final, Dra. Mara reforçou que seguirá acompanhando o tema.
“Vamos continuar cobrando. Saneamento não é favor, é direito  e direito precisa ser respeitado,” concluiu.
As discussões devem subsidiar as próximas etapas da revisão contratual, que segue em análise com acompanhamento do Legislativo.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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