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Queda nos Preços do Milho Antecipando a Colheita nos EUA

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Na terça-feira, 15 de outubro, os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3) iniciaram suas operações com uma tendência de queda. Por volta das 10h21 (horário de Brasília), as principais cotações flutuavam entre R$ 67,18 e R$ 71,99. O contrato com vencimento em novembro de 2024 estava cotado a R$ 67,18, apresentando uma redução de 0,30%. O vencimento para janeiro de 2025 era negociado a R$ 70,49, com uma perda de 0,44%, enquanto o contrato de março de 2025 tinha valor de R$ 71,99, com uma baixa de 0,77%.

Movimentações no Mercado Externo

A Bolsa de Chicago (CBOT) também abriu a terça-feira com preços internacionais do milho em queda, observada por volta das 09h44 (horário de Brasília). O contrato para dezembro de 2024 era cotado a US$ 4,05, com uma queda de 3,00 pontos. O vencimento em março de 2025 valia US$ 4,21, apresentando uma desvalorização de 3,25 pontos. O contrato para maio de 2025 era negociado a US$ 4,30, com baixa de 3,00 pontos, enquanto o julho de 2025 estava a US$ 4,34, com perda de 3,00 pontos.

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De acordo com informações do site internacional Farm Futures, as cotações do milho em Chicago estão sob pressão devido ao avanço da colheita das safras nos Estados Unidos, que ocorre antes dos novos relatórios do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), previstos para serem divulgados no final da terça-feira. Bruce Blythe, editor do Farm Futures, observou que “os agricultores dos EUA provavelmente deram mais um grande passo na colheita de milho na semana passada, já que as condições no Centro-Oeste permaneceram predominantemente secas”.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita do café chega a 84% apesar do atraso provocado pelo clima

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A colheita da safra brasileira de café chegou a 84% da produção estimada, mas está atrasada em relação aos anos anteriores. Em igual período de 2025, 94% do volume já havia sido retirado das lavouras. A média dos últimos cinco anos para esta época é de 90%. O avanço foi de seis pontos porcentuais em uma semana, favorecido pelo retorno do tempo seco às principais regiões produtoras.

O atraso está concentrado no café arábica, que representa a maior parte da produção de Minas Gerais. A colheita da variedade alcançou 77%, ante 91% no mesmo período do ano passado e média histórica de 85%.

No caso do canéfora, grupo que reúne conilon e robusta, os trabalhos estão praticamente concluídos. A colheita atingiu 99%, resultado semelhante ao de 2025 e ligeiramente superior à média de 98% dos últimos cinco anos.

Minas Gerais concentra a maior parte da produção brasileira de arábica e deverá colher 33,4 milhões de sacas de 60 quilos em 2026, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume representa praticamente metade das 66,7 milhões de sacas previstas para o País.

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A estimativa mineira é 29,8% superior à da temporada anterior. O aumento foi favorecido pelo ciclo de bienalidade positiva dos cafezais e pelas condições climáticas registradas antes da floração e durante a formação dos grãos.

As chuvas fora de época, porém, prejudicaram a retirada do café das lavouras e a secagem nos terreiros. O excesso de umidade também aumentou a queda de frutos no solo, o que pode comprometer a qualidade de parte dos lotes e reduzir a disponibilidade de cafés de melhor bebida.

O problema atingiu principalmente áreas do Sul de Minas, maior região produtora de arábica do País. O tempo seco dos últimos dias permitiu a retomada dos trabalhos, mas não eliminou o atraso acumulado.

A entrada mais lenta do café novo mantém o mercado atento à oferta brasileira. Os estoques certificados na Bolsa de Nova York permanecem baixos, o que aumenta a reação das cotações a qualquer problema climático ou sinal de perda de qualidade.

A Conab estima que o Brasil produza 45,8 milhões de sacas de arábica em 2026, crescimento de 28% sobre o ano anterior. Para o canéfora, a previsão é de 20,9 milhões de sacas, alta de 0,8%.

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Nas próximas semanas, o produtor deverá concentrar esforços na conclusão da colheita e na secagem dos grãos. Em Minas Gerais, a qualidade dos lotes será decisiva para determinar quanto da safra maior conseguirá alcançar os mercados que pagam mais pelo café.

Fonte: Pensar Agro

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