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Escola Institucional premia vencedores e reafirma compromisso social

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Com o propósito de celebrar a arte fotográfica e também reafirmar o compromisso do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (CEAF) – Escola Institucional do Ministério Público do Estado de Mato Grosso com a preservação do meio ambiente e o fortalecimento da cultura, foi realizada nesta sexta-feira (11) a premiação dos vencedores do 1º Concurso Fotográfico “Retratos da Natureza: documentando as belezas dos três Biomas Mato-grossenses”.

“As fotografias premiadas hoje nos lembram da beleza que nos cerca e da responsabilidade que temos em cuidar de nosso patrimônio natural”, ressaltou o coordenador da Escola Institucional do MPMT, procurador de Justiça Antonio Sergio Cordeiro Piedade.

Ele enfatizou que o concurso de fotografia foi criado para capturar as singularidades dos três biomas e promover uma reflexão sobre a importância da preservação. “Através das lentes dos participantes, tivemos a oportunidade de apreciar a beleza natural que nos cerca e, ao mesmo tempo, refletir sobre a importância de preservá-la. Cada imagem capturada revela não apenas um cenário, mas um convite à contemplação e à responsabilidade ambiental”, afirmou.

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O procurador de Justiça explicou que o concurso foi uma iniciativa pensada dentro do projeto “Biblioteca Viva”, que tem como objetivo enriquecer o ambiente do MPMT com eventos culturais mensais, proporcionar o bem-estar e fomentar o diálogo entre diferentes grupos.

O corregedor-geral do MPMT, procurador de Justiça João Augusto Veras Gadelha, destacou que os participantes do concurso conseguiram capturar imagens que retratam a exuberância da natureza mato-grossense. “Capturar uma imagem é expressar o sentimento da alma, a fotografia se torna assim uma âncora para nossa memória se conectar com as pessoas, e no caso específico, lugares que são importantes para nós”.

Comprometimento – O procurador-geral de Justiça, Deosdete Cruz Junior, aproveitou a celebração para agradecer e enfatizar o papel que cada um, membros e servidores, exerce no MPMT. “Esta instituição propiciou a mim o que eu tenho. É aqui que eu colho a energia todos os dias com membros e servidores para seguir acreditando que nós, como Ministério público, podemos fazer muito pela sociedade”, afirmou.

Enfatizou que nem sempre as pessoas dão conta da relevância do trabalho realizado diariamente. “Querido servidor, você não expede ofício. Querida servidora, você não organiza sala de reunião. Vocês ajudam o Ministério Público a acontecer de verdade. Nós realmente precisamos mostrar que a instituição não é formada apenas por membros, mas sim por membros e servidores juntos e só assim a gente vai conseguir entregar realmente o nosso melhor”.

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Acesse aqui a lista dos vencedores do 1º Concurso Fotográfico “Retratos da Natureza: documentando as belezas dos três Biomas Mato-grossenses”.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Júri condena filho de ex-deputado por feminicídio e homicídio

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O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta sexta-feira (31), Carlos Alberto Gomes Bezerra a 36 anos de reclusão pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio de Willian César Moreno. O julgamento foi realizado no Fórum da Capital e presidido pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira. Pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), atuou no plenário o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Os crimes ocorreram em janeiro de 2023, no bairro Consil, em Cuiabá. Conforme sustentado pelo Ministério Público, o acusado agiu de forma premeditada e motivado pela inconformidade com o término do relacionamento com Thays Machado.O Conselho de Sentença acolheu integralmente o entendimento do Ministério Público e reconheceu todas as qualificadoras imputadas ao réu. No homicídio de Willian César Moreno, os jurados acolheram as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Já em relação ao feminicídio de Thays Machado, foram reconhecidas as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio praticado em contexto de violência doméstica e de gênero.A acusação destacou que o réu monitorava a rotina da vítima, realizava vigilância constante de seus deslocamentos e conhecia detalhadamente seus hábitos, circunstâncias comprovadas por documentos, anotações e materiais apreendidos durante as investigações.Durante os debates, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva sustentou que o conjunto probatório revelou um histórico de controle, perseguição e não aceitação do término do relacionamento por parte do acusado. Para o Ministério Público, o feminicídio ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero e foi precedido por uma crescente escalada de monitoramento da rotina da vítima.“Trata-se da personalidade de alguém possessivo, que possui ciúme exacerbado, que enxerga a mulher não como aquela pessoa com quem gostaria de constituir um casal, mas como um objeto. E, evidentemente, como ocorre com toda posse, quando ela é retirada de quem a considera sua propriedade, a reação é violenta, através da repreensão. Foi o que ele fez quando matou duas pessoas”, afirmou o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Conforme sustentado em plenário pelo promotor de Justiça, as investigações demonstraram que o acusado acompanhava a rotina da vítima, mantinha registros de seus deslocamentos e realizava vigilância constante de locais frequentados por ela, circunstâncias que reforçam as qualificadoras apontadas na denúncia.O promotor de Justiça também destacou que foram identificados 914 registros de chamadas entre o acusado e a vítima entre o fim de dezembro de 2022 e a data do crime, além de elementos que evidenciariam vigilância e controle sobre a vida de Thays Machado.Conforme apresentado pelo Ministério Público, todos os disparos que atingiram Thays ocorreram pelas costas, reforçando a tese de que as vítimas não tiveram qualquer possibilidade de defesa.Após a decisão do Conselho de Sentença, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena de 36 anos de reclusão para Carlos Alberto Gomes Bezerra. O réu permanecerá preso para cumprimento da condenação, nos termos definidos na sentença.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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