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Exportações de Açúcar Registram Queda no Volume Programado para 3,35 Milhões de Toneladas

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O número de navios aguardando para embarcar açúcar nos portos brasileiros subiu para 80 na semana encerrada em 9 de outubro, um leve aumento em relação aos 79 registrados na semana anterior, segundo levantamento da agência marítima Williams Brasil. Apesar disso, o volume total programado para carregamento diminuiu para 3,348 milhões de toneladas, comparado às 3,392 milhões de toneladas da semana anterior.

O Porto de Santos, em São Paulo, lidera os embarques com 2,564 milhões de toneladas, seguido pelo Porto de Paranaguá, no Paraná, com 413.600 toneladas, e pelo Porto de Imbituba, em Santa Catarina, com 159.964 toneladas. Outros portos envolvidos incluem São Sebastião (SP), com 51.000 toneladas, Suape (PE), com 23.150 toneladas, Maceió (AL), com 89.300 toneladas, e Recife (PE), com 47.000 toneladas.

A maior parte da carga exportada é de açúcar tipo VHP, somando 3,184 milhões de toneladas, seguida por TBC (105.750 toneladas), Cristal B150 (33.000 toneladas), VHP em sacas (equivalente a 11.000 toneladas) e Refinado A-45 (14.156 toneladas). O relatório da Williams considera embarcações já ancoradas, em espera para atracação ou com chegada prevista até 8 de novembro.

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Exportações em Alta

Em termos de receita, as exportações brasileiras de açúcar e melaços registraram uma média diária de US$ 88,349 milhões em outubro, considerando os quatro dias úteis do mês até o momento, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). O volume diário médio exportado foi de 190.360 toneladas, totalizando 761.441 toneladas enviadas ao exterior, gerando uma receita de US$ 353,3 milhões a um preço médio de US$ 464,10 por tonelada.

Comparando com o mesmo período de 2023, quando a receita diária média foi de US$ 73,428 milhões, houve um aumento de 20,3% nas exportações diárias em outubro de 2024. O volume embarcado também cresceu 39,1% em relação às 136.869 toneladas exportadas diariamente em outubro de 2023. No entanto, o preço médio por tonelada apresentou queda de 13,5%, passando de US$ 536,50 por tonelada em 2023 para US$ 464,10 em 2024.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão do Brasil devem bater recorde em 2025/26 e reforçam liderança global no mercado internacional

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As exportações brasileiras de algodão devem encerrar o ciclo comercial 2025/2026 em nível recorde, com estimativa de aproximadamente 3,3 milhões de toneladas embarcadas, segundo projeções apresentadas durante a abertura do XXIII Anea Cotton Dinner, em reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e Derivados.

O desempenho reforça o protagonismo do Brasil no comércio internacional da fibra, com o país consolidado como principal exportador mundial de algodão, superando concorrentes tradicionais como os Estados Unidos. O resultado é sustentado pela forte demanda de mercados da Ásia, Europa e Oriente Médio.

Produção brasileira mantém crescimento e produtividade elevada

A safra 2025/2026 de algodão no Brasil deve alcançar cerca de 3,9 milhões de toneladas de pluma, cultivadas em aproximadamente 1,9 milhão de hectares, com produtividade média próxima de 1.954 quilos por hectare, de acordo com dados da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

Para o ciclo 2026/2027, as primeiras estimativas indicam nova expansão, com produção projetada em 3,96 milhões de toneladas, reforçando a tendência de crescimento consistente da cultura no país.

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Brasil registra recordes de exportação e consolida liderança global

A Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) destacou que o Brasil registrou recordes mensais de embarques em sete meses dentro do ciclo atual, mantendo ritmo forte de exportações e encerrando a temporada na liderança global do setor.

“O algodão brasileiro alcançou um novo patamar no mercado internacional. Tivemos sete meses de recorde de exportação, e junho deve seguir o mesmo ritmo. Hoje, o desafio já não é apenas produzir mais, mas garantir infraestrutura, competitividade e previsibilidade para sustentar esse crescimento”, afirmou o presidente da Anea, Dawid Wajs.

O avanço das exportações reflete não apenas o aumento da produção, mas também a consolidação da confiança internacional na qualidade da fibra brasileira.

Cenário global pode sustentar preços do algodão

No mercado internacional, o cenário de oferta e demanda segue apertado. A projeção aponta consumo global de aproximadamente 26,510 milhões de toneladas, acima da oferta estimada em 25,265 milhões de toneladas, o que pode contribuir para sustentar as cotações da fibra no mercado mundial.

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Mercado interno mais cauteloso e busca por qualidade

No Brasil, o mercado doméstico apresenta comportamento mais conservador. As fiações têm adotado postura cautelosa nas compras, priorizando qualidade da matéria-prima e reduzindo o apetite por contratos de longo prazo, especialmente em um ambiente de juros elevados.

Uso do algodão avança para além do setor têxtil

Durante as discussões do setor, também ganhou destaque a valorização das fibras naturais e a ampliação do uso do algodão em novas aplicações industriais. Além do vestuário, o produto vem sendo incorporado em segmentos como saúde, construção civil, defesa e materiais funcionais, ampliando seu potencial de inovação e agregação de valor na cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

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