Tribunal de Justiça de MT

Tribunal Pleno define desembargadores de comissões, núcleos e Escola da Magistratura

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O Pleno do Tribunal de Justiça de Mato Grosso definiu na sessão dessa quinta-feira (10 de outubro) quais desembargadores e desembargadoras irão compor as comissões, núcleos e outros setores administrativos no biênio 2025/2026. 
 
As comissões do Tribunal de Justiça permanecerão com os mesmos integrantes, com exceção do desembargador Juvenal Pereira da Silva, que passará a compor a Comissão de Organização Judiciária e Regimento Interno. 
 
Na Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), o desembargador Márcio Vidal foi eleito como diretor e a desembargadora Anglizey Solivan de Oliveira será a vice-diretora. 
 
O Conselho Consultivo da Esmagis será composto pelos desembargadores Marilsen Andrade Addário, Marcos Machado, Antônia Siqueira Gonçalves, Mário Roberto Kono de Oliveira e Helena Maria Bezerra Ramos. 
 
O Conselho de Supervisão dos Juizados Especiais será conduzido pelo desembargador Sebastião de Arruda Almeida. 
 
O Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) será reconduzido pelo desembargador Mário Kono, com a juíza Helícia Vitti Lourenço como coordenadora e como suplente o juiz Wanderlei José dos Reis. 
 
O Núcleo de Previdência do Poder Judiciário (Nuprev) ficará sob responsabilidade do desembargador Hélio Nishiyama. 
 
O Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (Nugjur) será reconduzido pela desembargadora Clarice Claudino da Silva. 
 
O Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo de Mato Grosso (GMF/MT) continuará sob supervisão do desembargador Orlando de Almeida Perri.
 
Mylena Petrucelli 
Coordenadoria de Comunicação do TJMT 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Judiciário de MT Explica: por que falar de Equidade Racial importa?

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Há muita diferença entre tratar as pessoas de forma igual e tratá-las com justiça. E para explicar melhor é fundamental falar de igualdade versusequidade racial.
De forma resumida, conforme o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a igualdade garante o tratamento igualitário perante a lei, enquanto a equidade ajusta esse tratamento às necessidades específicas de cada indivíduo ou grupo.
Assim, a equidade busca promover a aplicação da justiça na prática para corrigir desigualdades e desvantagens históricas por meio de ações afirmativas.
Depois de estudos iniciados a partir da Portaria 108/2020, o CNJ lançou em 2022 o Pacto Nacional pela Equidade Racial, do qual o Poder Judiciário de Mato Grosso é signatário a partir do Comitê de Equidade Racial.
Por meio dele, o Judiciário mato-grossense passou a realizar cursos de letramento racial e práticas antirracistas, oficinas nas diferentes áreas e outras ações no âmbito do Tribunal de Justiça e nas comarcas.
O trabalho busca promover a equidade, fortalecer a democracia, unir as pessoas pelo respeito para mostrar que o conhecimento é a melhor ferramenta para transformar a nossa realidade.

Autor: Lídice Lannes

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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