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Mercado do Milho: Bolsa Brasileira inicia a sexta-feira com preços futuros estáveis

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Nesta sexta-feira, 11 de outubro, os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3) registram pequenas flutuações negativas. Por volta das 10h21 (horário de Brasília), as principais cotações variavam entre R$ 68,74 e R$ 73,18. O contrato para novembro de 2024 era cotado a R$ 68,74, apresentando uma queda de 0,12%. Já o contrato para janeiro de 2025 estava a R$ 72,07, com perda de 0,30%, e o vencimento em março de 2025 tinha valor de R$ 73,18, com uma baixa de 0,23%.

No mercado externo, a Bolsa de Chicago (CBOT) também iniciou a sexta-feira com leve otimismo nos preços internacionais do milho futuro, que apresentavam alta por volta das 09h44 (horário de Brasília). O contrato para dezembro de 2024 estava sendo negociado a US$ 4,19, com um aumento de 1,25 pontos; o contrato para março de 2025 era cotado a US$ 4,37, com ganho de 0,75 pontos; o vencimento para maio de 2025 valia US$ 4,46, com elevação de 1,25 pontos; e o contrato para julho de 2025 tinha preço de US$ 4,52, com valorização de 1,25 pontos.

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De acordo com informações do site internacional Farm Futures, os futuros de milho experimentaram um leve ganho em negociações de baixa volatilidade durante a noite, mas ainda estão caminhando para o que pode ser o primeiro declínio semanal do mercado em três semanas. O analista Bruce Blythe destaca que se espera que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) revise sua previsão de colheita de milho deste ano para 15,155 bilhões de bushels, além de cortar a estimativa de rendimento médio para 183,4 bushels por acre. Em setembro, o USDA havia estipulado a colheita em 15,186 bilhões de bushels, com rendimento médio de 183,6 bushels por acre.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Algodão: negócios com pluma enfraquecem no Brasil e preços domésticos recuam, aponta Safras

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O mercado brasileiro de algodão apresentou enfraquecimento na comercialização da pluma ao longo da semana, com redução da liquidez no mercado físico e queda nos preços domésticos, segundo análise da Safras & Mercado. O movimento ocorreu mesmo com o bom desempenho das exportações e avanço da colheita da safra 2025/26.

Preços da pluma recuam no mercado físico

Em Rondonópolis (MT), referência importante para o algodão brasileiro, a pluma foi negociada na quinta-feira (25) a R$ 129,06 por arroba, equivalente a cerca de R$ 3,90 por libra-peso. O valor representa queda em relação à semana anterior, quando o produto era cotado a R$ 131,14 por arroba (ou R$ 3,97 por libra-peso).

No mercado CIF São Paulo, o algodão girou em torno de R$ 4,09 por libra-peso. Há uma semana, o patamar era de aproximadamente R$ 4,14 por libra-peso, sem ICMS, o que indica recuo de 1,21% no período.

O cenário reforça o descolamento entre os preços domésticos e os referenciais internacionais, em um ambiente de menor ritmo de negócios no físico.

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Exportações de algodão crescem 57% em junho

Apesar da pressão no mercado interno, as exportações brasileiras seguem em forte ritmo. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços apontam que o país exportou 146,845 mil toneladas de algodão em junho (14 dias úteis), com média diária de 10,488 mil toneladas.

A receita com vendas externas somou US$ 235,706 milhões, com média diária de US$ 16,839 milhões.

Na comparação com o mesmo período do ano anterior, houve crescimento expressivo de 57,9% no volume diário exportado e alta de 57,6% na receita diária, indicando fortalecimento da demanda internacional pela pluma brasileira.

Colheita da safra 2025/26 avança no Brasil

No campo, a colheita da safra 2025/26 de algodão atingiu 2,8% da área dos sete principais estados produtores, que concentram cerca de 98% da produção nacional, segundo dados da Conab.

O percentual representa avanço em relação à semana anterior, quando o índice era de 1,7%. No mesmo período do ano passado, a colheita estava mais adiantada, em 4%, enquanto a média dos últimos cinco anos para o período é de 2,5%.

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O ritmo atual indica um início de safra próximo do comportamento histórico, ainda sob influência das condições climáticas regionais e da janela de colheita nas principais áreas produtoras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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