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IHARA Promove Treinamentos sobre o Uso Seguro de Defensivos Agrícolas no Brasil

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O Brasil, reconhecido como uma potência agrícola, destaca-se por sua capacidade de produzir alimentos, algodão e etanol a partir de vegetais. No entanto, as condições climáticas tropicais apresentam desafios significativos, como a incidência de pragas, doenças e plantas daninhas que comprometem a produtividade. Para maximizar esse alto potencial produtivo, é fundamental a adoção de tecnologias, sendo os defensivos agrícolas essenciais para a proteção das culturas.

O desenvolvimento de defensivos agrícolas requer anos de pesquisa, abrangendo formulações, eficácia agronômica e segurança para a saúde humana e ambiental. No Brasil, um dos processos de registro mais rigorosos do mundo, esses produtos são avaliados por três órgãos competentes: o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).

A autorização para o uso de um defensivo é formalizada nas recomendações contidas na bula do produto. Contudo, é crucial que essas orientações sejam seguidas rigorosamente para garantir que a condução da lavoura e o produto final estejam em conformidade com as legislações, resultando em uma produção sustentável e segura para os consumidores.

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A IHARA reconhece que seu papel vai além do desenvolvimento de tecnologias avançadas para o controle de pragas e doenças, envolvendo também a orientação e conscientização dos usuários sobre o uso correto e seguro de seus produtos. Para isso, a empresa realiza diversas ações, investindo significativamente na capacitação das equipes de campo, visando disseminar informações essenciais sobre o tema.

Dentre os programas de stewardship da IHARA, destaca-se o Cultivida, que tem como objetivo conscientizar agricultores e trabalhadores rurais sobre boas práticas agrícolas, por meio de treinamentos e entrega de Equipamentos de Proteção Individual (EPI). As orientações abrangem a conformidade com a legislação e a segurança no campo, incluindo tópicos como tecnologia de aplicação, gerenciamento da deriva, importância do uso de EPIs, cuidados no preparo da calda, mitigação de riscos para polinizadores, interpretação de bulas, limites máximos de resíduos e destinação final de embalagens.

Em 2024, a IHARA já realizou diversos treinamentos práticos em várias regiões, adaptando-se às diferentes realidades rurais. Em áreas agrícolas de Mato Grosso, por exemplo, foram enfatizados cuidados de segurança durante a aplicação de defensivos, especialmente nas proximidades de reservas indígenas. Pequenos agricultores de hortifrúti também receberam orientações sobre rastreabilidade e limites máximos de resíduos de produtos in natura. Para os produtores de café, a abordagem focou na tecnologia de aplicação com drones, visando o controle da deriva. Os treinamentos sobre tecnologia de aplicação são realizados pela IHARA, com a coordenação especializada da Agroefetiva, reconhecida como uma das principais consultorias de pesquisa e extensão nesse tema no Brasil.

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De acordo com André Nannetti, diretor executivo da IHARA, “acreditamos que os treinamentos sobre o uso correto e seguro de defensivos, realizados presencialmente para os operadores responsáveis pelo preparo da calda e aplicação de nossas tecnologias, são a chave para uma produção mais sustentável. Nosso principal desafio é mobilizar e engajar um número crescente de participantes nessas ações”.

Com um compromisso sólido com a sustentabilidade e a segurança no campo, a IHARA se posiciona como parceira dos agricultores brasileiros, disponibilizando as melhores tecnologias para a proteção de cultivos e orientando sobre boas práticas agrícolas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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El Niño volta ao radar do mercado de café e pode influenciar oferta global nas próximas safras

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A confirmação de um novo episódio do fenômeno El Niño para o segundo semestre de 2026 reacendeu a atenção do mercado internacional de café. Embora a produção brasileira da safra 2026/27 não deva sofrer impactos relevantes, especialistas avaliam que as alterações climáticas poderão afetar importantes regiões produtoras ao redor do mundo e influenciar as perspectivas de oferta nos próximos ciclos.

De acordo com análise da Hedgepoint Global Markets, os efeitos do El Niño sobre a cafeicultura dependem da intensidade e da duração do fenômeno, além do momento em que ocorre dentro do calendário agrícola de cada país. Por isso, os impactos tendem a variar entre as diferentes origens produtoras.

Safra brasileira 2026/27 segue com perspectiva positiva

No Brasil, maior produtor e exportador mundial de café, a expectativa é de que a safra 2026/27 não registre perdas significativas em decorrência do fenômeno climático.

Segundo a Hedgepoint, o estágio atual das lavouras reduz os riscos imediatos para a produção nacional. Ainda assim, um outono e inverno com maior volume de chuvas podem provocar atrasos na colheita e aumentar a volatilidade do mercado ao longo dos próximos meses.

Mesmo sem expectativa de impactos relevantes sobre a produtividade da safra atual, o comportamento do clima continuará sendo acompanhado de perto pelos agentes do setor, especialmente diante da possibilidade de fortalecimento do El Niño durante o segundo semestre.

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Florada da safra 2027/28 entra no foco do mercado

Se a produção da temporada atual inspira maior tranquilidade, a mesma situação não se aplica ao próximo ciclo produtivo.

A Hedgepoint alerta que alterações no regime de chuvas e nas temperaturas durante o período de florada poderão influenciar o potencial produtivo da safra brasileira de 2027/28.

A fase de floração é considerada uma das mais importantes para a definição da produtividade dos cafezais. Qualquer irregularidade climática nesse período pode comprometer a formação dos frutos e alterar as estimativas futuras de produção.

América Central e Sudeste Asiático concentram maiores riscos

Enquanto o Brasil tende a enfrentar impactos limitados no curto prazo, outras importantes regiões produtoras apresentam maior vulnerabilidade aos efeitos do El Niño.

Segundo a análise da Hedgepoint Global Markets, países da América Central e do Sudeste Asiático podem sofrer alterações climáticas capazes de prejudicar tanto a safra 2026/27 quanto a temporada 2027/28.

Essas regiões desempenham papel estratégico no abastecimento global de café, especialmente na produção de grãos arábica e robusta, o que faz com que qualquer redução na oferta seja acompanhada com atenção pelos mercados internacionais.

Clima seguirá como principal variável para os preços

Com a possibilidade de um episódio mais intenso de El Niño entre o fim de 2026 e o início de 2027, operadores, exportadores e produtores deverão manter atenção redobrada à evolução das condições climáticas nas principais origens produtoras.

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Embora o cenário atual não indique prejuízos relevantes para a produção brasileira desta temporada, o mercado continua precificando riscos relacionados às próximas safras, uma vez que o equilíbrio entre oferta e demanda mundial depende diretamente das condições meteorológicas.

Segundo Laleska Moda, analista de inteligência de mercado da Hedgepoint Global Markets, o comportamento do fenômeno varia conforme a região e o período do ano em que atua.

A especialista explica que, no Brasil, a safra 2026/27 deve ser preservada, mas o andamento da colheita e, principalmente, a florada da safra 2027/28 exigirão acompanhamento constante. Já em países da América Central e do Sudeste Asiático, os efeitos do El Niño poderão ser mais intensos, afetando a produção nas duas próximas temporadas.

Diante desse cenário, o clima permanece como um dos principais fatores de formação das expectativas para o mercado global de café, influenciando decisões de comercialização, investimentos e projeções para a oferta mundial nos próximos anos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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