A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Cocalinho, deflagrou, na manhã desta quinta-feira (03.10), operação para cumprimento de mandados de prisão contra integrantes de uma organização criminosa, identificados como autores dos crimes de tortura e tentativa de homicídio, conhecido como “salve”, contra uma vítima no município.
Três pessoas tiveram a participação identificada no crime, sendo um dos suspeitos, preso em flagrante pela Polícia Militar no dia dos fatos. Os outros dois envolvidos tiveram o mandado de prisão decretada pela Comarca de Água Boa com base em investigações da Polícia Civil.
O crime tortura e tentativa de homicídio ocorreu na segunda-feira (30.09), após a vítima ser chamada para ir a um lava jato, onde foi sequestrada por três homens e levada para uma casa abandonada. Lá, a vítima foi amarrada e agredida com pedaços de pau e ameaçada de morte.
Durante as agressões, os suspeitos fizeram uma chamada de vídeo com outras pessoas, caracterizando uma típica sessão de “salve”. A vítima só conseguiu escapar quando uma pessoa se aproximou da residência e os criminosos fugiram.
Logo que tomou conhecimento do crime, a equipe da Polícia Civil iniciou as diligências, realizando as oitivas de testemunhas e indo até o local das agressões, onde foram localizados os instrumentos utilizados na tortura.
Com a prisão do primeiro envolvido e diante das informações levantadas durante as investigações, a Polícia Civil identificou os outros dois participantes do crime, sendo pedido os mandados de prisão preventiva, que foram deferidos pela Justiça.
Na operação realizada nesta quinta-feira (03), os policiais da Delegacia de Cocalinho localizaram um dos procurados, que teve o mandado de prisão cumprido. O preso possui diversas passagens criminais, inclusive por crime de homicídio no Estado de Goiás.
Ele foi conduzido à Delegacia de Cocalinho, onde foi interrogado e posteriormente colocado à disposição da Justiça. As diligências seguem em andamento para prender o terceiro envolvido no crime, que ainda está foragido.
Cerca de R$ 10 milhões em notas falsas, utilizadas para aplicar um golpe do falso empréstimo milionário, foram destruídos pela Polícia Civil, na tarde desta terça-feira (30.6), na fornalha de uma empresa no bairro Jardim Industrial, em Cuiabá. A destruição do valor foi realizada por policiais da Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que apuraram o sofisticado esquema de golpe.
A mala com os valores milionários faz parte de investigações iniciadas em 2024, após um empresário do município de Água Boa procurar a Polícia Civil relatando ter sido induzido a acreditar que receberia um empréstimo de R$ 10 milhões.
Na ocasião, para concretizar a suposta operação financeira, os criminosos exigiram o pagamento antecipado de uma comissão de R$ 1 milhão, aceitando inicialmente a quantia de R$ 400 mil em espécie.
Após meses de negociações, reuniões presenciais e contatos telefônicos, a vítima se encontrou com os suspeitos em um hotel de Cuiabá, onde entregou R$ 400 mil em dinheiro e recebeu uma mala que supostamente continha os R$ 10 milhões prometidos. Posteriormente, ao abrir o material, constatou que os pacotes continham apenas notas falsas e cédulas sem valor comercial, caracterizando o golpe.
Durante a investigação, a Polícia Civil apreendeu a mala utilizada pelos criminosos e realizou diversas diligências, incluindo análise de imagens de segurança, identificação de linhas telefônicas utilizadas pelos suspeitos e coleta de outros elementos probatórios para individualização dos envolvidos.
Na conclusão do inquérito policial, três pessoas foram indiciadas pelos crimes de estelionato e associação criminosa. Segundo o delegado responsável pelas investigações, Bruno Palmiro, o trabalho investigativo apontou que os autores utilizavam falsa aparência de empresários e investidores para conquistar a confiança das vítimas.
“Os investigados simulavam operações financeiras legítimas e prometiam empréstimos de grandes valores mediante pagamento prévio de comissões”, explicou o delegado.
As investigações prosseguiram para identificação completa dos integrantes do grupo criminoso e apuração da eventual participação dos investigados em outros golpes semelhantes praticados em diferentes estados da Federação.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.