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Mercado de Milho no Brasil Apresenta Tendência de Preços Firmes

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O mercado brasileiro de milho inicia a semana com expectativa de firmeza nos preços. A ausência de uma oferta excessiva, aliada ao recente avanço expressivo das cotações na Bolsa de Chicago, contribui para manter as cotações sustentadas. Fatores como a desvalorização do dólar frente ao real e o clima seco em diversas regiões do Brasil também seguem sob análise dos agentes do setor.

As condições climáticas adversas, especialmente o clima seco previsto para boa parte do país ao longo da semana, somadas à queda no dólar e à leve baixa nos futuros de milho em Chicago, trazem certa lentidão nas negociações. Ainda assim, o mercado deve seguir com preços firmes.

Na segunda-feira, o mercado de milho no Brasil manteve preços estáveis, conforme apontado por Paulo Molinari, consultor da Safras & Mercado. Mesmo sem excesso de ofertas, o início da semana foi marcado por um ritmo mais lento de comercialização.

Nos portos, as cotações seguiram firmes: no Porto de Santos, os valores ficaram entre R$ 68,00 e R$ 70,00 por saca (CIF), enquanto no Porto de Paranaguá, as cotações variaram de R$ 64,50 a R$ 68,00 por saca.

Em outras regiões, o cenário de preços também se manteve estável. No Paraná, os valores oscilaram entre R$ 60,00 e R$ 62,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, na região da Mogiana, os preços foram de R$ 63,00 a R$ 65,00 por saca, e em Campinas (CIF), os valores atingiram de R$ 67,00 a R$ 70,00. Já no Rio Grande do Sul, em Erechim, as cotações variaram entre R$ 68,00 e R$ 70,00 por saca, enquanto em Minas Gerais, na cidade de Uberlândia, os preços estiveram entre R$ 63,00 e R$ 65,00. Em Goiás, o milho foi negociado por R$ 56,00 a R$ 58,00 em Rio Verde (CIF), e no Mato Grosso, os valores ficaram entre R$ 55,00 e R$ 58,00 em Rondonópolis.

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Mercado Internacional

Em Chicago, os contratos futuros de milho com vencimento em dezembro operaram cotados a US$ 4,23 1/2 por bushel, uma queda de 1,25 centavos de dólar (0,29%) em relação ao fechamento anterior. Essa leve correção ocorre após a forte alta do pregão anterior, que marcou o maior patamar dos últimos três meses. O recuo é influenciado pelo avanço da colheita de milho nos Estados Unidos, que deve alcançar a segunda maior safra da história, pela valorização do dólar frente a outras moedas e pela queda nos preços do petróleo em Nova York.

Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), até 29 de setembro, 21% das lavouras de milho já haviam sido colhidas, contra 14% na semana anterior e a média de 18% nos últimos cinco anos. Em relação à qualidade das lavouras, 64% das plantações foram classificadas como boas ou excelentes, 24% em condições regulares e 12% em situação ruim ou muito ruim.

No fechamento de ontem (30), os contratos de milho para dezembro de 2024 registraram alta de 6,75 centavos (1,61%), sendo cotados a US$ 4,24 3/4 por bushel, enquanto os contratos para março de 2025 subiram 6,25 centavos (1,43%), fechando a US$ 4,41 1/4 por bushel.

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Câmbio e Indicadores Financeiros

O dólar comercial opera em queda de 0,26%, cotado a R$ 5,4336. O índice Dollar Index, que mede a força da moeda americana frente a uma cesta de outras moedas, avançou 0,42%, atingindo 100,80 pontos.

No mercado financeiro internacional, as principais bolsas da Ásia encerraram o pregão em alta, com destaque para o Japão, que subiu 1,93%. Na Europa, os índices também operam em terreno positivo, com Paris registrando alta de 0,11%, Frankfurt com elevação de 0,42% e Londres avançando 0,56%.

O petróleo, por sua vez, opera em baixa, com os contratos para novembro do WTI em Nova York cotados a US$ 67,50 o barril, uma queda de 0,98%.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cachaça de alambique ganha espaço no mercado de drinks e empreendedorismo com capacitação gratuita em Minas Gerais

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A cachaça de alambique busca conquistar novos mercados além da tradicional caipirinha. Com foco em inovação, empreendedorismo e valorização de produtos regionais, o Sistema Faemg Senar promove, nos dias 22 e 23 de julho, a Imersão Cachaça no Preparo de Drinks — Lucro, Experiência e Mercado, durante a 96ª Semana do Fazendeiro, realizada na Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Minas Gerais.

A capacitação gratuita será realizada na Carreta Agro pelo Brasil CNA/Faemg, das 9h30 às 18h, com vagas limitadas. A programação será dividida em duas turmas independentes, permitindo que os participantes escolham apenas uma das datas disponíveis.

O treinamento será conduzido pelo consultor de bebidas, bartender e sommelier de cachaça Albert Coelho, que apresentará técnicas e conhecimentos voltados ao aproveitamento comercial da bebida brasileira.

Cachaça ganha novas oportunidades com a coquetelaria

A iniciativa tem como objetivo ampliar a visão sobre o potencial da cachaça de alambique como produto de alto valor agregado.

A proposta é capacitar produtores rurais, empreendedores, profissionais dos setores de bares, restaurantes e turismo, além de consumidores interessados em conhecer novas possibilidades de mercado relacionadas à bebida.

Durante a imersão, os participantes terão contato com conteúdos teóricos e atividades práticas envolvendo:

  • história da cachaça e evolução da bebida no Brasil;
  • fundamentos da coquetelaria;
  • análise sensorial;
  • técnicas de preparo de drinks;
  • harmonização de sabores;
  • tendências do mercado de bebidas;
  • estratégias para valorização e comercialização do produto.
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A capacitação busca demonstrar que a cachaça pode ocupar novos espaços no mercado, especialmente quando associada à experiência gastronômica, turismo e produtos premium.

Minas Gerais fortalece tradição e inovação na produção de cachaça

Reconhecida pela qualidade da cachaça artesanal, Minas Gerais possui uma forte tradição na produção de bebidas de alambique.

Além do valor cultural, o setor representa uma oportunidade de geração de renda e diversificação das atividades no meio rural.

Para a analista de agronegócios do Sistema Faemg Senar, Nathália Rabelo, a iniciativa pretende estimular novas formas de comercialização e aproximar a bebida de diferentes públicos.

“A cachaça de alambique é um produto de alta qualidade e com enorme potencial ainda pouco explorado na coquetelaria. Queremos mostrar que ela vai muito além da caipirinha, agregando valor ao produto e criando novas oportunidades de comercialização”, destaca.

Segundo ela, a aproximação com a cultura dos drinks pode contribuir para ampliar o consumo e fortalecer a imagem da cachaça brasileira como um produto sofisticado e competitivo.

Capacitação busca fortalecer pequenos negócios e produtores rurais

A valorização da cachaça artesanal está diretamente ligada ao desenvolvimento de estratégias de mercado, melhoria da apresentação do produto e criação de novas experiências para os consumidores.

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Para produtores rurais, investir em conhecimento sobre bebidas, harmonização e tendências de consumo pode abrir oportunidades em segmentos como turismo rural, gastronomia e mercados especializados.

A imersão promovida pelo Sistema Faemg Senar integra uma agenda de ações voltadas à qualificação profissional e ao fortalecimento das cadeias produtivas do agronegócio mineiro.

Inscrições abertas para curso gratuito sobre cachaça e drinks

As vagas para a Imersão Cachaça no Preparo de Drinks — Lucro, Experiência e Mercado são limitadas.

Os interessados devem realizar a inscrição no formulário correspondente à data escolhida para participação durante a Semana do Fazendeiro.

A iniciativa reforça o movimento de valorização da cachaça de alambique como um produto estratégico do agronegócio brasileiro, unindo tradição, inovação e novas oportunidades comerciais.

Turma – 22 de julhoTurma – 23 de julho

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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