AGRONEGÓCIO

Leilão Integração Apresenta Genética de Elite em São Francisco de Assis

Publicado em

No dia 27 de setembro, o Parque do Sindicato Rural de São Francisco de Assis (RS) será palco da 11ª edição do Leilão Integração, que trará uma impressionante oferta de 180 exemplares das raças Angus, Brangus, Ultrablack, Braford e Charolês, além de 700 reses cuidadosamente selecionadas. Organizado pela Cabanha Santo Antão, de Alegrete (RS), e pela Genética Progresso, de São Francisco de Assis (RS), em parceria com a Estância Namuncurá, de Itacurubi (RS), e a Estância São José, de Manoel Viana (RS), o leilão será conduzido pela BC Remates a partir das 14h, com transmissão ao vivo pelo Lance Rural e pela TNT Produtora.

O leiloeiro Fábio Crespo estará à frente do evento e ressalta que a praça é sempre aquecida, destacando a oferta especial de 120 terneiras e 180 novilhas da Agropecuária Recreio.

Márcio Sudati, proprietário da Genética Progresso, informa que os animais disponíveis foram avaliados pelo Programa de Melhoramento de Bovinos de Carne (Promebo) e possuem chancelas de qualidade e genotipagem. “Nossa oferta é o resultado de décadas de trabalho dedicado ao aprimoramento dos rebanhos, sempre com transparência e foco em uma produção que realmente agrega valor”, enfatiza.

Leia Também:  Dólar abre em baixa com mercado avaliando novas tarifas de Trump

Flávio Montenegro Alves, da Cabanha Santo Antão, complementa que os animais estão prontos para iniciar suas atividades nesta primavera. “A prioridade deve ser sempre pela melhor genética disponível, pois rebanhos superiores aumentam o valor de suas crias e a produção pecuária como um todo”, afirma.

O pagamento dos lotes adquiridos no Leilão Integração pode ser feito em até 30 parcelas (10 duplas e 10 simples) ou à vista, com um desconto de 8%. Clientes que já adquiriram genética em edições anteriores do leilão terão um bônus adicional de 2%. O frete é gratuito para distâncias de até 300 km de São Francisco de Assis. Para entregas mais longas, até mil km, será cobrada uma taxa de R$ 800 para o primeiro animal, com os demais sendo transportados sem custo adicional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Expocitros encerra debates sobre greening, clima e sustentabilidade

Published

on

Responsável por liderar a produção e as exportações globais de suco de laranja, a citricultura brasileira encerrou na última semana um de seus principais fóruns de discussão em meio a desafios que vão do avanço do greening às mudanças climáticas e à necessidade de ampliar a sustentabilidade da produção.

Realizadas entre os dias 26 e 29 de maio, em Cordeirópolis (376 km da capital, São Paulo), a 51ª Expocitros e a 47ª Semana da Citricultura reuniram cerca de 12 mil participantes entre produtores, pesquisadores, consultores, empresas, cooperativas, estudantes e lideranças do agronegócio.

O encontro ocorreu em um momento estratégico para o setor. Apesar de manter a posição de maior produtor e exportador mundial de suco de laranja, a citricultura brasileira convive com pressões sanitárias e climáticas que têm impactado diretamente a produtividade dos pomares.

A safra 2025/26 do cinturão citrícola de São Paulo e do Triângulo/Sudoeste Mineiro foi encerrada em 292,9 milhões de caixas, volume 26,9% superior ao ciclo anterior, mas ainda afetado pelos efeitos do déficit hídrico e da elevada incidência de greening.

Leia Também:  Conab faz novo levantamento e diz que safra cai abaixo de 300 milhões toneladas

Considerada atualmente a principal ameaça à citricultura mundial, a doença já atinge 47,6% das laranjeiras do cinturão citrícola brasileiro, segundo levantamento do Fundecitrus. Embora o ritmo de crescimento tenha desacelerado nos últimos dois anos, pesquisadores alertam que o avanço do greening continua pressionando a produção e elevando os custos de manejo das propriedades.

Foi justamente diante desse cenário que a programação técnica da Semana da Citricultura concentrou debates sobre sanidade vegetal, irrigação, fertilidade do solo, bioinsumos, manejo fitossanitário, sustentabilidade, mercado internacional e novas tecnologias voltadas ao aumento da eficiência produtiva. O objetivo foi discutir estratégias capazes de aumentar a resiliência dos pomares diante dos desafios sanitários e climáticos que afetam a atividade.

Segundo avaliação do Centro de Citricultura Sylvio Moreira/IAC, a edição de 2026 reforçou a importância da integração entre pesquisa, empresas e produtores para garantir a competitividade do setor nos próximos anos. “Encerramos esta edição com a certeza de que a citricultura brasileira segue forte, conectada à pesquisa, à inovação e às demandas globais”, afirmou.

Outro destaque da edição foi a manutenção do selo de Evento Carbono Neutro, refletindo uma tendência cada vez mais presente na cadeia citrícola. A agenda ambiental ganhou espaço entre produtores e empresas diante das exigências dos mercados internacionais e da crescente demanda por sistemas produtivos alinhados a critérios de sustentabilidade.

Leia Também:  Vazio sanitário termina, mas calor, seca e queimadas podem prejudicar plantio

Com mais de cinco décadas de história, a Expocitros e a Semana da Citricultura seguem como os principais espaços de discussão técnica e estratégica da cadeia citrícola brasileira. Em um cenário de transformações sanitárias, climáticas e econômicas, os eventos reforçaram a necessidade de inovação, pesquisa e planejamento como pilares para sustentar a liderança do Brasil no mercado global de citros.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA