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Futuros do Milho Recuam na B3, enquanto Chicago Mantém Alta

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Os preços futuros do milho iniciaram a terça-feira (24) em queda na Bolsa Brasileira (B3), influenciados pela desvalorização do dólar. Por volta das 10h07 (horário de Brasília), as principais cotações oscilavam entre R$ 67,81 e R$ 71,72.

O contrato para novembro/24 registrava queda de 0,44%, sendo negociado a R$ 67,81. O vencimento para janeiro/25 apresentava recuo de 0,34%, cotado a R$ 70,66, enquanto o contrato para março/25 caía 0,13%, alcançando R$ 71,72.

As movimentações dos contratos brasileiros contrastam com o mercado de Chicago, onde os preços do milho futuro começaram o dia em alta. O dólar, que recuava 1,02% frente ao real, sendo cotado a R$ 5,48 por volta das 10h07 (horário de Brasília), influenciou as cotações na B3.

Mercado Externo

Na Bolsa de Chicago (CBOT), o cenário era diferente. Os futuros do milho estendiam os ganhos da véspera, com os principais contratos registrando alta. Por volta das 09h44 (horário de Brasília), o vencimento para dezembro/24 subia 3,25 pontos, alcançando US$ 4,16. O contrato para março/25 valorizava-se em 3,25 pontos, cotado a US$ 4,35. Já os contratos para maio/25 e julho/25 registravam altas de 2,75 pontos, negociados a US$ 4,45 e US$ 4,51, respectivamente.

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De acordo com o portal internacional Farm Futures, essa valorização segue o movimento de alta observado na segunda-feira, quando os preços atingiram os maiores níveis em dois meses, impulsionados por fortes números de exportação e pela recuperação dos preços do trigo. “Relatos de rendimentos abaixo do esperado nos primeiros estágios da colheita também podem ter contribuído para os ganhos”, afirmou Bruce Blythe, analista da Farm Futures.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Secretário esclarece aplicação de 26% na Educação e explica diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal

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O secretário de economia da Prefeitura de Cuiabá, Marcelo Bussiki, esclareceu que cumpriu e superou o percentual mínimo constitucional de investimentos em Educação no exercício de 2025, alcançando aplicação de 26,1% da receita vinculada ao setor, índice acima dos 25% exigidos pela Constituição Federal. Só em 2026, já foram pagos R$ 36,5 milhões de restos à pagar.

Os dados já haviam sido apresentados oficialmente à Comissão de Educação da Câmara Municipal pelo secretário de Economia, Marcelo Bussiki, e pelo contador-geral do Município, Éder Galiciani, durante reunião realizada neste ano, quando foram detalhados os números da execução orçamentária da Educação.

A manifestação ocorre após declarações do ex-secretário municipal de Educação, Amauri Monge, que voltou a questionar os resultados apresentados pela atual gestão e sugeriu a existência de irregularidades relacionadas aos investimentos da pasta.

A Prefeitura esclarece que os valores citados pelo ex-secretário referem-se a restos a pagar, instrumento legal previsto na administração pública e regulamentado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Os restos a pagar correspondem a despesas que foram empenhadas e registradas dentro do exercício financeiro, mas cujo pagamento pode ocorrer no ano seguinte.

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A administração municipal destaca que essa situação é comum na gestão pública e não configura qualquer irregularidade. Todas as despesas da Educação foram devidamente registradas nos sistemas contábeis do município e constam dos demonstrativos oficiais encaminhados aos órgãos de controle.

A Prefeitura também esclarece a diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal. Pedalada fiscal ocorre quando despesas ou obrigações financeiras deixam de ser registradas oficialmente na contabilidade pública, ocultando a real situação das contas do ente público. Já os restos a pagar são despesas reconhecidas, empenhadas e contabilizadas regularmente, permanecendo registradas até sua quitação.

Dessa forma, não houve qualquer ocultação de despesas na Educação. Os valores pendentes estavam devidamente lançados na contabilidade municipal, em conformidade com a legislação vigente.

A própria aplicação dos recursos da Educação foi defendida pelo então secretário Amauri Monge quando ainda comandava a pasta. Em prestação de contas realizada na Câmara Municipal, ele afirmou que o município havia investido 26,1% em Educação durante 2025, acima do percentual mínimo exigido pela Constituição Federal.

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Na ocasião, Monge declarou que os valores empenhados estavam corretamente registrados e que os restos a pagar encontravam-se dentro da legalidade, afastando qualquer irregularidade na execução orçamentária da pasta.

Além do cumprimento do índice constitucional, a Prefeitura ressalta que despesas importantes para o funcionamento da rede municipal, como parte da alimentação escolar, são custeadas com recursos próprios e não integram o cálculo do percentual mínimo exigido pela Constituição.

A administração municipal reforça que todos os dados permanecem à disposição dos órgãos de controle, da Câmara Municipal e da sociedade, reafirmando o compromisso com a transparência, a responsabilidade fiscal e a correta aplicação dos recursos destinados à Educação.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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