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Inovação no Cultivo de Arroz: Eficiência e Desempenho com o Super Arrozeiro 3

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De acordo com dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra 2023/24 produziu 10,75 milhões de toneladas de arroz, com 9,98 milhões cultivadas em áreas alagadas (irrigadas). O Rio Grande do Sul, com 7.162.674,9 toneladas, permanece como o principal produtor nacional, representando 70% da produção, seguido por Santa Catarina com 10% e Tocantins com 7%.

O cultivo de arroz em áreas inundadas apresenta desafios únicos e exige um manejo especializado. Para otimizar esse processo de plantio e colheita, a Titan Pneus lançou o Super Arrozeiro 3, um pneu inovador que promete maior tração e desempenho para tratores.

José Luiz Coelho, gerente de engenharia de campo da Titan, destaca que o Super Arrozeiro 3 foi projetado com um novo conceito de banda de rodagem, que inclui um desenho de centro aberto, barras extra profundas e linhas com alavanca. Essa tecnologia avançada proporciona excelente tração e penetração em solos alagados, áreas tradicionalmente difíceis devido à baixa estabilidade.

“Com a nova linha de pneus, os rizicultores poderão melhorar significativamente o desempenho durante o manejo, pois as linhas com alavanca evitam o acúmulo de resíduos no rodado, prevenindo a patinação do trator”, afirma Coelho.

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A linha Super Arrozeiro 3 incorpora a tecnologia Orbitech, uma construção laminada que elimina emendas nos componentes do pneu, reduzindo o risco de deslocamento, um problema comum em arroz irrigado. Coelho explica: “Investimos em pesquisa para aprimorar o composto, visando aumentar a durabilidade e evitar desgaste precoce ou rachaduras. Com isso, entregamos um pneu com uma carcaça robusta que oferece total segurança aos produtores.”

Além de proporcionar melhor desempenho em solos alagados e terrenos acidentados, os pneus Super Arrozeiro 3 destacam-se por sua capacidade de carga aumentada, resistência superior, melhor poder de recapagem e vida útil prolongada. Eles são homologados como Equipamento Original (E.O.) pelas principais montadoras de equipamentos do Brasil e da América Latina.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Preço do trigo sobe no Sul do Brasil e menor oferta pode ampliar importações em 2026

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O mercado brasileiro de trigo iniciou junho com viés de alta nos principais estados produtores da Região Sul. A combinação entre menor área cultivada, redução dos investimentos em tecnologia e expectativa de safra mais enxuta tem sustentado a valorização do cereal, especialmente no Rio Grande do Sul, onde os preços avançaram para entregas nos próximos meses.

De acordo com levantamento da TF Agroeconômica, os negócios envolvendo trigo de melhor qualidade registraram maior movimentação durante a semana, enquanto compradores e vendedores seguem atentos ao equilíbrio entre oferta disponível e necessidade de abastecimento dos moinhos.

Trigo gaúcho registra valorização para julho e agosto

No Rio Grande do Sul, o trigo branqueador foi negociado ao redor de R$ 1.450 por tonelada. Já o trigo pão apresentou indicações de R$ 1.350 por tonelada para entrega em junho e R$ 1.370 para os meses de julho e agosto.

O trigo argentino também ganhou valor no mercado gaúcho. Em Canoas, as negociações ocorreram a US$ 300 por tonelada, avanço de US$ 5 em relação à semana anterior.

Para a safra nova, produtores passaram a elevar as pedidas diante da perspectiva de menor produção. As ofertas para setembro alcançaram R$ 1.500 por tonelada, embora ainda não tenham sido registrados negócios nessas condições.

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Menor produção pode aumentar dependência de importações

A consultoria destaca que a redução da área cultivada e o menor nível de investimento tecnológico podem provocar queda significativa na produção nacional de trigo.

As estimativas apontam uma colheita próxima de 6,5 milhões de toneladas, enquanto as importações podem atingir cerca de 6,75 milhões de toneladas. Esse cenário tende a aproximar os preços internos dos valores praticados no mercado internacional, aumentando a influência das cotações externas sobre o mercado doméstico.

No abastecimento dos moinhos, os volumes para junho já estão praticamente contratados. Para julho, a cobertura gira em torno de 40%, enquanto compradores começam a direcionar suas atenções para as necessidades de agosto.

No mercado de balcão gaúcho, o destaque ficou para Panambi, onde a cotação avançou para R$ 66 por saca.

Santa Catarina mantém estabilidade com ajustes pontuais

Em Santa Catarina, o mercado operou de forma mais equilibrada, com negócios pontuais e poucas alterações expressivas.

Os preços do trigo local variaram entre R$ 1.350 e R$ 1.400 por tonelada FOB. O cereal oriundo do Rio Grande do Sul foi ofertado entre R$ 1.350 e R$ 1.450 FOB.

Nas negociações de balcão, as cotações permaneceram estáveis em municípios como Canoinhas, Rio do Sul, Joaçaba e São Miguel do Oeste. Já Chapecó e Xanxerê registraram elevações nos preços pagos ao produtor.

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Paraná enfrenta resistência para novas altas

No Paraná, a forte concorrência entre as indústrias de farinha continua limitando reajustes mais expressivos para o trigo.

Os vendedores mantêm pedidas próximas de R$ 1.500 por tonelada, mas os últimos negócios efetivamente realizados ocorreram em torno de R$ 1.400 FOB no norte do estado.

O trigo branqueador permanece próximo de R$ 1.450 FOB, enquanto as referências para a safra nova variam entre R$ 1.320 e R$ 1.350 FOB para entregas programadas para setembro.

Já o trigo argentino nacionalizado nos portos brasileiros segue cotado ao redor de US$ 295 por tonelada, mantendo competitividade frente ao produto nacional.

Mercado acompanha oferta e demanda para os próximos meses

Com a perspectiva de uma safra menor e a necessidade crescente de importações, o mercado de trigo brasileiro entra no segundo semestre atento à evolução das lavouras e ao comportamento dos preços internacionais.

A tendência é de manutenção da volatilidade, especialmente diante da redução da oferta interna e do aumento da dependência do cereal importado para garantir o abastecimento da indústria moageira nacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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