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Mercur Lança Borracha 100% Nativa da Amazônia e Valoriza Comunidades Extrativistas

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A Mercur, renomada indústria nas áreas de saúde e educação, apresenta ao mercado a primeira borracha produzida com látex 100% oriundo da Amazônia. Este lançamento inovador reflete o compromisso da empresa com a sustentabilidade e a preservação ambiental, sendo o resultado de mais de uma década dedicada ao projeto Borracha Nativa, que visa apoiar e valorizar as comunidades extrativistas da região.

O projeto Borracha Nativa é uma parceria da Mercur com a rede Origens Brasil®, administrada pelo Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora). A iniciativa promove uma relação comercial ética e direta com os povos da floresta, contribuindo para a conservação dos territórios e a valorização da cultura local. Com a produção da nova borracha, a Mercur apoia quatro áreas protegidas, um território indígena, dois grupos sociais, quatro organizações comunitárias e duas instituições de apoio.

A nova borracha, de cor natural e suave ao apagar, é composta por 78% de matérias-primas renováveis e não contém pigmentos. Além disso, possui um QR Code que direciona os consumidores para o site da rede Origens Brasil®, permitindo o acesso às histórias e origens dos produtos e das comunidades envolvidas em sua produção.

O conceito por trás do produto é “corrigir com consciência para preservar o futuro”. A Mercur acredita que cada usuário da nova borracha contribuirá para a conservação da Amazônia, e convida todos a se unirem à causa com a hashtag #AmazôniaViva, promovendo a sustentabilidade e a valorização das comunidades locais.

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Cuidado e Impacto Social na Amazônia

O Projeto Borracha Nativa busca preservar a cultura e o modo de vida das populações tradicionais da floresta amazônica, ao mesmo tempo em que promove a geração de renda sustentável e o comércio ético. Em parceria com seringueiros das reservas extrativistas, a Mercur garante que o látex seja extraído de maneira responsável, sem prejudicar as árvores, e ajuda a manter o ciclo de produção que conserva a floresta em pé. A empresa fortalece seu compromisso com a sustentabilidade e a conservação ambiental, apoiando os membros da rede Origens Brasil® como a Rede Terra do Meio, a Associação Indígena Karo Paygap, entre outros, além das instituições Instituto Socioambiental e Pacto das Águas.

Desde o início da parceria, em 2010, a Mercur adquiriu mais de 63 toneladas de borracha natural da rede Origens Brasil®, com 4,37 toneladas em 2022 e 8,65 toneladas em 2023. A previsão é de que o volume anual atinja 30 toneladas nos próximos anos. O comércio ético com as comunidades extrativistas gerou mais de R$165 mil em renda local em 2023. Desde maio de 2023, a parceria com a Origens Brasil® foi expandida, reforçando o impacto socioambiental positivo da cadeia produtiva da borracha.

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Jorge Hoelzel Neto, Facilitador de Direção da Mercur, destaca: “Já investimos R$140 mil em serviços socioambientais em 2024, e planejamos investir ainda mais com a compra adicional de borracha natural da Amazônia. Este investimento visa resgatar um passivo com as comunidades extrativistas e garantir que elas continuem sendo os guardiões das florestas, além de neutralizar as emissões de gases de efeito estufa, já que evitamos o desmatamento nessas áreas. Nosso objetivo é continuar ampliando a compra de borracha nativa.”

O projeto abrange oito territórios: quatro na Terra do Meio em Altamira (PA) — Reserva Extrativista Rio Xingu, Reserva Extrativista Riozinho do Anfrísio, Reserva Extrativista Rio Iriri e Terra Indígena Xipaya — e quatro territórios em terras indígenas no Estado de Rondônia (RO) — Igarapé Lourdes, Rio Branco, Sete de Setembro e Uru-Eu-Wau-Wau.

Com a expansão do Projeto Borracha Nativa e o lançamento da Borracha de Apagar Natural Nativa da Amazônia, a Mercur reforça seu compromisso com uma estratégia de longo prazo para manter a floresta em pé e viva, promovendo também a conservação cultural das populações tradicionais.

Projeto Borracha Nativa

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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CerradinhoBio supera R$ 1,5 bilhão de EBITDA e amplia lucro em 90% na Safra 2025/2026

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Resultados reforçam eficiência operacional e estratégia de diversificação

A CerradinhoBio, empresa do setor de bioenergia que atua na produção de etanol, açúcar, energia e nutrição animal a partir de matérias-primas renováveis como cana-de-açúcar e milho, divulgou os resultados consolidados da Safra 2025/2026 com desempenho recorde.

O EBITDA da companhia atingiu R$ 1,536 bilhão, crescimento de 35% em relação ao ciclo anterior. O EBIT ajustado somou R$ 1,026 bilhão, alta de 42%. Já o lucro líquido chegou a R$ 372,7 milhões, avanço expressivo de 90% na comparação anual.

A receita líquida consolidada foi de R$ 4,288 bilhões, enquanto a alavancagem financeira recuou de 2,00x para 1,40x (dívida líquida/EBITDA), uma redução de 30% em relação a março de 2025.

Mix produtivo mais diversificado sustenta crescimento

O desempenho da companhia reflete a consolidação da estratégia de diversificação do portfólio, com maior participação do açúcar e do etanol de milho na composição das receitas.

Segundo a empresa, a safra foi marcada por resultados operacionais consistentes e recordes históricos em diferentes frentes de produção, reforçando a eficiência do modelo integrado de negócios.

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Moagem de cana e milho cresce e impulsiona produção

A moagem de cana-de-açúcar totalizou 5,181 milhões de toneladas, alta de 8% em relação à safra anterior. No segmento de milho, a moagem alcançou 1,514 milhão de toneladas, crescimento de 4%.

A produção de açúcar VHP somou 415 mil toneladas, salto de 195% na comparação anual. O resultado reflete a conclusão da segunda fase da fábrica de açúcar dentro do prazo previsto, permitindo que 62% do mix da cana fosse direcionado à produção do adoçante.

Etanol de milho ganha protagonismo no portfólio

A produção total de etanol atingiu 865 mil metros cúbicos na safra. Desse volume, 687 mil m³ foram provenientes das unidades de etanol de milho.

O segmento também registrou crescimento na coprodução de derivados, com 362 mil toneladas de DDGs (+3%) e 28,6 mil toneladas de óleo (+9%), reforçando o aproveitamento industrial da cadeia do milho.

Gestão financeira e execução de projetos são destaques

Para o CEO da CerradinhoBio, Renato Pretti, a safra marcou um avanço relevante na qualidade operacional e na execução de projetos estratégicos.

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Segundo ele, a companhia fortaleceu sua estrutura de capital ao reduzir a alavancagem e, ao mesmo tempo, direcionou investimentos para iniciativas com retorno mais rápido e sinergias operacionais.

“Os resultados demonstram a capacidade da companhia de gerar valor, mesmo em um ambiente setorial desafiador”, destacou o executivo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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