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Massey Ferguson Lança Segunda Temporada do Master Mechanic

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A Massey Ferguson, líder no setor agrícola brasileiro, anuncia a segunda temporada do Master Mechanic, o pioneiro reality show nacional dedicado ao agronegócio. O programa visa evidenciar as habilidades técnicas dos mecânicos agrícolas e explorar as histórias e desafios diários desses profissionais cruciais para a operação do setor agrícola, um dos maiores produtores de alimentos do mundo.

Nesta edição, seis mecânicos, selecionados entre as concessionárias da marca e provenientes de estados como Rio Grande do Sul, Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul, formarão duplas por sorteio. Eles competirão pelo título de melhor mecânico do Brasil em três episódios, que serão exibidos nos dias 10, 17 e 24 de outubro no canal do YouTube da Massey Ferguson Brasil.

A temporada deste ano introduz um novo desafio focado na automação, com provas centradas na configuração do trator MF 8S e da plantadeira Momentum. Os participantes enfrentarão desafios que testarão suas habilidades em ajustar e calibrar essas máquinas de alta tecnologia, garantindo eficiência e precisão nas operações.

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Bruno Pianca, gerente de serviços da Massey Ferguson, explica que a edição deste ano destaca a evolução tecnológica no setor agrícola. “O foco está na automação, refletindo a crescente sofisticação das máquinas agrícolas. A correta integração entre trator e implemento é essencial para que os equipamentos funcionem em harmonia, garantindo a produtividade desejada. Os mecânicos precisarão demonstrar competência em ajustar e calibrar sistemas automatizados, sublinhando a importância do conhecimento tecnológico e do treinamento contínuo”, afirma Pianca.

Ele também destaca a necessidade de capacitação dos mecânicos diante do avanço tecnológico das máquinas. “As máquinas agrícolas modernas incluem um vasto pacote tecnológico. Portanto, os mecânicos devem ser proficientes não apenas em ajustes mecânicos, mas também na interpretação e aplicação das tecnologias envolvidas. O treinamento é fundamental, e o perfil do mecânico está se transformando em um profissional com habilidades tecnológicas avançadas. O setor está atraindo jovens talentos que se destacam pela facilidade em lidar com tecnologias e pela capacidade de aprendizado rápido”, acrescenta Pianca.

A competição será apresentada por Millena Machado, jornalista e apresentadora com vasta experiência no segmento automotivo. O júri contará com José Fernando Schlosser, professor da Universidade Federal de Santa Maria; Cezar Bronzati, do time de serviços AGCO; e Sandra Nalli, fundadora da Escola do Mecânico. Os bastidores e curiosidades do programa serão revelados pelo produtor rural e influenciador digital Fernando Viana, no perfil @viananalida.

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Os vencedores de cada dupla receberão um troféu exclusivo, além de R$ 20 mil e uma viagem para Buenos Aires com acompanhante, incluindo uma visita à fábrica da Massey Ferguson em General Rodriguez.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Safra de café em Minas Gerais avança com expectativa de recuperação produtiva e pressão nos preços

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A safra de café 2026 em Minas Gerais avança com perspectiva de recuperação produtiva e melhora na qualidade dos grãos, segundo novo levantamento divulgado pelo Sistema Faemg Senar. Apesar do cenário mais positivo no campo, produtores seguem cautelosos diante da volatilidade do mercado internacional, da pressão sazonal da colheita e das incertezas climáticas para os próximos meses.

De acordo com o informativo de mercado do café referente a maio de 2026, a safra mineira está na fase preparatória para a colheita, embora algumas regiões já apresentem trabalhos bastante avançados.

Colheita de café avança no Cerrado Mineiro e Matas de Minas

Segundo os relatos de campo apresentados no levantamento, regiões como Matas de Minas e Cerrado Mineiro já registram avanço significativo da colheita devido à altitude, utilização de variedades mais precoces e aplicação de maturadores.

A expectativa do setor é de uma safra maior em relação ao ciclo anterior, com recuperação da produtividade e melhora na qualidade física dos grãos.

Os técnicos apontam que os cafés apresentam peneira maior e melhor formação, cenário que pode favorecer o rendimento industrial e ampliar o potencial para produção de cafés especiais em Minas Gerais.

Mercado futuro do café oscila com expectativa de maior oferta brasileira

No mercado internacional, os contratos futuros do café arábica negociados na ICE Futures US registraram forte volatilidade durante abril.

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Segundo o relatório, o movimento refletiu ajustes técnicos provocados pela expectativa de avanço da colheita brasileira — fator considerado baixista — ao mesmo tempo em que preocupações climáticas e estoques globais ainda apertados ofereceram sustentação às cotações.

A média mensal do contrato maio/2026 ficou em US$ 3,00 por libra-peso, equivalente a aproximadamente R$ 1.996,70 por saca, retração de 3% frente ao mês anterior.

Mesmo com expectativa de safra maior no Brasil, o mercado ainda não trabalha com cenário confortável de oferta global, o que mantém a volatilidade elevada nas negociações internacionais.

Mercado físico do café em Minas Gerais registra queda nos preços

No mercado físico brasileiro, os preços também recuaram em abril, embora as negociações tenham permanecido relativamente sustentadas pela postura cautelosa dos produtores.

Segundo o levantamento, muitos cafeicultores seguem segurando parte das vendas à espera de preços mais atrativos.

O indicador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada para café arábica tipo 6 bebida dura registrou média mensal de R$ 1.811,90 por saca, queda de 6,3% no período.

Entre as regiões produtoras de Minas Gerais, todas encerraram abril em baixa:

  • Montanhas de Minas: queda de 7,2%, com média de R$ 1.685,50/sc;
  • Chapada de Minas: retração de 2,8%, média de R$ 1.735,00/sc;
  • Cerrado Mineiro: média de R$ 1.871,40/sc, queda de 4,5%;
  • Sul de Minas: média de R$ 1.861,60/sc, baixa de 5,6%.
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Clima e risco de geadas seguem no radar do setor cafeeiro

As condições climáticas continuam sendo um dos principais fatores de atenção para os produtores de café em Minas Gerais.

O relatório aponta que maio marca a transição entre o período úmido e o seco nas regiões cafeeiras do estado, com redução gradual das chuvas e temperaturas ainda acima da média.

No entanto, a entrada de frentes frias aumenta o risco de ocorrência de geadas, especialmente nas áreas produtoras de café arábica.

O setor acompanha de perto a evolução do clima, já que eventuais episódios de frio intenso podem afetar a produtividade e a qualidade das lavouras durante a fase de colheita e desenvolvimento final da safra.

Especialistas recomendam que os produtores monitorem simultaneamente o mercado físico, os contratos futuros e as previsões meteorológicas para melhorar a gestão comercial e reduzir riscos diante da volatilidade atual do setor cafeeiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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