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Lúcia Itapary celebra aniversário ao lado de amigas no Lago Sul

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Lúcia Itapary celebra aniversário ao lado de amigas no Lago Sul
Yumi Kuwano

Lúcia Itapary celebra aniversário ao lado de amigas no Lago Sul

Em festa animada, Lúcia Itapary celebrou mais um ano de vida ao lado de amigas com um almoço nesta segunda-feira (9). A anfitriã Mônica Cortopazzi abriu as portas da sua casa no Lago Sul e ficou responsável pela decoração do aniversário organizado por Carmen Minuzzi.

Ao som do saxofonista Pedro Henrique Silva, cerca de 50 amigas de Lúcia participaram da homenagem para ela, que atualmente mora no Rio de Janeiro e faz questão de encontrar com pessoas queridas nas suas passagens por Brasília.

Katia Piva, Carmen Bocorny, Isabel Almeida, Lúcia Itapary e Josefina Tolentino | Foto: Rayra Paiva
Maria José Santana, Lúcia Itapary, Maria Helena Gomide e Rita Márcia Machado | Foto: Rayra Paiva

Assinado pelo Federal Buffet, o menu foi variado, de frutos do mar a filé, com o intuito de agradar todos os paladares. Depois a festa continuou com coquetel e música para animar os convidados. Os docinhos e o bolo ficou a cargo da Maria Amélia Doces.

Na decoração, cores vibrantes, incluindo o vermelho, e as flores deram o tom alegre que a aniversariante desejava.

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Bolo Maria Amélia | Foto: Rayra Paiva
Foto: Rayra Paiva
Pedro Henrique | Foto: Rayra Paiva

Confira mais cliques do evento pelas lentes da fotógrafa Rayra Paiva:

Lúcia Itaparaty

Lúcia Itaparaty

Cleusa Carvalho e Lúcia Itapary

Cleusa Carvalho e Lúcia Itapary

Valdete Drummond e Lúcia Itaparaty

Valdete Drummond e Lúcia Itaparaty

Mônica Cortopassi, Gertrud Mathias, Ligia Azevedo, Andrea Ghisi, Lúcia Itapary e Lourdinha Fernandes

Mônica Cortopassi, Gertrud Mathias, Ligia Azevedo, Andrea Ghisi, Lúcia Itapary e Lourdinha Fernandes

Marisa Junqueira, Lúcia Itapary e Clotilde Chaparro

Marisa Junqueira, Lúcia Itapary e Clotilde Chaparro

Lúcia Itapary e Jane Godoy

Lúcia Itapary e Jane Godoy

Irene Borges, Heloísa Hargreaves, Lúcia Itapary e Maria José Santana

Irene Borges, Heloísa Hargreaves, Lúcia Itapary e Maria José Santana

Carmen Minuzzi, Lúcia Itapary e Mônica Cortopassi

Carmen Minuzzi, Lúcia Itapary e Mônica Cortopassi

Vera Coimbra, Jane Godoy, Rita Márcia Machado e Maria Helena Gomide

Vera Coimbra, Jane Godoy, Rita Márcia Machado e Maria Helena Gomide

Valdete Drummond, Eliane Freitas, Cosete Ramos, Kátia Piva e Josefina Tolentino

Valdete Drummond, Eliane Freitas, Cosete Ramos, Kátia Piva e Josefina Tolentino

Marli Vianna, Gertrud Mathias, Leida Anchieta e Zezé Minervino

Marli Vianna, Gertrud Mathias, Leida Anchieta e Zezé Minervino

Lúcia e o grupo Mulheres de Brasília

Lígia Azevedo, Andrea Ghisi e Graci Franco

Lígia Azevedo, Andrea Ghisi e Graci Franco

Leila Chagas, Vera Coimbra, Graci Franco, Cláudia Jucá e Irene Maia

Leila Chagas, Vera Coimbra, Graci Franco, Cláudia Jucá e Irene Maia

Irene Maia, Cláudia Jucá e Meire Fernandes

Irene Maia, Cláudia Jucá e Meire Fernandes

Guida Carvalho, Josefina Tolentino e Cleusa Carvalho

Guida Carvalho, Josefina Tolentino e Cleusa Carvalho

Danielle Antoni, Olímpia Gardino, Carminha Antoni e Tathny Monteiro

Danielle Antoni, Olímpia Gardino, Carminha Antoni e Tathny Monteiro

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Clotilde Chaparro e Heloísa Hargreaves

Clotilde Chaparro e Heloísa Hargreaves

Clotilde Chaparro e Eliane Freitas

Clotilde Chaparro e Eliane Freitas

Carminha Antoni e Guida Carvalho

Carminha Antoni e Guida Carvalho

Carmen Minuzzi, Carmen Bocorny, Mônica Cortopassi, Irene Borges, Maria Helena Gomide e Irene Maia

Carmen Minuzzi, Carmen Bocorny, Mônica Cortopassi, Irene Borges, Maria Helena Gomide e Irene Maia

Bárbara Alves e Marlene Galeazzi

Bárbara Alves e Marlene Galeazzi

Pedrinho Sax (1)

Amigas celebram a vida de Lúcia Itaparaty

Decoração (8)

Decoração (5)

Decoração (3)

Decoração (2)

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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