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Lando Norris vai largar na pole position no GP da Holanda

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Lando Norris vai largar na pole position no GP da Holanda
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Lando Norris vai largar na pole position no GP da Holanda

Max Verstappen teve a satisfação de deter a pole position diante de sua torcida por poucos segundos, mas quem larga na frente no GP da Holanda de Fórmula 1 neste domingo (25) é o Lando Norris, da McLaren . É a quarta pole position do piloto, que tem um histórico de largadas ruins e vai tentar manter sua posição às 10h (de Brasília) deste domingo.

Líder do campeonato, Verstappen buscava a quarta pole seguida na Holanda. O piloto da Red Bull abriu sua última volta faltando menos de 2 minutos para o final do treino na manhã deste sábado (24). No segundo setor da pista de Zandvoort, Verstappen conseguiu ser o mais rápido e fechou a volta em 1min09s673, tempo que lhe deu a pole provisória.

A euforia da torcida holandesa, porém, durou muito pouco. Norris, que vinha logo atrás de Verstappen, conseguiu um tempo incrível, 0s356 mais rápido do que o piloto da Red Bull. “Foi uma boa volta. O carro está incrível e tudo está funcionando muito bem. Estou animado para amanhã” , afirmou Norris.

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Na terceira posição, larga Oscar Piastri, companheiro de Norris na McLaren, ao lado de George Russell, da Mercedes. Lewis Hamilton, também da Mercedes, nem chegou ao Q3, ao não conseguir uma volta rápida no final do Q2. Ele perdeu muito tempo nas retas em comparação com seu companheiro de equipe e não conseguiu ficar entre os 10 primeiros que avançaram para a parte final do treino.

Logan Sargeant, que bateu forte no terceiro treino livre na manhã deste sábado, ficou fora do treino que definiu o grid. Ele não teve ferimentos graves, mas a Williams não conseguiu arrumar o carro, que ficou bastante destruído.

Confira o grid do GP da Holanda:
1º – Lando Norris (ING/McLaren), 1min09s673
2º – Max Verstappen (HOL/Red Bull), 1min10s029
3º – Oscar Piastri (AUS/McLaren), 1min10s172
4º – George Russell (ING/Mercedes), 1min10s244
5º – Sergio Pérez (MEX/Red Bull), 1min10s416
6º – Charles Leclerc (MON/Ferrari), 1min10s582
7º – Fernando Alonso (ESP/Aston Martin), 1min10s633
8º – Alexander Albon (TAI/Williams), 1min11s653
9º – Lance Stroll (CAN/Aston Martin), 1min10s857
10º – Pierre Gasly (FRA/Alpine), 1min10s977
11º – Carlos Sainz Jr. (ESP/Ferrari), 1min10s914
12º – Lewis Hamilton (ING/Mercedes), 1min10s948
13º – Yuki Tsunoda (JAP/RB), 1min10s955
14º – Nico Hülkenberg (ALE/Haas), 1min11s215
15º – Kevin Magnussen (DIN/Haas), 1min11s295
16º – Daniel Ricciardo (AUS/RB), 1min11s943
17º – Esteban Ocon (FRA/Alpine), 1min11s995
18º – Valtteri Bottas (FIN/Kiclk Sauber), 1min12s168
19º – Guanyu Zhou (CHN/Kick Sauber), 1min13s261
20º – Logan Sargeant (EUA/Williams), sem tempo

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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