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26º Leilão Naviraí Camparino Apresentará Reprodutores de Alta Qualidade Durante a Expogenética

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O 26º Leilão Naviraí Camparino, um dos eventos mais aguardados do calendário pecuário, ocorrerá no domingo (25), às 9h, na Leilopec, em Uberaba (MG), com transmissão ao vivo pelo Canal Rural. Este tradicional remate, que acontecerá durante a Expogenética, a maior feira de zebuínos avaliados do país, apresentará uma oferta de 165 reprodutores de elevado padrão genético, além de um touro especial do criatório Nelore Pintado V3.

Com a expectativa de uma possível reversão no ciclo pecuário para 2025, pecuaristas que investem em planejamento genético precisam tomar decisões agora para garantir a rentabilidade dos bezerros do próximo ano. A parceria entre os renomados criatórios Naviraí e Camparino, conhecida por sua excelência genética, promete um leilão de alto nível.

A 26ª edição do Leilão Naviraí Camparino já revelou diversos touros de destaque e, mais uma vez, alguns dos reprodutores a serem leiloados já têm contratos com centrais de genética. “A safra 2022 apresenta qualidade e padronização excepcionais, com touros já contratados pelas principais centrais difusoras de genética, contribuindo para a continuidade do Nelore moderno e produtivo. A Naviraí combina tradição com inovação, utilizando todas as tecnologias disponíveis para seleção e melhoramento genético, resultando em indivíduos de alta qualidade que impactam a indústria”, destaca Rafael Mazão, Assessor Pecuário da Naviraí, da Dstak Assessoria.

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Claudio Sabino Carvalho Filho, da Chácara Naviraí, expressa sua satisfação com a finalização da apartação dos touros e a definição dos animais para o leilão. “É uma grande satisfação ver esses animais prontos para o mercado. A qualidade genética é evidente, e estamos no caminho certo. Os animais possuem um fenótipo produtivo e avaliações genéticas robustas, refletindo o sucesso dos programas de melhoramento e a consistência da produtividade materna”, afirma.

Matheus Franco Martins, da Fazenda Camparino, também ressalta a excelência dos touros que serão ofertados. “Os touros da safra 2022 são muito equilibrados, com avaliações genéticas e biotipo alinhados com os padrões da Camparino. São animais robustos, com estrutura mediana, ideais para um ciclo completo de cria, recria e engorda. São touros prontos para trabalhar”, afirma Martins.

Adicionalmente, o leilão oferecerá um seguro de vida de 60 dias para os animais comercializados, através da Denner Agro. Em caso de sinistro que resulte na morte dos animais, a Denner garantirá a indenização ao criador, além de cobrir o transporte dos animais.

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Confira o catálogo com avaliações e vídeos dos animais: https://linktr.ee/nelorenavirai

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Demanda interna de milho no Brasil deve bater recorde com avanço do etanol e pressão climática

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A demanda interna de milho no Brasil deve alcançar um novo patamar recorde neste ano, com projeção de cerca de 100 milhões de toneladas, segundo estimativas da Pátria AgroNegócios. O volume representa alta de 11,11% em relação ao consumo do ano anterior, estimado em 90 milhões de toneladas, e reforça o papel estratégico do cereal na economia agrícola brasileira.

Etanol de milho lidera crescimento da demanda

Um dos principais motores dessa expansão é o avanço das usinas de etanol de milho, que vêm ampliando significativamente sua participação na absorção do grão no mercado doméstico.

De acordo com projeções do Rabobank, a demanda por milho destinada à produção de etanol no Brasil deve atingir cerca de 27,5 milhões de toneladas em 2026, crescimento de aproximadamente 20% em relação ao ciclo anterior.

O movimento é impulsionado pela expansão de novas plantas industriais, inicialmente concentradas no Mato Grosso e agora avançando para regiões como Bahia e Piauí, além de áreas do oeste mato-grossense. O principal fator de viabilidade, segundo análises de mercado, é a competitividade do preço do etanol nessas localidades, que compensa desafios logísticos e limitações de oferta.

Ração animal segue como principal destino do milho

Apesar do avanço do setor de biocombustíveis, a indústria de ração animal continua sendo o maior consumidor de milho no Brasil, respondendo por cerca de 60% do total do consumo interno, segundo dados da Abramilho.

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Dentro desse segmento, a avicultura lidera a demanda, com aproximadamente 32% de participação, seguida pela suinocultura, com cerca de 15%.

O setor também vem passando por mudanças estruturais, com maior uso de subprodutos da indústria do etanol, como o DDG (grãos secos de destilaria), que ganha espaço nas formulações de rações devido ao custo competitivo e valor nutricional. O sorgo também aparece como alternativa complementar na alimentação animal.

Produção cresce, mas clima preocupa produtividade

Nos últimos dez anos, a produção brasileira de milho praticamente dobrou, impulsionada principalmente pela expansão da segunda safra (safrinha), que já representa cerca de 70% da produção nacional.

Apesar disso, especialistas alertam para riscos climáticos. O atraso no plantio da soja pode comprometer a janela ideal do milho safrinha, aumentando a exposição a períodos mais secos.

Regiões como Goiás, Minas Gerais, norte de São Paulo, Bahia e partes do Mato Grosso do Sul já enfrentam restrição de chuvas, cenário que pode afetar o potencial produtivo.

No Mato Grosso, principal estado produtor, houve leve melhora de produtividade recente, com estimativas subindo de 116,61 para 118,71 sacas por hectare, segundo consultorias de mercado. A produção estadual é projetada em 52,65 milhões de toneladas, crescimento de 1,81% frente às estimativas anteriores.

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Expansão das usinas fortalece consumo interno

A proposta de elevação da mistura obrigatória de etanol na gasolina de 30% para 32% também é vista como fator adicional de sustentação da demanda.

O crescimento das usinas de etanol de milho reforça essa tendência. Atualmente, o Brasil conta com cerca de 30 unidades em operação, das quais 11 são plantas flex, capazes de processar milho e cana-de-açúcar.

A capacidade instalada do setor deve chegar a 12,6 bilhões de litros até a safra 2025/26, com produção estimada em 9,6 bilhões de litros, segundo projeções do mercado.

Logística e frete reforçam competitividade do setor

Outro fator que favorece a indústria de etanol de milho é a alta do frete interno no Brasil, que em algumas regiões chegou a subir cerca de 20%.

Como a maior parte das usinas está localizada próxima às áreas produtoras, o impacto logístico é menor, o que aumenta a competitividade na compra do milho frente a outros destinos, como a exportação.

Esse cenário fortalece ainda mais a demanda doméstica, reduz a dependência do mercado externo e consolida o milho como um dos principais pilares da cadeia de biocombustíveis e proteínas no país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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