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Irrigação por Gotejamento: Chave para uma Safra Recorde na Usina Da Mata Açúcar e Álcool

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O ano de 2024 promete ser um marco para a usina Da Mata Açúcar e Álcool, situada no município paulista de Valparaíso. Fundada em maio de 2006, a usina está projetando a maior safra de sua história, com uma meta ambiciosa de processar 5,2 milhões de toneladas de cana-de-açúcar no ciclo 2024/25.

Para alcançar esse recorde, a usina está implementando uma série de melhorias significativas. Entre as iniciativas estão a abertura de novas áreas de cultivo, a instalação de uma torre de comunicação para otimizar o sinal e a qualidade das transmissões de dados, além da aquisição de novos tratores, pulverizadores, caminhões transbordos e colhedoras. A intensificação dos tratos culturais e a reforma no parque de bioenergia também contribuem para o aumento da produção.

Uma das estratégias mais promissoras para atingir essa meta é a expansão da irrigação e fertirrigação por gotejamento. Embora a usina já utilize essa tecnologia há algumas safras com resultados positivos, a empresa está prestes a concluir a construção de uma nova estrutura de irrigação. Com isso, a área gotejada passará de 980 hectares para 4 mil hectares, permitindo um controle mais preciso e eficiente da água e dos nutrientes.

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Esse projeto inovador será um dos destaques do 6º Seminário Brasileiro de Irrigação e Fertirrigação de Cana-de-Açúcar (IRRIGACANA), promovido pelo GIFC (Grupo de Irrigação e Fertirrigação em Cana-de-Açúcar). O evento ocorrerá nos dias 28 e 29 de agosto, em Ribeirão Preto/SP. Durante o seminário, o diretor da usina, Newton Antônio Chucri, apresentará detalhes sobre as estratégias adotadas e os benefícios obtidos com a tecnologia de irrigação por gotejamento.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Expocitros encerra debates sobre greening, clima e sustentabilidade

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Responsável por liderar a produção e as exportações globais de suco de laranja, a citricultura brasileira encerrou na última semana um de seus principais fóruns de discussão em meio a desafios que vão do avanço do greening às mudanças climáticas e à necessidade de ampliar a sustentabilidade da produção.

Realizadas entre os dias 26 e 29 de maio, em Cordeirópolis (376 km da capital, São Paulo), a 51ª Expocitros e a 47ª Semana da Citricultura reuniram cerca de 12 mil participantes entre produtores, pesquisadores, consultores, empresas, cooperativas, estudantes e lideranças do agronegócio.

O encontro ocorreu em um momento estratégico para o setor. Apesar de manter a posição de maior produtor e exportador mundial de suco de laranja, a citricultura brasileira convive com pressões sanitárias e climáticas que têm impactado diretamente a produtividade dos pomares.

A safra 2025/26 do cinturão citrícola de São Paulo e do Triângulo/Sudoeste Mineiro foi encerrada em 292,9 milhões de caixas, volume 26,9% superior ao ciclo anterior, mas ainda afetado pelos efeitos do déficit hídrico e da elevada incidência de greening.

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Considerada atualmente a principal ameaça à citricultura mundial, a doença já atinge 47,6% das laranjeiras do cinturão citrícola brasileiro, segundo levantamento do Fundecitrus. Embora o ritmo de crescimento tenha desacelerado nos últimos dois anos, pesquisadores alertam que o avanço do greening continua pressionando a produção e elevando os custos de manejo das propriedades.

Foi justamente diante desse cenário que a programação técnica da Semana da Citricultura concentrou debates sobre sanidade vegetal, irrigação, fertilidade do solo, bioinsumos, manejo fitossanitário, sustentabilidade, mercado internacional e novas tecnologias voltadas ao aumento da eficiência produtiva. O objetivo foi discutir estratégias capazes de aumentar a resiliência dos pomares diante dos desafios sanitários e climáticos que afetam a atividade.

Segundo avaliação do Centro de Citricultura Sylvio Moreira/IAC, a edição de 2026 reforçou a importância da integração entre pesquisa, empresas e produtores para garantir a competitividade do setor nos próximos anos. “Encerramos esta edição com a certeza de que a citricultura brasileira segue forte, conectada à pesquisa, à inovação e às demandas globais”, afirmou.

Outro destaque da edição foi a manutenção do selo de Evento Carbono Neutro, refletindo uma tendência cada vez mais presente na cadeia citrícola. A agenda ambiental ganhou espaço entre produtores e empresas diante das exigências dos mercados internacionais e da crescente demanda por sistemas produtivos alinhados a critérios de sustentabilidade.

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Com mais de cinco décadas de história, a Expocitros e a Semana da Citricultura seguem como os principais espaços de discussão técnica e estratégica da cadeia citrícola brasileira. Em um cenário de transformações sanitárias, climáticas e econômicas, os eventos reforçaram a necessidade de inovação, pesquisa e planejamento como pilares para sustentar a liderança do Brasil no mercado global de citros.

Fonte: Pensar Agro

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