BRASIL

“Coringa: Delírio a Dois”, com Joaquin Phoenix e Lady Gaga, ganha novo pôster

Publicado em

“Coringa: Delírio a Dois”, com Joaquin Phoenix e Lady Gaga, ganha novo pôster
Anna Salles

“Coringa: Delírio a Dois”, com Joaquin Phoenix e Lady Gaga, ganha novo pôster

A Warner Bros. Pictures revelou recentemente um novo pôster promocional para “Coringa: Delírio a Dois” , a aguardada sequência do aclamado “Coringa” de 2019. O filme, que chega aos cinemas brasileiros em 3 de outubro, traz de volta Joaquin Phoenix no papel de Arthur Fleck, o personagem que lhe rendeu o Oscar de Melhor Ator. Desta vez, Phoenix contracena com Lady Gaga, cujo papel promete adicionar uma nova camada de complexidade à narrativa.

O pôster divulgado apresenta os personagens principais em uma pose dramática, envolvidos em uma dança, com expressões que mesclam paixão e tensão, reforçadas pelas manchas de sangue em seus rostos. Esse visual instigante sugere uma continuação que explorará ainda mais os temas de dualidade e loucura que marcaram o primeiro filme.

Dirigido por Todd Phillips, que retorna após o sucesso do filme original, “Coringa: Delírio a Dois” promete mergulhar ainda mais fundo na mente perturbada de Arthur Fleck, agora institucionalizado em Arkham enquanto espera julgamento pelos crimes cometidos. A trama, que mistura elementos de musical com o tom sombrio e psicológico que marcou o primeiro filme, deve explorar o relacionamento entre Arthur e a personagem de Lady Gaga, cuja dinâmica ainda é mantida em segredo.

Leia Também:  Deolane volta a ser presa após descumprir medidas judiciais

A sequência vem com grandes expectativas, dado o impacto cultural do primeiro filme, que arrecadou mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias globais e se tornou o filme R-rated de maior bilheteria da história. Além disso, o retorno de Phoenix, combinado com a presença de Gaga, cria uma antecipação única em torno da estreia.

“Coringa: Delírio a Dois” conta ainda com a participação de atores de peso como Brendan Gleeson e Catherine Keener , além de Zazie Beetz , que reprisa seu papel do primeiro filme. A equipe criativa de Phillips também retorna, incluindo o diretor de fotografia Lawrence Sher e a compositora Hildur Guðnadóttir , ambos indicados ao Oscar pelo trabalho em “Coringa” .

Com a estreia se aproximando, a Warner Bros. já iniciou os preparativos para o lançamento, com a pré-venda de ingressos marcada para começar em 23 de agosto. Os fãs podem esperar um filme que promete desafiar as convenções do gênero, mantendo o foco na psique distorcida de seu protagonista.

Para aqueles ansiosos por mais detalhes, o trailer oficial do filme já está disponível no YouTube, oferecendo um vislumbre do que está por vir. “Coringa: Delírio a Dois” não é apenas uma continuação, mas uma expansão do universo sombrio criado por Todd Phillips, que promete levar o público a uma jornada tão perturbadora quanto fascinante.

Leia Também:  DF tem segundo melhor índice de alfabetização do país, segundo IBGE

Confira o trailer oficial:

The post “Coringa: Delírio a Dois”, com Joaquin Phoenix e Lady Gaga, ganha novo pôster first appeared on GPS Brasília – Portal de Notícias do DF .

Fonte: Nacional

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

BRASIL

Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

Published

on

O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

Leia Também:  Bahia ganha do Volta Redonda fora de casa e fica perto das oitavas da Copa do Brasil

Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

Leia Também:  Ganha Tempo Central supera a marca de 500 atendimentos por dia

O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA