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Biotrop Inova com Lançamento de Lagarticida Biológico para Manejo Integrado de Pragas

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As lagartas, pragas agrícolas de grande impacto, podem comprometer severamente a produtividade das lavouras desde as fases iniciais de desenvolvimento. Este problema é agravado por condições climáticas como altas temperaturas e elevada umidade, que favorecem a proliferação desses insetos. Visando uma solução eficaz e sustentável, a Biotrop, empresa líder em soluções biológicas para a agricultura, acaba de lançar o Biobrev Full, um inseticida microbiológico de amplo espectro com tecnologia inovadora e distintos modos de ação.

O Biobrev Full se destaca pela sua eficácia no controle das principais espécies de lagartas de relevância agrícola, oferecendo uma combinação sinérgica de isolados bacterianos que produzem compostos tóxicos para os insetos. A fórmula avançada do produto inclui microrganismos na forma de endósporos, permitindo compatibilidade com agroquímicos e outros produtos biológicos, além de garantir dois anos de validade sem necessidade de refrigeração.

“O Biobrev Full é composto por duas cepas complementares de Bacillus thuringiensis e pela inovadora Brevibacillus laterosporus, que produzem antibióticos e toxinas que atuam no intestino médio das lagartas. A ação ocorre quando as lagartas ingerem o produto e as enzimas quebram os cristais CRY, que se transformam em toxinas ativas. Paralelamente, as toxinas VIPS são secretadas para o exterior das células, causando morte celular e perda da função intestinal”, explica Thales Facanali Martins, Gerente de Portfólio da Biotrop.

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Para Thales, esses diferenciais tornam o Biobrev Full um produto único no mercado, destacando-se por sua capacidade de oferecer diferentes cristais, toxinas e antibióticos. “Sem dúvida, o Biobrev Full é uma excelente ferramenta para o manejo de resistência das lagartas em relação aos produtos tradicionais. Com ele, o produtor rural não só protege a lavoura, mas também contribui para a regeneração do solo, utilizando um produto 100% natural, rentável e que não agride o meio ambiente”, conclui.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mistura maior de biodiesel e etanol entra na pauta do CNPE

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O avanço dos biocombustíveis volta ao centro da política energética com a possibilidade de aumento da mistura obrigatória no diesel e na gasolina. A proposta de elevar o biodiesel para 17% (B17) e o etanol para 32% (E32) deve ser analisada na reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), marcada para a próximo próxima quinta-feira (07.05), e pode ampliar a demanda por matérias-primas do agro e reforçar a posição do País na transição energética.

A defesa do aumento foi formalizada por parlamentares ligados ao setor produtivo, em articulação da Coalizão dos Biocombustíveis. O grupo reúne lideranças da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e da Frente Parlamentar do Biodiesel, que veem na medida uma resposta à volatilidade dos preços internacionais de energia e uma oportunidade de expansão do mercado interno para combustíveis renováveis.

Na prática, a elevação das misturas tem efeito direto sobre cadeias como soja e milho — bases para a produção de biodiesel e etanol, ao ampliar o consumo doméstico e estimular novos investimentos industriais. Além disso, reduz a dependência de combustíveis fósseis importados, especialmente em momentos de alta do petróleo no mercado internacional.

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O Ministério de Minas e Energia (MME) já sinalizou apoio à ampliação da mistura de etanol. Segundo a pasta, testes técnicos validaram a viabilidade de avanço do atual patamar para o E32, dentro de uma estratégia que também busca levar o País à autossuficiência em gasolina.

Hoje, os percentuais obrigatórios estão em 30% de etanol na gasolina (E30) e 15% de biodiesel no diesel (B15), definidos pelo próprio CNPE. Qualquer alteração depende de deliberação do colegiado, que assessora a Presidência da República na formulação de diretrizes para o setor energético.

Além do impacto econômico, o argumento central do setor está na segurança energética. Com maior participação de biocombustíveis, o Brasil reduz a exposição a choques externos, como oscilações no preço do petróleo, que recentemente voltou a subir no mercado internacional e ganha previsibilidade no abastecimento.

O tema também tem peso ambiental. A ampliação das misturas contribui para a redução de emissões de gases de efeito estufa e reforça compromissos assumidos pelo País em acordos internacionais, ao mesmo tempo em que consolida a vantagem competitiva brasileira na produção de energia de base renovável.

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Por outro lado, a decisão envolve equilíbrio entre oferta, demanda e impactos sobre preços. O governo avalia o momento adequado para avançar, considerando o cenário de combustíveis, a capacidade produtiva do setor e os reflexos sobre inflação e abastecimento.

Se aprovado, o aumento das misturas tende a fortalecer a integração entre energia e agronegócio, ampliando o papel do campo não apenas como produtor de alimentos, mas também como fornecedor estratégico de energia no mercado interno.

Fonte: Pensar Agro

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