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Concurso Leiteiro da Raça Holandesa Premia Excelência Genética e Profissionalismo

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A 47ª Expointer será palco do renomado concurso leiteiro da raça Holandesa, promovido pela Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando). Este evento tradicional destaca a excelência genética e os cuidados meticulosos com alimentação, saúde e bem-estar animal, que possibilitam que as vacas produzam entre 50 e 90 litros de leite por dia.

De acordo com Marcos Tang, presidente da Gadolando, as vacas participantes não recebem estímulos hormonais ou injeções. Elas são capazes de alcançar produções diárias médias de 70 a 80 litros. Tang ressalta que essa performance é notável, e cita um exemplo recente em Anta Gorda, onde uma vaca atingiu a impressionante marca de 90 litros. “Uma produção superior a 50 litros diários já é indicativa de uma vaca de alto nível. O objetivo do concurso não é apenas vencer, mas também garantir boas produções que somam pontos para a seleção morfológica no circuito Exceleite”, explica o presidente.

Para alcançar o destaque no concurso, que culminará com a cerimônia de premiação em 27 de agosto à tarde, tanto os produtores quanto as vacas enfrentam um rigoroso processo de ordenhas. “Realizaremos cinco ordenhas com intervalos de oito horas. Serão consideradas as duas maiores quantidades produzidas e somadas às três menores. O processo é rigoroso, mas reflete com precisão a produção real da vaca”, detalha Tang.

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Ele enfatiza ainda que os criadores estão cada vez mais capacitados e profissionalizados, aplicando seu conhecimento para maximizar o potencial da genética selecionada.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Safra de laranja 2026/27 começa com preços abaixo de 2025, apesar da menor produção

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A safra brasileira de citros 2026/27 começou com um cenário diferente do observado no ano passado. Mesmo diante da expectativa de uma produção menor, os primeiros preços negociados para a laranja estão abaixo dos registrados no início da temporada 2025/26, refletindo um mercado menos aquecido e uma postura mais cautelosa da indústria de processamento.

De acordo com levantamento do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), o início da nova safra tem sido marcado por menor urgência das processadoras em adquirir matéria-prima, diferentemente do que ocorreu em julho de 2025, quando os baixos estoques de suco impulsionaram a disputa pela fruta e sustentaram as cotações em níveis historicamente elevados.

Indústrias reduzem ritmo de compra

Segundo os pesquisadores do Cepea, a dinâmica de comercialização mudou significativamente entre uma safra e outra. No ciclo anterior, a oferta limitada e a necessidade de recompor estoques fizeram com que as indústrias antecipassem negociações, elevando os preços pagos aos produtores.

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Neste ano, porém, o mercado iniciou a temporada de forma mais equilibrada, sem a mesma pressão compradora. Como resultado, as primeiras referências de preços ficaram abaixo das observadas no mesmo período de 2025, mesmo com a perspectiva de menor disponibilidade de fruta.

Primeiras negociações envolvem frutas precoces

O Cepea destaca que as cotações registradas neste início de julho ainda refletem principalmente contratos fechados anteriormente para frutas precoces e de meia-estação, além de negociações pontuais realizadas no mercado spot.

Por esse motivo, os preços atuais ainda não representam completamente o comportamento da safra 2026/27, uma vez que o volume de fruta disponível segue limitado neste começo de colheita.

Mercado deve ganhar novas referências nas próximas semanas

A expectativa é que o avanço da segunda florada e o aumento gradual do processamento industrial proporcionem um volume maior de negociações, permitindo a formação de referências de preços mais consistentes para a temporada.

Com a entrada de uma oferta mais ampla e a intensificação das atividades das indústrias, produtores e compradores terão maior clareza sobre o equilíbrio entre oferta e demanda, fator que deverá definir o comportamento das cotações ao longo dos próximos meses.

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Enquanto isso, o setor acompanha atentamente a evolução da safra, o ritmo de processamento e o mercado internacional de suco de laranja, elementos que continuarão influenciando a formação dos preços da fruta no Brasil durante a temporada 2026/27.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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